mm1 mm2 mm3mm4 mm5 mm6 mm7


27
jun 2015

ARQUIVADO EM: Blog & Pessoal Vídeos

Faz um bom tempo que não posto vídeo nenhum, e até mesmo aqui no blog as postagens estão escassas. Passei por uma situação complicada que fez com que minha inspiração sumisse, e é sobre isso que falo com vocês nesse vídeo.

Abri meu coração e contei para vocês o que aconteceu comigo. O vídeo é bem pessoal, e diferente do que costumo postar, mas espero que vocês gostem. <3

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados.

Perplexos, mas não desanimados.

Perseguidos, mas não desamparados.

Abatidos, mas não destruídos.”

II coríntios 4:8 e 9

Se você gostou , não esqueça de clicar em gostei e se inscrever no canal para receber os próximos vídeo. :D


Postado por




23
jun 2015

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

terremoto

Título Original: San Andreas

Lançamento: 2015

Direção: Brad Peyton

Elenco: Dwayne Johnson, Alexandra Daddario, Carla Gugino

Gênero: Ação, Aventura, Suspense

Sinopse: Um terremoto atinge a Califórnia e faz com que Ray (Dwayne Johnson), um bombeiro especializado em resgates com helicópteros, tenha que percorrer o estado ao lado da ex-esposa (Carla Gugino) para resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario), que tenha sobreviver em São Francisco com a ajuda de dois jovens irmãos.

Confesso que estava muito na dúvida sobre qual filme falar hoje Terremoto ou Jurassic World, ambos se encaixam em um gênero parecido e são bons quase que pelos mesmos motivos, mas não teve jeito, eu tive que escolher Terremoto. San Andreas, no original, não foi um filme extremamente divulgado e eu só acabei conhecendo porque vi o trailer no cinema e na hora fiquei louca por ele. Eu adoro um bom filme de catástrofe, tanto pela ação e pelos efeitos, quanto também – e em alguns casos principalmente – pelo plano de fundo. E adoro o The Rock. Pronto, falei. Então lá fui eu cheia de expetativas para o cinema e consegui sair completamente surpresa e chocada com o quanto me diverti vendo esse filme.

Eu vi várias e várias críticas para San Andreas por ser um filme muito superficial, que se se sustenta nas grandiosas cenas de destruição, e pelos esteriótipos de personagens. E não vou negar que eles estejam certos, nós temos todos os clichês desse gênero: a garota bonita em perigo, a criança que se envolve em diversas situação de vida ou morte, o romance e o herói da estória. Mas a questão é que esse é um filme planejado para puro entretenimento e não tem nenhuma ambição maior do que essa e posso dizer com todas as letras que eles fizeram isso com maestria. Sabe aquele tipo de filme que te deixa na ponta da cadeira e faz você até quase ofegar um certos momentos pela tensão de tudo que está acontecendo? Isso é o que Terremoto faz com você. Ele me deixou grudada e entretida na sua estória do começo ao fim e fez valer a pena cada centavo que paguei no ingresso. Então não, ele não é um obra prima, mas isso não importa porque ele não se vende como tal, e é por isso que pra mim toda essa crítica é insignificante.

Apesar dos personagens serem estereotipados isso não quer dizer que eles sejam ruins, todos eles conseguem fazer com que você se importe com eles e em um filme de sobrevivência isso é o mínimo necessário. Os planos de fundo deles também são construídos e abordados de forma suficiente e que combina muito bem com o restante do enrendo. Eu gostei muito da Alexandra Daddario aqui, a sua personagem é a segunda principal (pelo menos pela minha percepção) e ela está muio bem no papel. Mas é claro que o grande destaque vai para o Dwayne Johnson que também está muito bem no papel, é inegável a evolução da sua atuação do últimos anos (e também do seu tamanho, porque né?!).

Como eu disse no começo a ação e as grandes cenas de destruição são os pontos do alto do filme e é por isso que não posso deixar de comentar os efeitos especiais incríveis que fizeram isso ser possível. Sério, as cenas são absolutamente grandiosas e de tirar eu fôlego, tanto que esse pra mim é um filme que merece muito ser visto em uma tela de cinema – melhor ainda se for em 3D!

Como eu disse, Terremoto – A Falha de San Andreas é um entretenimento, então não vão ao cinema procurando nada mais do que cenas incríveis e um plano de fundo interessante em certas características específicas. Mas sério, assistam, eu simplesmente amei o filme e me diverti como à muito tempo não me divertia assistindo um filme.





22
jun 2015

ARQUIVADO EM: Blog & Pessoal

limite-livroseblablabla

Eu sempre me preocupei com a opinião dos outros. Sempre.

