mm1 mm2 mm3mm4 mm5 mm6 mm7


26
mar 2015

ARQUIVADO EM: Novidades

Oi gente, tudo bem? Depois de muito tempo, resolvi ressuscitar a coluna de Novidades. Ainda não sei a periodicidade, e provavelmente precisarei de alguém que me ajude nisso (tem interesse em escrever no blog? Me mande um e-mail), mas por hoje confiram as noticias que mais me chamaram à atenção nos últimos dias.


Perdida, o filme

A Carina Rissi publicou na sua página no Facebook, contando que a adaptação de Perdida pode sair ainda esse ano! A pedido do diretor do filme, Luca Amberg, A Cá contou quais são os possíveis atores que irão interpretar Sofia e Ian nas telonas. Os escolhidos foram Chay Suede e Bruna Marquezine.

chay e bru

Perdida é um dos meus livros favoritos, tenho um carinho mais do que especial pela história e pelos protagonistas, e confesso que não curti a escolha, acho que não combina. Mas, acredito que a história será um sucesso, pois o roteiro foi feito pela própria Carina. O que vocês acharam disso?


Lançamento No Mundo da Luna

Mais uma da Carina Rissi, No Mundo da Luna foi lançado no dia 19! Eu li esse livro no ano passado, e amei demais! Foi um privilégio fazer a leitura antecipada! A Carina está em turnê pelo Brasil até o dia 12 de abril, se você quiser saber onde ela estará nos próximos dias, é só conferir neste post.

Luna


Trailer de Cidades de Papel

Mais um livro de John Green estará nas telonas! Cidades de Papel tem previsão de lançamento para Julho de 2015, e o primeiro trailer já foi divulgado:

Cidades de Papel não um dos meus livros favoritos, vocês podem observar na resenha que algumas coisas não me agradaram totalmente. Entretanto, é o tipo de história que eu acredito que funcionará bem em filme. O filme, terá a modelo Cara Delevingne e o ator Nat Wolff como protagonistas. Gostei muito dos atores e do trailer, e vocês?

QCDPMovieuentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

 

Qual foi a noticia dessa semana que mais chamou a atenção de vocês? Contem para mim nos comentários. :)


Postado por




25
mar 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

CobenMickey Bolitar #3
Autor: 
Harlan Coben 
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 
221
Avaliação: 
5/5
Onde comprar: Submarino | Americanas

A Toda Prova é o terceiro livro da série Mickey Bolitar, se você ainda não leu os livros anteriores, essa resenha conterá spoilers sobre o enredo dos livros anteriores.

Sinopse: Oito meses se passaram desde que Mickey Bolitar presenciou a trágica morte de seu pai. Por muito tempo, o garoto não teve nenhum motivo para questionar o que aconteceu naquele acidente fatal. Porém, de repente, ele começa a perceber mentiras, segredos obscuros e questões sem resposta que o deixam desnorteado. Por que sua vizinha reclusa afirma que Brad Bolitar está vivo? Por que o paramédico que tentara socorrer seu pai reapareceu subitamente na cidade?

Mesmo ansiando pela solução do mistério, Mickey precisa se dedicar a outro estranho caso. Sua amiga Ema revela que começou um relacionamento pela internet e que está apaixonada. Contudo, seu suposto namorado sumiu sem explicação. Recusando-se a acreditar que foi enganada, ela pede a ajuda de Mickey. Aparentemente, a fama do sobrinho de Myron Bolitar como investigador já se espalhou, pois até seu rival, Troy Taylor, suplica que ele o auxilie. O garoto foi pego no exame antidoping e ficará de fora do time de basquete em seu último ano na escola. Ainda que desconfiado, Mickey acaba se envolvendo em uma trama que se mostrará mais grave do que parece.

Neste desfecho da série, três mistérios mobilizam a vida do jovem herói, mas nada pode prepará-lo para a grande verdade

Olha, preciso ter uma conversa séria com o Harlan Coben. Sacanagem escrever um livro tão bom e finalizar desse jeito enlouquecedor. Sim, o final é conclusivo, mas eu queria MAIS! Quando terminei a leitura eu dei risada, achando que era pegadinha, pesquisei um monte para saber se teria um 4º livro, e não, aparentemente esse é o último mesmo.

