INÍCIO QUEM SOMOS RESENHAS CONTATO/POLÍTICAS LIVROS LIDOS EM 2014

O que rolou nas últimas semanas

Coluna baseada no meme semanal criado pelo Lost in Chick Lit

Eu sumi totalmente, o ano de 2014 (até agora) tem sido de longas ausências do blog e pouca leitura. Tudo isso eu já expliquei aqui, mas além de tudo o que foi dito naquele post, ainda tem  o fato de que nesses últimos meses eu e o Diego não estamos morando sozinhos, temos uma intercambiaria da Alemanha morando com a gente (A Lisa), acho que vocês conseguem imaginar a mudança enorme na nossa rotina né? ;)
Estou com resenhas atrasadas, posts começados, vídeos sem editar (e uma lista para gravar), o verdadeiro caos. Mas, vou tentar colocar tudo ordem, descansei bastante no feriado prolongado e acredito que estou com a cabeça fresquinha agora (oremos).

♥ Leitura do momento:
Princesa Mecânica, de Cassandra Clare.

♥ Li essa semana:
To mega empacada gente, tristeza define. 

♥ Resenhei essa semana:
Vale na semana retrasada? Minha última resenha foi de Infinity Ring, do James Dashner

♥ Posts bacanas da semana
Como estou sem postar faz dias, vale dar uma espiadinha em todos os post né? 

♥ Ultima compra e o que desejo comprar urgentemente:
Nada, estou apenas desejando voltar a ler na velocidade de antes. =/

♥ O que eu assisti essa semana:
Seriados, um pouco de Supernatural, Arrow e Grey's Anatomy.

♥Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
Um monte de coisa, vai ter vídeo em breve. 

 Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever)
Trailer de Divergente está nos favoritos, estou torcendo tanto para gostar do filme! (E amanhã entra no ar sorteio de brindes da saga, fiquem ligados!). 

 O que eu vou fazer de bom essa semana? 
Trabalhar, e tentar colocar a casa em ordem. 


Infinity Ring: Um Motim no Tempo - James Dashner

Infinity Ring #1
Autor: James Dashner
Editora: Seguinte
Número de páginas: 239
Avaliação: 
Skoob

Dak Smyth e Sera Froste são melhores amigos, apesar de serem completamente diferentes. Dak é fascinado por história, praticamente uma enciclopédia ambulante, e Sera é expert em física quântica. Em uma tarde de bobeira, os dois aproveitam que estão sozinhos e decidem vasculhar o laboratório secreto dos pais de Dak. Lá eles descobrem um projeto chamado Anel do Infinito - que caso seja realmente finalizado -, vai proporcionar a oportunidade de viajar no tempo. Sera acaba conseguindo finalizar o projeto. 

No primeiro teste de uso do Anel do Infinito, eles têm resultados incríveis, o problema é que os pais de Dak simplesmente somem no tempo e eles vão precisar de muita ajuda para encontrá-los. É ai que os Guardiões da História aparecem, uma sociedade secreta criada há muitos séculos, que luta para consertar as enormes fraturas no tempo, causadas pela SQ, a organização responsável por controlar o planeta, mas que há tempos vem alteração o passado para conseguir benefícios no presente. 

Agora, Dak e Sera precisam voltar ao ano 1942 e impedir que Cristovão Colombo seja jogado ao mar, antes de sua chegada na América. 
**********


Infinity Ring é um livro muito rápido, são 239 páginas que passam voando. Logo que vi a sinopse eu fiquei bastante curiosa, e saber que o 1º livro da série tinha sido escrito por James Dashner é também autor do aclamado Maze Runner, me deixou ainda mais ansiosa. Sem contar que sou apaixonada por histórias de viagem no tempo. 

Dak e Sera são personagens bem construídos e com características bem definidas, o meu problema com a trama foi que Dak me pareceu um tanto quanto indiferente ao sumiço dos seus pais. Eu entendo sua fascinação pela história, e viajar para o passado para alguém com essa fascinação deve realmente ser algo sensacional, mas eu esperava um pouco mais de tristeza no garoto, ou que pelo menos ele demonstrasse que estava disposto a enfrentar toda essa aventura para ajudar seus pais, e não apenas pelo seu amor à história. Acho que o autor não se aprofundou nessa questão, me senti distante dos personagens.

Falando em aventura, esse primeiro volume é repleto dela. Gostei muito da ambientação, consegui realmente me imaginar no ano 1492, à bordo do navio de Colombo. O ritmo dos acontecimentos é ágil, mas sempre mantendo o sentido de todas as ações. A carga histórica do livro é bem intensa, ainda que tudo seja narrado de maneira simples, muitos fatos, datas e acontecimentos marcantes da história do mundo são explorados, e tenho certeza que nos próximos volumes teremos muito mais. 
O final é muito bacana (mesmo que as coisas tenham sido resolvidas facilmente), fica difícil não desejar ler o próximo volume o quanto antes. O segundo volume - Dividir e Conquistar -, escrito por Carrie Ryan já foi lançado, bem como o terceiro volume, O Alçapão, escrito por Lisa MacMann.

Infinity Ring: Um Motim no Tempo é claramente um livro juvenil (pelo menos esse primeiro volume), mas nada impede que seja apreciado por todas as idades. Se você gosta de leituras leves e curte o gênero, é uma boa pedida. ;)


Filme: De Repente Pai

Título Original: Delivery Man
Lançamento: 2014

Direção: Ken Scott
Elenco: Vince Vaughn, Chris Pratt, Cobie Smulders  
Gênero: Comédia

Sinopse: Um homem de meia idade (Vince Vaughn) descobre ter sido pai de 533 crianças, através da doação de esperma. Ele passa a enfrentar problemas quando algumas dezenas destas crianças, já crescidas, passam a sentir a enorme necessidade de conhecer quem é seu pai biológico.