Sofri bullying durante toda a minha infância, vindo da diretora do colégio que eu frequentava. Ela dizia que eu era inferior aos outros alunos, que eu não merecia estar ali (o colégio era particular, e eu tinha bolsa de estudos integral), e que eu vivia tentando chamar a atenção do meu pai, já que ele não morava mais na minha casa.

Eu chorava muito, me sentia humilhada e envergonhada constantemente. E durante um bom tempo eu achei que ela estivesse certa, que eu fosse mesmo inferior. Sim, eu contava para minha mãe o que acontecia, mas ela não acreditava. A diretora era amiga dela de muitos anos, quase foi minha madrinha. Era mais fácil e sensato acreditar em uma mulher adulta e bem conhecida do que em uma criança. Vários anos se passaram até que minha mãe percebesse que nada era mentira.

Devido à isso, eu sempre tive dificuldades de me enturmar, a timidez era dominante. Meu círculo de amizades era bem restrito, e por diversas vezes eu achei que as pessoas eram minhas amigas, mas elas não eram. Eu queria me integrar, eu queria fazer parte de alguma coisa, ser especial. Na minha tentativa de ser aceita acabei aceitando muitas coisas que com certeza eu não deveria aceitar. Eu não falava não para nada, estava sempre pronta para fazer o que todos queriam que eu fizesse, eu vivia para os outros e me anulava cada vez mais.

Ninguém enxergava isso, mas minha autoestima era bem baixa. Eu era insegura para falar, até quando eu tinha plena certeza do assunto. E se as pessoas não concordassem comigo? E se ficassem bravas por eu pensar diferente?

As coisas melhoraram quando comecei a namorar o Diego (meu marido), ele não se conformava que eu fosse assim, e fazia questão de sempre me mostrar que eu não precisava me importar com os outros, que eu era linda, inteligente e especial. Foi por causa da dele que eu comecei a mudar e entender que tudo tem limite, que eu não posso viver tentando agradar, que eu preciso ME respeitar antes de mais nada.

Existe um limite para o “agradar” ao próximo, existe um limite para o “abraçar o mundo e resolver tudo”, existe um limite para o “eu sou forte e aguento”, existe um limite para o “eu posso fazer para você, claro”, existe um limite para o “vou sofrer calada”, existe um limite. O meu corpo é quem sofre quando eu não entendo os meus limites, eu fico estressada, doente e cansada.

A opinião alheia só deveria ser levada em consideração quando essa fosse solicitada, deveria ser assim sempre. Eu não te perguntei nada? Então por favor, não me diga como devo viver minha vida. Tem um conselho ótimo para me dar? Conheça a situação de verdade antes de vir falar, não me dê conselhos óbvios que eu já estou cansada de colocar em prática.

Eu pretendo realmente viver minha vida a partir de agora. O que eu faço agrada à Deus e ao meu marido? Ótimo, seguirei em frente, quer os outros queiram ou não.

 Tudo tem um limite. E eu preciso aprender a respeitar o meu.


Postado por




19
jun 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

bruxadanoite-livroseblablablaTrilogia Primos O’Dwyer #1
Autor: 
Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Número de páginas:
308
Avaliação: 2,5/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Submarino | Saraiva 

Com pais indiferentes, Iona Sheehan cresceu ansiando por carinho e aceitação. Com a avó materna, descobriu onde encontrar as duas coisas: numa terra de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias – a Irlanda. Mais precisamente no Condado de Mayo, onde o sangue e a magia de seus ancestrais atravessam gerações – e onde seu destino a espera. Iona chega à Irlanda sem nada além das orientações da avó, um otimismo sem fim e um talento inato para lidar com cavalos. Perto do encantador castelo onde ficará hospedada por uma semana, encontra a casa de seus primos Branna e Connor O’Dwyer, que a recebem de braços abertos em sua vida e em seu lar. Quando arruma emprego nos estábulos locais, Iona conhece o dono do lugar, Boyle McGrath. Uma mistura de caubói, pirata e cavaleiro tribal, ele reúne três de suas maiores fantasias num único pacote. Iona logo percebe que ali pode construir seu lar e ter a vida que sempre quis, mesmo que isso implique se apaixonar perdidamente pelo chefe. Mas as coisas não são tão perfeitas quanto parecem. Um antigo demônio que há muitos séculos ronda a família de Iona precisa ser derrotado. Agora parentes e amigos vão brigar uns com os outros – e uns pelos outros – para manter viva a chama da esperança e do amor.

A história começa em 1263, onde somos apresentados aos ancestrais de Iona – Sorcha e seus três filhos. Sorcha é uma poderosa bruxa que para proteger sua família se sacrificou e quase destruiu Cabhan, um bruxo das trevas. Logo após esses dois capítulos, a história passa para 2013 e somos apresentados a Iona Sheehan.