A história está ainda melhor do que no livro anterior, Mickey continua certo de que seu pai está vivo, então ele pede ao seu tio Myron para que consiga a autorização para a exumação do corpo de Brad. Ele espera que o caixão esteja vazio, mas para sua surpresa lá dentro tem uma urna com as cinzas de alguém, que todos afirmam ser Brad Bolitar.

“O seu pai foi cremado. As cinzas dele foram postas naquela urna e enterradas. Isso não é costumeiro, mas também não é incomum.”

Mickey não consegue acreditar nisso, mas existem outras situações que precisam de sua atenção. Além de ele ser odiado pelo seus colegas do time de basquete, Dona Morcega aparece e diz que ele, Ema, Colherada e Rachel precisam encontrar Jared Lowell. Existe muita coisa por trás disso, já que Ema conhecia o rapaz e se correspondia com ele pela internet, até ele sumir sem deixar vestígios. Para completar, a última publicação de Jared no Facebook é de uma borboleta, símbolo do Abrigo Abeona. A revelação dessa parte da trama foi bem surpreendente, eu não imaginava. 

“Tudo mudou em um estante. Foi uma coisa que aprendi do modo mais difícil. O mundo da gente não desmorona pouco a pouco. Não se desfaz gradualmente nem se parte em pedacinhos. Pode ser destruído num estalar de dedos.”

Como se não bastasse, ele ainda se vê ajudando um dos seus inimigos, Troy Taylor foi pego no exame antidoping, mas ele jura não ter usado nada. O espirito investigativo e a necessidade de aceitação na equipe de basquete fazem com que Mickey se envolva em mais um problema.

São três pontos, três situações que requerem a atenção de Mickey. E ainda que ela tenha os melhores amigos do mundo (amor eterno por Ema e Colherada), eu queria muito que ele pedisse ajuda ao tio, foi difícil ver me personagem preferido da vida ali, sem ser solicitado, mesmo com toda a experiência que tem. Lógico que eu entendo os motivos de Mickey para não querer a ajuda de Myron, mas eu tive vontade de fazê-lo mudar de ideia.

Nesse volume percebemos que Mickey está um pouco confuso em relação aos seus sentimentos por Ema, o que eu achei uma boa sacada do autor em meio a tantos problemas passados pelo protagonista. A construção dos personagens é extremamente bem feita, eles são gente como a gente, impossível não se identificar. Assim como na série de Myron Bolitar, Coben também criou amigos que são quase irmãos, que fazem de tudo uns pelos outros. Isso me leva a crer (e desejar, e torcer e orar muito) para que futuramente existam novos livros de Mickey, numa versão adulta, com seus amigos Ema e Colherada. Não custa nada sonhar.

São apenas 221 páginas, mas que são mais do que suficientes para trazer todo o tipo de sentimento: ansiedade, alegria, angustia e esperança. Tudo se interliga, cada pista e detalhe é explicado, e fica óbvio que tudo estava bem no nosso nariz, o tempo todo! E o final… é arrasador e sensacional. Eu quase infartei. A história se conclui, mas eu não acharia ruim se tivesse pelo menos um epílogo.

“Por mais dolorosa que seja, a verdade deve vir à tona a qualquer custo.”

Mais uma vez tiro meu chapéu para o mestre Harlan Coben, para mim o melhor autor do gênero. O meu preferido, vocês sabem. Recomendo sem sombra de dúvidas, na verdade recomento TODOS os livros dele hahaha.

E vocês? Já leram também?


Postado por




24
mar 2015

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

insurgente

Título Original: Insurgent

Lançamento: 2015

Direção: Robert Schwentke

Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Miles Telle, Ansel Elgort

Gênero: Ação, Ficção Científica

Sinopse: Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem.

Eu amei a adaptação de Divergente, se vocês conferirem a crítica que fiz do filme, vão perceber que gostei principalmente da maneira com que eles se manteram não completamente, mas bastante fiéis a obra original. Mas desde do primeiro trailer divulgado de Insurgente eu soube que o mesmo não iria se repetir. E, infelizmente, estava mais do que certa. Na urgência de transformar em algo ainda mais vendável eles estragaram – e muito! – o meu livro favorito da trilogia e colocaram em sério risco o futuro da saga nos cinemas (pelo menos para os fãs dos livros).