Desde de quando vi o trailer de De Repente Pai fiquei interessada pelo filme porque, querendo ou não, a premissa é muito inusitada e capaz de render um filme muito bem humorado. E preciso confessar que fui surpreendida, não só por ter gostado, mas principalmente por não ser uma comédia escrachada como aparenta, é, também, uma estória muito humana. 

David Wozniac (Vince Vaughn) é um entregador de carne para o negócio de sua família e não tem nada de especial na vida, luta para pagar suas dívidas e manter sua namorada mesmo com todas as suas burradas. Até um dia quando um advogado aparece em sua casa e diz que ele possuí 533 filhos, frutos de centenas de doações de esperma que fez quando era mais novo. E, para piorar, uma grande parte deles querem conhecer o pai. 

O filme começa como uma grande comédia clichê e quase escrachada, mas foi inusitado, para mim, o caminho seguido pelo filme. Em nenhum momento De Repente Pai perde o fundo de comédia, não é aquele tipo de filme que te faz rolar de rir, mas sim aquele que consegue arrancar vários sorrisos e risadas. Mas que, ao mesmo tempo, toma um rumo mais humano e sentimental. Não vou dizer que é uma estória profunda ou extremamente emocionante, mas sim que tem uma certa beleza, passando um mensagem muito bonita. Gosto também da maneira que seus personagens crescem juntamente com a estória. 

Vince Vaughn é um bom ator e tem um timming muito bom para a comédia, mas, apesar de cumprir muito bem seu papel, David Wozniac, o seu personagem, não tem nada de único, ou muito especial.  Você acaba gostando dele e simpatizando com a sua situação, mas nada mais além disso. 
Um grande destaque do filme, para mim, é o Chris Pratt, eu gostei muito da sua atuação e do seu papel, em toda cena que aparecia ele roubava as atenções e apesar de fazer uma personagem um tanto quanto caricato ele realmente me ganhou. 

Gostei muito da maneira com que fomos apresentados a alguns dos filhos do David, apesar de cada um ter pouco tempo em tela, o diretor conseguiu fazer com que o telespectador se interessasse por suas estórias e por qual rumo eles tomariam dali para frente. Foi uma sacada inteligente para fazer com que quem estivesse assistindo se relacionasse com o filme. 

Eu não esperava gostar tanto de De Repente Pai e muito menos o rumo decidido para a estória. É um filme gostoso de assistir e que balanceia a comédia com momentos mais leves e até - por que não? - tocantes. Recomendo muito para quem gosta do gênero.  


Destrua-me - Tahereh Mafi

Estilhaça-me #1.5
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 84 (apenas em e-book)
Avaliação:  
(Skoob)

Destrua-me é um conto da série Estilhaça-me que conta um pouco da história pela visão do vilão Warner. A história começa logo após o final do 1º livro, sendo assim, contém SPOILERS de Estilhaça-me

Eu AMO quando os autores lançam um pequeno conto com o ponto de vista de outro personagem, isso torna a narrativa em 1ª pessoa mais rica. Em Estilhaça-me vimos tudo pelo ponto de vista de Juliette, mas agora vamos conhecer (e entender) um pouco mais da mente do vilão sádico Warner. Eu já havia gostado do personagem em Estilhaça-me, mesmo ele sendo absolutamente louco, mas Destrua-me mostrou um lado humano de Warner, e nos deu até mesmo a fonte de sua crueldade. 

No final do 1º livro Warner descobre que pode tocar em Juliette, e após tentar beijá-la ele acaba levando um tiro - dado pela própria Juliette. Ele não morre, mas sua ferida é grave e o deixa debilitado. É a partir daí que as coisas em Destrua-me se desenrolam, Warner está fraco e a única coisa que consegue pensar é em Juliette, em trazê-la de volta.

Essa fraqueza resulta na chegada do Comandante Supremo do Restabelecimento ao Setor 45. O Comandante é também seu pai, e está disposto a colocar todas as coisas em seus devidos lugares, e fará tudo o que for preciso, até mesmo matar Juliette.

Se eu pensava que Warner era mau, agora acho que ele é até um pouco bonzinho. O Comandante é extremamente frio, não demonstra nenhum sentimento, e exige do filho a mesma postura. Em Destrua-me mergulhamos na mente de Warner, suas emoções, medos e angustia são vívidos, ele está apaixonado por Juliette e quer protegê-la. Fica difícil não simpatizar com o vilão e até mesmo torcer por ele

"Não sei se entendi exatamente o que era que estava sentindo naquela época, mas sabia que a queria toda para mim."

Tahereh Mafi abriu meus olhos, me deixou absolutamente fisgada pela história e quando as coisas chegaram no momento mais explosivo, quando a ação realmente iria acontecer "puf", ela finalizou o conto! Claro que eu estou MALUCA para ler Liberta-me e saber o que acontece com Warner, Juliette e Adam (com o pai de Warner também, confesso), só lamento que a narrativa não será mais pelo ponto de vista do vilão que estou aprendendo a amar. 

"O amor é um cretino perverso e sem coração.
Estou ficando louco."

Na resenha de Estilhaça-me eu disse que poderia me tornar Team Warner a qualquer momento. E bom, mesmo gostando muito de Adam, sinto que isso está cada vez mais próximo de acontecer. Mais um triângulo amoroso que vai realmente mexer comigo! #sofro

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