Iona cresceu sem o amor dos pais, eles praticavam ignoravam a existência da filha. No entanto, sua avó supriu bem essa falta, e criou a neta com muito amor e carinho, inclusive fazendo questão de contar a ela toda a verdade sobre sua origem e seus ancestrais. Devido à isso, Iona decide ir para a Irlanda conhecer um pouco mais sobre si mesma, e sobre sua família. Ao chegar lá, Iona sente uma presença rondando-a, e logo que encontra seus primos Branna e Connor, Iona percebe que ali é seu lugar.

Iona, Branna e Connor são os herdeiros de Sorcha – a Bruxa da Noite – e graças a essa linhagem, um grande perigo paira sobre eles, e juntos eles vão precisar descobrir como derrotar o temível Cabhan. Iona passa então a aprender lidar com a magia que corre em suas veias. Além dos primos, temos ainda outros três personagens igualmente importantes – Meara, Finn e Boyle. Os três fazem parte do circulo de amigos e aliados dos protagonistas, e Boyle é o interesse romântico de Iona.

Boyle é um personagem cativante, de inicio ele se mostra bastante arrogante e reticente, mas no decorrer da trama vamos conhecendo seu lado carinhoso e apaixonado. Meara e Finn com certeza serão ainda mais importantes nos próximos livros, já que cada volume da trilogia tem um casal em foco.

“Você será minha, e eu serei seu. É o que eu quero.”

Apesar de amar os livros de Nora Roberts, esse realmente não conseguiu me conquistar totalmente. Ainda que a narrativa envolvente e fluída da autora esteja presente, eu não consegui me conectar à Iona e Boyle, não consegui gostar ou torcer por eles. Iona é muito infantil e sonhadora, e mesmo durante seu amadurecimento no decorrer da trama, eu continuava achando-a impulsiva e boba. Fiquei muito mais empolgada para saber do romance dos outros personagens, principalmente de Branna e Finn, que provavelmente será a melhor história, dada a personalidade forte dos dois.

E além disso, quem roubou a cena para mim foi o cavalo de Iona, Alastar (risos), o animal é incrível e a conexão com a protagonista é muito forte. Como boa apaixonada por cavalos não pude deixar de notar e amar esse detalhe.

Cabhan é um ótimo vilão, odioso e cheio de artimanhas, gostei muito da forma que ele foi construído, sua sede por vingança e poder é bem forte. Nora Roberts caprichou nessa parte da trama, dando a ênfase necessária. Como de costume, a autora mostra lindamente a relação de amizade e amor familiar, como cada um daria a própria vida pelo próximo. Esse é o diferencial da autora para mim.

Ainda que o primeiro volume não tenha me agradado tanto assim, acredito que os próximos serão melhores e estou curiosa para saber como a história termina. Se você gosta do gênero, é uma boa pedida.

noraroberts-livroseblablabla


Postado por




15
jun 2015

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Tops

Eu amo assistir séries, isso vocês já sabem. Tenho uma lista interminável de séries que quero começar a assistir, ou que eu já acompanho e preciso me atualizar.

Como eu sou uma garota de fases, eu sempre vou mudando as minhas preferências. Em outubro do ano passado, eu contei aqui no blog quais as minhas séries preferidas naquele momento. Hoje – apesar de ainda assistir aquelas – tenho novas preferências. =)

Para me auxiliar nessa paixão por séries, eu uso dois aplicativos, o já famoso Netflix e o Popcorn Time, que eu descobri recentemente (e é grátis). Dito isso, bora conferir as minhas queridinhas do momento?

***

criminalminds-livroseblablabla

1 – Criminal Minds

Quando não existem mais provas para investigar uma seqüência de crimes, o FBI rapidamente aciona a Unidade de Análise Comportamental, em Washington. No comando da equipe está o agente especial Jason Gideon (Patinkin), o analista comportamental mais conceituado do FBI. Os especialistas da equipe de Gideon são o Dr. Spencer Reid (Gubler), um gênio incompreendido e muito inteligente, mas incapaz de se relacionar com as pessoas; o agente Aaron Hotch (Thomas), pai de família hábil ao conquistar a confiança das pessoas e descobrir seus segredos; o agente Derek Morgan (Moore), especialista em crimes obsessivos; e Elle Greenway (Glaudini), ‘expert- em delitos sexuais que foi motivada pelo abuso sofrido por ela mesma há alguns anos. Conforme vão descobrindo as motivações e a identidade dos criminosos, cada membro da equipe leva seus dons para o caso, fechando o cerco. (Sinopse da 1ª temporada)