Se você analisar o filme como simplesmente isso, e não uma adaptação, não acho que exista nada de muito ruim – apesar de que algumas pessoas que não leram os livros terem me dito que também gostaram mais do primeiro. Ele é super dinâmico, cheio de ação, com boas atuações e uma fotografia interessante. Apesar de ser muito corrido e até meio confuso em certos momentos, acho que para o gênero em que se encaixa ele está longe de deixar a desejar. Mas acontece que, como pessoas que leram os livros da Veronica Roth, nós vamos para o cinema procurando muito mais do que um bom filme, mas sim uma adaptação que faça jus as estórias que aprendemos a gostar.

O pior que aconteceu com a saga foi que ela caiu na graça popular e, infelizmente, na mão de roteiristas e produtores que claramente não possuem um respeito grande o suficiente com a obra original – como aconteceu com Jogos Vorazes, por exemplo, que virou febre no mundo todo, mas a cada filme se torna mais e mais fiel aos seus livros. Então, buscando agradar cada vez mais gente eles estão aproximando a estória do estilo Transformers de filme, onde existe muita ação, muitos efeitos incríveis, mas sem nenhuma profundidade e personagens sem personalidade nenhuma (o que é irônico quando se tem origem em uma distopia repleta de críticas sociais).

Porque eles conseguiram tirar quase todas as profundidade de todos os personagens. É importantíssimo para entendermos as escolhas da Tris no final do terceiro livro a forma como a autora mostra a cada volume a sua sensibilidade e a forma como é entregue aos sentimentos. Em Insurgente – o livro – ela sofre de um stress pós-trumático gravíssimo onde ela se recusa a pegar em qualquer arma e carrega uma culpa e uma dor gigantes. No filme eles mostraram um pouco disso, deram alguns vislumbres desses seus dilemas e traumas, mas logo jogam tudo isso de lado em prol da ação – e é meio irônico ver alguém se sentindo tão culpada pela morte de alguém atirando e matando todo mundo que vê pela frente. Em nenhum momento vemos os problemas no relacionamento que a Tris e o Tobias passam no livro e trazem uma veracidade interessantíssima para estória e, para melhorar, eles praticamente ignoram os problemas familiares do Tobias. Personagens que amamos e esperamos muito para ver em cena – sim, estou falando do Uriah aqui – aparecem super de relance e não mostram nenhuma personalidade. Enfim, acho que vocês já entenderam.

E, se não fosse suficiente tirarem muito da essência da estória, nós ainda temos as mudanças. Porque, senhor, qual a necessidade daquela caixa? E daquele monte de tecnologias futurísticas e invenções que não fazem o menor sentido e que simplesmente não combinam em nada com o que conhecemos nos livros? Eles, sinceramente, passaram dos limites aqui. Tanto que criam algumas coisas que criam furos absurdos na estória. Como é possível, por exemplo, existir um scanner de rosto capaz de dizer qual é a sua facção sendo que isso é algo que você escolhe por livre e espontânea vontade? E não vou nem comentar sobre o medidor de porcentagem divergente, me recuso. O que mais me irrita é que não havia a necessidade de nenhuma dessas mudanças. O livro já é repleto de ação e mortes para todos os lados e, mesmo com todas essas mudanças malucas, eles acabam chegando no mesmo lugar. Então alguém me explica qual foi a maldita necessidade? Mas eu juro que até chegar no final eu estava até ok, conseguindo relevar as besteiras, mas eles ferraram tudo com final. Se o que eles deram a entender ali realmente acontecer não sei mesmo o que esperar dos dois filmes de Convergente.

Como eu disse no começo as atuações foram boas, mas não muito mais do que isso. Por um lado nós temos a Shailene Woodley que está ainda melhor no papel de Tris e entregando ótimas cenas como o do soro da verdade, que chegou a me levar as lágrimas, confesso. E também o Miles Teller que fez do Peter um dos melhores personagens, engraçado e irônico apesar de babaca, mas que infelizmente ainda perde um pouco de profundidade. Só que aí temos ótimos atores como a Kate Winslet e Octavia Spencer desperdiçadas em papéis rasos e, no caso da Octavia, sem quase nenhum tempo em tela. Não vou nem falar na escolha de atriz para mãe do Quatro que parece, no máximo, sua irmã.

Eu saí realmente chateada do cinema por terem feito tantas mudanças sem a menor necessidade e por terem transformado a estória em algo puramente comercial. Estou com muito medo do que vamos ver nos próximos dois filmes, já que Convergente é um livro com muito menos ação na mão de pessoas que só se preocupam com isso. A única coisa que consigo visualizar é uma mudança completa do que conhecemos. Posso – e espero – estar errada, mas por enquanto fico com os livros.