Estou numa fase totalmente criminalística, praticamente quero entrar na TV e investigar o caso com os personagens. Sério, quando não estou no Netflix e no Popcorn Time, estou grudada no canal AXN, famoso por ter em sua grade 90% de séries de investigação criminal. E nesse gênero, a minha preferida é Criminal Minds, é brilhante como a equipe vai desvendando a mente do serial killer, chega a arrepiar. Atualmente a série finalizou a 10ª temporada, e a 11ª já foi confirmada. \o/

***

theblacklist-livroseblablabla

2 – The Blacklist

O criminoso mais procurado do mundo, de repente, se entrega e se oferece para delatar aqueles com quem já trabalhou, inclusive um terrorista que todos achavam estar morto. Mas tem um pequeno detalhe: ele só fará isso, se trabalhar com uma agente novata do FBI, alguém com quem aparentemente ele não tem nenhuma ligação. (Sinopse da 1ª temporada)

Eu SEMPRE ouvi falar sobre essa série, desde o lançamento do 1º episódio os comentários foram bons, mas eu simplesmente ignorava a existência da série. Um dia, durante minhas andanças no Netflix a série apareceu, e pensei “Bom, estou a toa mesmo, vamos ver no que dá.” E ai simplesmente não consegui parar de assistir hahaha. Keen e Red são uma dupla perfeita, ainda que Red seja um criminoso e Keen uma agente do FBI, existe uma ligação muito forte entre os dois, o que deixa a trama ainda mais empolgante. Estou doida para saber a verdade por trás disso tudo. A série já tem duas temporadas finalizadas.

 ***

orphan-black-livroseblablabla

3 – Orphan Black

Após presenciar o suicídio de uma desconhecida muito parecida consigo, a protagonista Sarah decide assumir a identidade da morta, sem saber que, na verdade, está entrando num verdadeiro jogo de vida ou morte. Conforme Sarah vai se adaptando à vida sob um novo nome, vai descobrindo uma complicada conspiração. Agora, ela precisa proteger-se, enquanto tenta descobrir mais pistas sobre uma trama que coloca sua vida em risco. (Sinopse da 1ª temporada)

Mais uma série que comecei meio que no susto. Eu tinha lido uma review sobre ela e ficado bem curiosa, e confesso que a primeira temporada me surpreendeu totalmente, de forma bem positiva. Tatiana Maslany é uma atriz excepcional, ela faz diversos papeis na série, contracena com ela mesma em diversos momentos. É impressionante a capacidade de Tatiana em ser diferente, dar um toque individual a cada personagem, virei fã. Eu estou na segunda temporada, mas a série já está finalizando a terceira nos EUA.

***

castle-livroseblablabla

4 – Castle

Conheça Richard Castle: ele é um bem sucedido escritor de histórias de investigação que acabou de matar o protagonista de seus livros. Mas parece que um fã gostou demais de seus livros, e começa a cometer assassinatos exatamente como aqueles que acontecem nos livros de Castle. Depois de ser interrogado pela polícia, Richard se junta a Detetive Kate Beckett para solucionar esse caso. Os dois se tornam parceiros e começam a investigar outros crimes cometidos em Nova York, ao lado dos experientes detetives Javier Esposito, Kevin Ryan e Capitão Roy Montgomery. Eles trabalham também com o legista Lanie Parish. Além de desvendar assassinatos brutais, Richard também tem que cuidar de sua família: a mãe, Martha Rodgers, uma diva da Broadway, e a filha, Alexis. (Sinopse da 1ª temporada)

Castle já um antigo amor, mas que agora voltou com força total. Richard Castle é um escritor incrível, e a quantidade de confusão em que ele se mete é impressionante. Isso sem falar do fator romance, ele e Beckett são dois fofos, desde a primeira temporada já fica claro o clima que rola entre eles. E, apesar de cada episódio ter um assassinato e uma investigação, a série é bem leve e divertida.

***

MF2

5- Modern Family

A série de comédia é filmada no estilo de documentário e mostra a vida da família Pritchett. O pai, Jay, é um homem bem sucedido nos negócios e casou-se recentemente com uma bela colombiana, Gloria, que vem morar nos EUA junto com seu filho pré-adolescente, Manny. A filha mais velha de Jay, Claire, tem seus próprios “bebezões” para cuidar: o que inclui um marido, que sempre tenta fazer o papel de “pai legal”; uma adolescente que está começando a dar dor cabeça para a família; e o filho mais novo, que sempre tem atitudes bizarras. Talvez a mais adulta da casa seja a filha do meio, que tenta manter um ar de intelectual. O seriado acompanha também a vida do casal gay Mitchell, filho de Jay, e Cameron, que recentemente adotaram uma bebê vietnamita. (Sinopse da 1ª temporada)

E para sair dessa vibe mais pesada e de investigação (tirando Castle, que não é pesada), nada como uma comédia! Não consigo parar de assistir Modern Family, os episódios são bem curtinhos e cada um traz uma nova confusão dessa família absolutamente atrapalhada, e apaixonante. Meu personagem preferido é o Phil Dunphy. <3 Um dos diferenciais de Modern Family é a forma como ela é gravada, como se fosse um documentário e os personagens estivessem falando diretamente com o telespectador. Me sinto superpróxima deles hahaha. Modern Family está em sua 6ª temporada.

***

Então é isso, essa são as minhas cinco séries favoritas do momento (mas minha listinha de amores é beeem maior). Vocês assistem alguma dessas? Qual o TOP 5 de vocês? Me contem nos comentários. \o/

Fonte: Minha Série


Postado por




9
jun 2015

ARQUIVADO EM: Divulgação Literatura

A editora Agir Now (selo YA da Agir) divulgou as novas capas da trilogia Os Lobos de Mercy Falls, de Maggie Stiefvater, que será relançada em julho. Eu já tinha visto as capas, mas acabei não postando para vocês. No entanto, as capas são tão lindas (e a história dos livros ainda mais) que mereciam um post só sobre isso. <3

Eu li Calafrio em 2011, e fiz a resenha aqui no blog. Mas quando os livros seguintes foram lançados com capas diferentes, eu fiquei decepcionada e acabei não comprando os outros exemplares, eu li emprestado e acabei nem resenhando. Essas capas novas me deixaram muito inspirada, assim que possível quero comprar essa edição e reler os livros. Quem sabe rola um vídeo sobre a saga né?

Olhem só que lindeza essas capas:

calafrio-livroseblablabla

Sinopse: Quando chega o inverno, Grace é atraída pela presença familiar dos lobos que vivem no bosque atrás de sua casa. Ela espera ansiosamente pelo frio desde que fitou pela primeira vez os profundos olhos amarelos de um dos lobos e sobreviveu ao ataque de uma alcateia. Esses mesmos olhos brilhantes ela encontraria mais tarde em Sam, um rapaz que cresceu vivendo duas vidas – uma normal, sob o sol, e outra no inverno, quando vestia a pele do animal feroz que, certa vez, encontrou aquela garota sem medo. Tudo o que Sam deseja é que Grace o reconheça em sua forma humana, e para isso bastaria que trocassem um único olhar. Mas o tempo de Sam está acabando. Ele não sabe até quando manterá a dupla aparência e quando se tornará um lobo para sempre. Enquanto buscam uma maneira de para torná-lo humano para sempre, têm de enfrentar a incompreensão da cidade, que vê nos lobos um perigo a ser combatido.

espera-livroseblablabla

Sinopse: Em Espera, Grace e Sam devem lutar para ficar em juntos. Para ela, isso significa desafiar seus pais e manter um segredo muito perigoso a respeito de seu próprio bem-estar. Para ele, isso significa lutar contra seu passado de lobisomem… e descobrir uma maneira de sobreviver no futuro. Adicione a essa mistura um novo lobo chamado Cole, cujo passado tem o potencial de destruir toda a matilha, e Isabel, que já perdeu seu irmão para os lobos, e, apesar disso, se sente atraída por Cole.

sempre-livroseblablabla

Sinopse: Sempre é o final da amável trilogia de Maggie Stiefvater, Os Lobos de Mercy Falls. Desta vez, os riscos estão maiores do que nunca: enquanto o pai de Isabel planeja acabar com todos os lobos de uma vez por todas, Sam e Isabel procuram por maneiras de salvar a matilha, e Cole corre em busca de uma cura para Grace. Porém a peça central da série é o romance — entre Sam e Grace, claro, e entre Cole e Isabel — e a escrita brilhante e pungente de Maggie não desaponta. Sam e Grace roubam momentos doces e de tirar o fôlego juntos, durante o período das imprevisíveis transformações de Grace, e Cole e Isabel lutam para derreter o interior frio um do outro. Os leitores irão se derreter também, e encontrarão um satisfatório, porém não tão perfeito, final.