23
mar 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

odesafioO desafio
Autor:  Rachel Van Dyken
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 360
Avaliação:  4/5

Sinopse: O Desafio – Como vai? Quer dizer, faz tanto tempo!”
Na verdade, fazia onze meses, uma semana e cinco dias. Mas quem é que estava contando? Não ela.
Jake Titus é rico demais, bonito demais e arrogante demais: qualidades que, anos antes, fizeram Char Lynn viver com ele a melhor noite de sua vida — e em seguida a pior manhã, quando ele a dispensou. Agora terão que se reencontrar no casamento de Kacey, a melhor amiga dos dois. Seria uma situação estranha, mas suportável… Se vovó Nadine não tivesse sido desafiada a uni-los.
Como padrinho e dama de honra dos noivos, Jake e Char têm que passar cada vez mais tempo juntos. Ele é um galinha mimado, e ela é uma garota maluca. Então por que não conseguem resistir um ao outro?
Quando Jake para de se comportar como um babaca e começa a agir como o homem que Char sempre teve esperança de que ele pudesse ser, fica cada vez mais difícil lembrar que ele já a magoou. E agora Jake vê nela tudo que sempre quis — só precisa fazer Char acreditar nisso.

Char sempre foi apaixonada por Jake. Desde criança ele faz parte dos seus sonhos. Mas ela sempre foi “estranha”. A que sempre era motivo de risos por parte das amigas. Porém, o tempo passa e os dois seguem caminhos diferentes, até que se encontram e passam uma única noite juntos. Sim. Porque quando acorda no dia seguinte, Char percebe que Jake havia ido embora e deixado um bilhete agradecendo pela noite que passaram juntos.

Char continua vivendo sua vida de jornalista, com seu sonho de virar repórter. Até que os dois inevitavelmente se encontram porque são convidados para serem padrinhos de Kacey e Travis. Com isso, vão ter que passar um tempo juntos. Como Char vai conseguir suportar a arrogância de Jake? Porque sim, Jake é rico, mimado, arrogante e muito seguro por saber que exerce um grande poder sexual sobre as mulheres.

Porém, ele não contava com a “intervenção” de vovó Nadine, que aparece com o desafio de uní-lo à Char.Será que isso tem como acabar bem?

O Desafio é o livro que precede A Aposta (resenha aqui), primeiro livro da série Aposta. E adorei a forma como a autora de uma certa forma nos fez participar um pouco mais da vida de Kacey e Travis, personagens do primeiro livro. Mas confesso que me apaixonei ainda mais pelo casal deste segundo livro: Char e Jake. Mesmo Jake tendo se mostrado um chato no começo do livro, isso acabou mudando no decorrer da leitura.

A história é narrada em terceira pessoa, pelos dois personagens e temos também participação de Kacey e Travis. Adoro esse tipo de narrativa, porque sinto que conhecemos o “íntimo” de cada personagem, o que realmente sentem, pensam sobre tudo o que se passa na história.

E o que dizer sobre vovó Nadine? Assim como no primeiro livro ela arrasou em O Desafio. Porque ela é inteligente, divertida e mesmo no auge dos seus mais de 80 anos é toda feminina e sexy. Ri demais em todas as cenas em que ela participa. Com certeza, a personagem foi essencial para que a história se tornasse tão boa. Vovó Nadine foi uma tacada de mestre da autora, e espero que ela também participe do próximo livro da série.

O livro é um romance leve e divertido. A autora escreve de forma com que a gente se sinta atraído pelos personagens que são apaixonantes e engraçados. Recomendo muito a leitura.


Postado por




20
mar 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

NoMundodaLunaAutor:  Carina Rissi
Editora: Verus
Número de páginas: 476
Avaliação:  5/5 

Onde comprar: Submarino | Americanas | Saraiva

Leia o 1º capítulo

Sinopse: A vida de Luna está de cabeça para baixo. O namorado está de caso com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina mecânica que com ela e seu emprego é uma droga. Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas financeiros e o quadro de funcionários acaba sendo reduzido. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo de Luna. Embora não acredite em misticismo, forças ocultas, magia, e não tenha a menor ideia de como criar um mapa astral, ansiosa em dar o primeiro passo para se tornar a jornalista que sempre sonhou, ela aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser? Luna não desconfia das confusões que o futuro lhe reserva. Dentre elas, uma arrebatadora e irresistível paixão que mudará sua vida para sempre. A história de amor perfeita Se não fosse com o homem errado.