O 4º livro da saga, é na verdade um spin-off da trilogia. Esse eu ainda não conferi, mas vai contar o ponto de vista de Cole St. Clair. Perdido vai ser lançado na Bienal do Rio 2015. \o/

perdido-livroseblablabla

 


Postado por




26
mai 2015

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

kingsman Título Original: Kingsman – The Secret Service

Lançamento: 2015

Direção: Matthew Vaughn

Elenco: Colin Firth, Samuel L. Jackson, Taron Egerton

Gênero: Ação, Espionagen

Sinopse: Eggsy (Taron Egerton) é um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Determinado dia, ele entra em contato com Harry (Colin Firth), que lhe apresenta à agência de espionagem Kingsman. O jovem se une a um time de recrutas em busca de uma vaga na agência. Ao mesmo tempo, Harry tenta impedir a ascensão do vilão Valentine (Samuel L. Jackson).

São muito poucos os filme de espionagem que já vi na vida, nunca assisti 007, por exemplo, apenas algumas comédias que se passavam nesse mundo, como Agente 86. E preciso dizer que é um tanto refrescante assistir algo diferente no meio de tantos filmes iguais e estreiam todos os dias. E preciso dizer que senti um pouco de falta do mistérios e apetrechos disfarçados que eu curtia muito ver em Três Espiãs Demais (Não me julguem! É um ótimo desenho de criança e a única coisa próxima à um filme de espionagem que já assisti na vida.)

Eggsy é um jovem delinquente que, sem sua figura paterna que morreu quando era criança, parece está seguindo pelo caminho do crime. Porém, um dia ele é retirado da cadeia graças à Harry, um misterioso integrante de uma agência secreta de espionagem. Harry acaba vendo um Eggsy um potencial de agente e o chama para participar de uma seleção com diversos outros candidatos por uma vaga que apareceu recentemente. Mas entrar para a Kingsman não é nada fácil e o garoto vai ter que passar por vários testes. Enquanto isso, Valentine, um bilionário de sucesso, está arquitetando um plano que vai dizimar um grande parcela da população mundial.

Como eu disse no começo, é muito refrescante e interessante assistir algo tão diferente do que estamos acostumados. Não sei porque o mundo da espionagem não é mais explorado pelo cinema, já que é um campo muito versátil e que pode resultar em filmes tão bons quanto Kingsman. Mas acho que o grande diferencial desse filme é sobre a sua abordagem. Ela traz os utensílios e apetrechos característicos de agentes secretos e uma violência forte com cenas um tanto quanto brutais que se tornarem leves pelo estilo extravagante de combate e, principalmente, pelo humor que as encobre. Sério, as cenas de ação – e consequentemente violência – é uma das coisas mais legais do filme para mim. Apesar de acontecerem cenas bem fortes, eles aliviam tudo isso com muito humor e com truque de deixar muito o que acontece para a imaginação de quem está assistindo. Queria destacar a cena onde o Harry, personagem de Colin Firth, protagoniza uma cena eletrizante de ação em uma igreja. Aquilo é simplesmente sensacional! Em uma parte do filme os personagens brincam sobre seus filmes de espionagem favoritos e depois um deles fala que aquilo não é como um filme clichê. E é verdade, existem vários momentos em que o enredo foge do esperado.

Outro destaque desse filme é, sem dúvidas, o seu elenco. Não preciso pontuar aqui que o Colin Firth é um ótimo ator e em Kingsman ele tem um personagem extremamente interessante e importante onde pode mostrar  muito bem toda a qualidade da sua atuação. O protagonista do filme, porém, é Eggsy interpretado pelo Taron Egerton, que nunca tinha visto atuando antes. E preciso dizer que me surpreendi muito com o ator e com o seu personagem, ele conseguiu brilhar entre os diversos nomes pesados do elenco e construir um personagem interessante e empático. Outro personagem que quero destacar é o vilão Valentine, interpretado pelo Samuel L. Jackson que rouba a cena por sua personalidade complexa e interessante. Ele quer matar bilhões de pessoas, mas ao mesmo tempo não é capaz de ver uma gota de sangue, ele mostra uma grande fragilidade em certos momentos e em outros se transforma em alguém louco e violento.

Confesso que fui assistir ao filme com grandes expectativas e acabei sendo completamente surpreendida. Kinsgman é completamente diferente de tudo o que já assisti, com um ótimo humor, cenas brilhantes de ação e ótimos personagens. Estou aqui torcendo para que tenhamos mais um filme sobre a agência secreta no futuro.





25
mai 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

Sonhos com deuses e monstros - Laini TaylorAutor: Laini Taylor
Título original: Dreams of gods and monsters
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 560
Avaliação: 4/5

A Trilogia Feita de Fumaça e Osso conseguiu me surpreender, foi um fôlego novo para as minhas leituras, que eram quase sempre mais do mesmo. Escrita por Laini Taylor, a trilogia é composta pelos seguintes livros: Feita de Fumaça e Osso, Dias de Sangue e Estrelas e Sonhos com Deuses e Monstros, e tem também um conto em ebook – Noite de bolo e marionetes, considerado o livro 2.5 (esse eu ainda não li).

Nos dois primeiros livros conhecemos Karou, uma garota de cabelos azuis, estudante de artes que vive em Praga. Ela sempre teve o hábito de desenhar feras em seus cadernos de desenho, e sempre foi sincera ao dizer que aquela era sua família quimera – ainda que ninguém acreditasse nela. Brimstone, Issa, Yasri, Kishmish e Twiga sempre foram presença constante na vida de Karou, as quimeras de aparência assustadoras eram para ela uma família amorosa e feliz. Uma das tarefas de Karou era viajar pelo mundo coletando dentes para Brimstone, como recompensa ela sempre ganhava pequenos desejos. No entanto, quando um anjo chamado Akiva aparece decidido a matá-la, as coisas tomam um rumo inesperado.

ATENÇÃO, a partir daqui essa resenha conterá spoilers dos livros anteriores. 

Sonhos com Deuses e Monstros começa exatamente onde seu livro antecessor é finalizado. A terra recebeu milhares de anjos e os humanos estão em êxtase, achando se tratar de um grande milagre, quando na verdade, Jael – o imperador, veio em busca de armas humanas para exterminar de uma vez os quimeras e os Selian.

Em Eretz, algo antes impensável está prestes à acontecer, para evitar uma guerra sangrenta anjos e quimeras precisam se unir para derrotar os exércitos de Jael. Para a surpresa de Akiva, o implacável Lobo Branco aceita a união e se mostra disposto a colaborar. O anjo não consegue entender essa mudança no seu rival, mas Akiva não sabe que na verdade a alma que habita o corpo do Lobo é na verdade a do doce Ziri, esse é um grande segredo que Karou e Ziri guardam.

Ainda que não possam estar juntos, Karou e Akiva se veem trabalhando lado a lado, sonhando com o dia em que quimeras e os anjos possam viver em harmonia.

“Segundo as lendas, quimeras nascem de lágrimas, e serafins, de sangue, mas neste momento eles são, todos eles, filhos do pesar.”

Laini Taylor soube finalizar perfeitamente sua trilogia. A trama é bem trabalhada, as pontas soltas são aparadas e o final não deixa nada inacabado, ainda que exista sim uma possibilidade de um spin-off. Eu fui fisgada desde o primeiro livro, pois achei a trama extremamente inovadora, além disso a narrativa de Laini Taylor é fluída e poética, diferente dos livros de fantasia YA que eu costumo ler. A história é contada em terceira pessoa, e todos os pontos de vista são explorados, não ficamos presos somente ao que Karou ou Akiva pensam. E por falar em Karou e Akiva, neste último livro vemos a intensidade do amor do casal, já que eles ficam 90% da trama separados, mas as trocas de olhares e pensamentos são de derreter o coração mais gelado.

Os personagens coadjuvantes são sensacionais, e MUITO importantes para o desenvolvimento do enredo. Os humanos Zuzana e Mik merecem destaque, são eles que trazem a leveza e a parte cômica da trama. Jael, Liraz e Ziri também conquistaram seu espaço (Liraz se tornou minha personagem preferida neste livro).

Alguns novos personagens foram inseridos na trama e isso fez toda a diferença. Laini foi muito sábia ao criar um novo núcleo em sua história, foi isso que tornou o seu final plausível e sensacional. O enredo é repleto de emoção, suspense e adrenalina, cada descoberta foi uma agradável surpresa para mim.

Só não leva cinco estrelas porque em alguns momentos achei a a leitura cansativa, devido à descrições detalhadas demais, que para mim foram desnecessárias, mas isso não tira a beleza da obra de Laini Taylor. As capas são lindíssimas (as minhas preferidas da estante) e a edição da Intrínseca está caprichada. Se você gosta de fantasia, aventura e romance, e quer algo diferente do usual, recomendo a leitura com toda a certeza!


Postado por




4
mai 2015

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos

Oi gente! No vídeo de hoje eu mostro para vocês a caixinha que recebi do site TAG – Experiências Literárias, que se trata de um clube de assinaturas online, para apaixonados por livros, onde todo mês o associado recebe uma caixinha com um livro, uma revista e um mimo relacionado ao tema do mês.

A minha caixinha é a do mês de Março, e abaixo eu mostro em detalhes para vocês. \o/

Para participar dessa experiência, use o cupom de desconto BLABLABLA e ganhe 30% de desconto no primeiro mês de assinatura!