Eu sou fã da Carina Rissi, isso vocês já sabem. Perdida, Encontrada e Procura-se um Marido são livros que eu recomendo para todos, e fazem parte da minha listinha de preferidos. Então, já dá para imaginar o quanto eu AMEI No Mundo da Luna né?

Li esse livro no ano passado, mas como ontem foi o lançamento oficial, resolvi publicar a resenha para vocês nessa data, em comemoração! (Era para eu ter postado ontem, mas confesso que me confundi e achei que era hoje, shame on me).

Luna é uma personagem extremamente carismática, gostei dela logo no primeiro capítulo. Ela acabou de terminar com o ex-namorador traidor e acaba sempre o encontrando onde quer que ela esteja. Como se Luna já não tivesse muitos problemas, como seu cacheado que se revolta com o menor sinal de chuva, seu carro que insiste em quebrar quase que diariamente e seu emprego na Fatos&Furos, que ela imaginou que seria a melhor coisa do mundo, mas se mostrou bem diferente do que ela pensava.

A revista é muito boa, mas Luna é a recepcionista. Servir cafezinhos não era o planejado quando ela se formou em jornalismo há alguns meses. Fora que, seu chefe – o temido Dante Montini – insiste em chamá-la de Clara.

“(…) Meu chefe – também conhecido por diabo, demônio, cão chupando manga e babaca sem noção, e isso nos dias bons.”

Quando a revista passa por uma redução de funcionários, devido à uma crise financeira, Luna se torna a colunista do horóscopo semanal. Não que a garota acredite em nada disso, mas oportunidades precisam ser agarradas!

A partir dessa promoção, a vida de Luna vira uma completa bagunça. Ela precisa se esforçar para criar o horóscopo da semana, e agradar a todas as pessoas (e olha, ela consegue! Eu dei altas risadas com esse horóscopo). E nem pode contar com a ajuda de sua avó Cecilia, uma experiente cigana, pois ela acha um absurdo Luna querer fazer tudo as pressas, sem de fato querer aprender sobre a cultura de sua família.

Eu me diverti MUITO lendo esse livro. Luna é cheia de atitude, divertida e dedicada, o que não impede que ela seja bem atrapalhada. O romance é de fazer suspirar, Dante não faz o tipo mocinho sedutor, na verdade ele é um pouco nerd, e isso fez todo o diferencial da trama. A maneira como a paixão acontece também me agradou demais, nada de romances instantâneos e melosos.

Luna também faz algumas escolhas erradas, e eu tive vontade de entrar na história e conversar com ela (dar um puxão de orelha sabe?). Os personagens secundários também ganharam a minha simpatia. Sabrina (a melhor amiga de Luna, e companheira de apartamento), Bia e Fernando (os vizinhos que tem uma importância enorme para a trama), são carismáticos e divertidos. A história não teria a menor graça sem eles.

A narrativa é em primeira pessoa, então mergulhamos totalmente nas loucuras de Luna. Apesar de ter 476 páginas a narrativa fluída e leva faz com que a gente nem sinta a leitura, li em dois dias e quando acabou fiquei bem triste. Já estou ansiosa pela próxima história da Carina!

No Mundo da Luna me fez rir e suspirar, devorei o livro em poucas horas. Carina Rissi me surpreendeu mais uma vez e levou o chick-lit nacional a outro nível, consolidando seu talento inigualável. Dante e Luna simplesmente arrebataram o meu coração! Recomendo COM CERTEZA!


Postado por




16
mar 2015

ARQUIVADO EM: Música

hillsong_united_0

Eu não sou a pessoa mais viciada em músicas e nem estou sempre ouvindo alguma coisa nova. No entanto, existem algumas canções que simplesmente me arrebatam e eu não consigo parar de ouvir sempre que tenho um tempinho.

A música de hoje não é lançamento, e imagino que a maioria de vocês já a conheça. Estou falando de “Oceans”, da banda Hillsong United. Essa é sem dúvidas uma música que me acalma e me faz sentir mais próxima de Deus.