♥ Saiba mais sobre o TAG – Experiências Literárias: Site | Facebook | Instagram


Postado por




29
abr 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

AuNatalieStandiford- livroseblablablator: Natalie Standiford
Título original: Confessions of the Sullivan Sisters
Editora: Galera
Número de páginas: 348
Avaliação: 2.5/5

Quando o futuro da família está em jogo, não há segredo grande ou pequeno demais. A avó das irmãs Sullivan reúne a família para anunciar que em breve morrerá. E, possivelmente pior, que removeu toda a família de seu testamento. Como ela é a fonte de quase toda a renda familiar, isso significa que ficarão sem um tostão. Ela foi ofendida por alguém da família, mas diz que, se o ofensor se revelar com uma confissão do seu crime enviada para seu advogado, ela pode recolocar a família no testamento. Agora, nenhum segredo é grande ou demais para as irmãs Sullivan. E que comecem as confissões. 

Foi a capa de As Confissões das irmãs Sullivan que me conquistou e fez com que eu solicitasse o livro. A matriarca da família Sullivan acaba de surpreender a todos. Dona de uma fortuna imensa, e conhecida por ser uma mulher firme e implacável, a Poderosa Lou – como é conhecida – reúne sua família e avisa que morrerá em breve, pois está doente. No entanto, ela acaba de retirar toda a afamilia de seu testamento, pois alega ter sido ofendida profundamente por um dos seus familiares, e enquanto essa pessoa não escrever um carta confessando seus pecados e pedindo perdão, todos permanecerão fora do testamento.

O problema é que ninguém sabe quem realmente foi o culpado, sendo assim as três netas da Poderosa Lou: Norrie, Jane e Sassy,  decidem escrever suas cartas, já que elas acreditam serem as culpadas. A partir dai o livro é dividido em três partes, todas narradas em primeira pessoa, a primeira por Norrie, a segunda por Jane e a terceira por Sassy, a caçula das irmãs.

Norrie é a mais velha das garotas, é ela quem nos apresenta à família Sullivan (que é bem numerosa, além das três irmãs temos mais três garotos, o pai e a mãe). A garota não é a personagem mais carismática do mundo, e durante toda a sua narrativa me pareceu um tanto quanto superficial, não consegui me identificar ou torcer por ela. Norrie sempre faz o que sua avó manda, é como se ela não tivesse vontade própria, isso até ela conhecer um rapaz mais velho que vai mexer com sua cabeça e tirar sua vida da estabilidade habitual.

Jane é a irmã do meio e faz de tudo para ser a rebelde. Ela cria um blog intitulado “minha família malvada” onde ela conta todas as maldades da sua família. Achei muito ofensiva a maneira como ela expõe sua família, sem pensar nas consequências, mais uma vez não consegui gostar tanto assim da personagem.

A última parte é narrada por Sassy, a caçula das três irmãs. Apesar de sua história não ser nada impactante, essa foi a única personagem que conseguiu me cativar. Ela é inocente e acredita que de alguma forma é invencível, já que caiu em um buraco muito fundo e foi “atropelada” duas vezes sem se machucar. Sem mencionar o segredo que ela esconde, e que acredita ser o motivo da magoa de sua avó.

Apesar de não ter sido uma leitura cativante, a escrita de Natalie Standiford é bem envolvente, e consegui ler o livro em pouco tempo. A narrativa é em formato de cartas, onde cada uma das irmãs conta sua versão, com direto a observações cheias de sarcasmo e pedidos de desculpa por citar palavrões. Gosto desse tipo de narrativa, acredito que a leitura se torne mais dinâmica. As personagens também foram bem construídas, cada uma possui suas essência e características bem marcantes.

Para mim a família Sullivan é desestruturada, a avó é arrogante e se acha a dona da verdade, quer controlar a vida de todos e não se incomoda com o que cada um pensa. O pai é chamado por todos de “Paizão”, mas ainda que seja bastante carinhoso, ele mal abre a boca e nunca se impõe (um banana). A mãe não gosta de ser chamada de mãe, então todos os filhos a chamam de Ginger, ela é zero maternal e só sabe reclamar e ficar deitada. Os irmãos mais velhos aparecem bem pouco e o caçulinha, Takey, é praticamente criado pela empregada. Ou seja, família bagunçada.

Minha esperança era de que o final fosse surpreendente e conseguisse me conquistar, mas infelizmente isso não aconteceu. Sim, ele é inusitado e eu não esperava, mas não consegui aceitar que a Poderosa Lou precisasse fazer tanta tempestade por aquilo.

No geral foi uma leitura leve e rápida, a edição lindíssima e caprichada me agradou muito. Se você procura uma leitura que te entretenha e relaxe, é provável que consiga gostar mais do que eu.

Se você já leu, não deixe de comentar aqui embaixo, quero saber se vocês tiveram a mesma impressão do que eu.


Postado por







ilustrações design e desenvolvimento