A banda é composta pelos jovens da Hillsong Church, uma igreja da Austrália. Apesar de eles serem cristãos e suas letras serem sempre repletas de amor e adoração, você não precisa ser de nenhuma religião para apreciar. As músicas são tão lindas que acho dificil não gostar de pelo menos uma.

Eu acompanho essa banda tem muitos anos, desde o primeiro CD, antes eu ouvia muito o grupo principal da Hillsong, mas me identifico mais com o pessoal mais jovem mesmo. Ainda não tive oportunidade de ir ao show deles, quando estiveram no Brasil, mas quem sabe um dia né?

Para quem ainda não conhece, aqui vai  clip da música “Oceans” (essa é a versão acústica, a minha preferida, mas existem outras versões da banda no youtube) espero que gostem tanto quanto eu! (Essa música faz parte do CD Zion, a letra e tradução você pode conferir aqui).

Mas me contem, qual a música que vocês mais tem ouvido no momento?


Postado por




11
mar 2015

ARQUIVADO EM: Vídeos

Oi geeente! Tudo bem com vocês?

Eu gravei o vídeo para ter uma parte só, mas foram incríveis 39 minutos de falação. Na edição eu consegui diminuir para 28, mas mesmo assim achei que não seria bacana. Então, vou postar duas partes, que ai fica melhor para vocês ok?


Livros lidos em Janeiro e Fevereiro:

O Sangue do Olimpo – Rick Riordan

As Crônicas de Bane – Cassandra Clare e outras

O Que Restou de Mim – Kat Zhang

Um passo em falso – Harlan Coben (resenha da Val)

Prisioneiros do Inverno – Jennifer McMahon

O cavaleiro fantasma – Cornelia Funke

Amanhã, quando a guerra começou – John Marsden

Felizes para Sempre – Nora Roberts

O Diário secreto de Lizzie Bennet – Bernie Su e Kate Rorick

A 5ª Onda – Rick Yansey

Gostou? Não deixe de se inscrever no canal, para receber os próximos vídeos.:)

 


Postado por




9
mar 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

CAPA-Por-lugares-incríveisPor lugares incríveis
Autor:  Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Número de páginas: 336
Avaliação:  4/5

Sinopse: Por Lugares Incríveis – Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver.
Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.
Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

A sinopse praticamente resume o livro todo. Violet carrega uma tristeza enorme pela perda da irmã em um acidente de carro em que ela estava junto. De garota popular, que namorava o menino mais lindo (e também) popular da escola, ela se torna uma garota introspectiva e não vê a hora do ano letivo terminar.

Finch é o garoto estranho. O que sofre bullying por ser “esquisito”, é chamado de aberração e pesquisa uma forma de cometer o suicídio “perfeito”. E um dia eles se encontram no alto do prédio da escola. Os dois com a intenção de pular. Mas Violet está bem mais perto disso e Finch a salva. Porém, como Violet é a garota popular, ela passa a ser considerada uma heroína, porque todos pensam que ela foi quem salvou Finch e não o contrário.

Na sala de aula, acabam formando uma dupla para o trabalho de geografia. Eles precisam visitar lugares incríveis no estado onde residem. E com isso o dois se aproximam ainda mais e começam a viver uma história juntos.

Confesso que quando comecei a ler o livro, estava achando enfadonho. Mas à medida, que fui percebendo o que realmente se passava com Finch, a autora me conquistou.

A história é extremamente triste. Fala sobre violência doméstica, depressão, bullying…enfim, inúmeros problemas que pessoa nenhuma no mundo deveria enfrentar, muito menos um adolescente.

A narração é intercalada entre os pontos de vista de Finch e Violet, o que faz com que o leitor conheça a fundo os dois personagens, seus medos, suas aflições. Os diálogos entre os personagens são impressionantes, intensos, muitos deles de tirar o fôlego.

Mesmo a autora tendo mexido com temas muito fortes, soube fazer isso com maestria. Ela conta que este é seu primeiro livro para jovens leitores. E o que também me tocou bastante, foi o fato de que de uma certa forma, o livro foi inspirado em acontecimentos de sua vida real.

Por lugares incríveis é um livro para fazer pensar sobre a vida. Sobre aproveitar todos os momentos da melhor forma possível. É uma leitura muito triste, com um desfecho que talvez não agrade a todos (caso esperem um final feliz), mas que recomendo muito.


Postado por







ilustrações design e desenvolvimento