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26
jan 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

vermelhoTrilogia Branca de Neve – Livro 01

Autora: Salla Simukka

Editora: Novo Conceito

Número de páginas: 240

Avaliação: 3/5

Sinopse: No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue.
Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos.
Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios.
Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma.

 

Lumikki tem 17 anos, estuda em uma escola de Artes e mora longe da família. Ela é uma garota “estranha”, que não gosta de contato com outras pessoas e se sente muito mal quando é tocada.

Um dia, ela entra no laboratório de fotografia da escola e encontra muitas cédulas de dinheiro penduradas secando. As cédulas ainda estão sujas de sangue. Depois disso, ela acaba se metendo em uma confusão gigantesca, cheia de mafiosos, drogas e perseguições.

Confesso que não fui conquistada pelo livro. A história que deveria ser (pelo menos eu achava que sim, e vários outros leitores também), uma releitura de Branca de Neve, pouco se refere ao conto. Apenas o nome da personagem – Lumikki – que em finlandês, é Branca de Neve. Além disso, não vi grandes referências  ao clássico.

O livro é narrado em terceira pessoa e achei a personagem problemática demais. Ela tem apenas 17 anos, mora longe do pais e não aguenta ter ninguém por perto, não tem um bom relacionamento com pessoa nenhuma. Em nenhum momento da história a autora explica o motivo desse comportamento de Lumikki, mas, acredito que seja algo referente ao passado, e que será revelado nos próximos livros.

O livro em si não é ruim, mas quando acabou fiquei com cara de “????”. Tem sim algum suspense, tem perseguição, mas a história realmente não me conquistou. Os capítulos são curtos e o livro também, então, a leitura acaba sendo bem rápida.

O que realmente me agradou no livro, foi a capa, que é perfeita. No início de todos os capítulos, tem a imagem de manchas de sangue, mas em algumas páginas, algumas letras estão apagadas. Infelizmente, deve ter acontecido algum erro no momento da impressão.

 Como se trata de uma trilogia, os nomes dos próximos livros serão:

2 – Branco Como a Neve

3 – Preto Como o Ébano

Se você gosta de suspense, recomendo a leitura, desde que não crie expectativas demais.




24
jan 2015

ARQUIVADO EM: Blog & Pessoal

tempo perdido

Eu sempre fui uma pessoa organizada, às vezes até em exagero. Tenho uma mania irritante de fazer listas para tudo. Sempre gostei de no dia anterior sentar, pegar meu caderninho e fazer uma listinha completa com TUDO o que eu iria fazer no dia seguinte. E quando eu digo tudo, é TUDO mesmo, incluindo a hora do banho.

Como eu trabalhava apenas em casa, isso funcionava perfeitamente, meu marido chegava em casa às 17h e eu já tinha a casa totalmente organizada, roupa lavada e passada e posts do blog agendados para a semana toda. Pois bem, em 2014 eu voltei a trabalhar fora (confesso que não por opção, e sim por necessidade), e a minha organização deu uma diminuída, mas ainda consegui manter as coisas em ordem. Em setembro, fiz um post para vocês contando como eu me organizava, focando na limpeza da casa e prometi um segundo post, com mais detalhes e focando em outros pontos. No entanto, a partir dai eu simplesmente me perdi e a última coisa que posso me considerar hoje é organizada.

As roupas se acumularam, a casa – apesar de limpa – não parecia em ordem (as gavetas estavam lotadas de papeis inúteis), e o blog desatualizado. Eu não conseguia nem sequer ler um livro inteiro em uma semana. Eu tentava fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo, e não finalizava nenhuma tarefa. Minha única vontade era sentar e chorar por horas.

É provável que você pense: “bom, agora ela vai contar como conseguiu se organizar e dar dicas valiosas”. É… não, infelizmente não vou. Apesar de ter melhorado uns 30%, eu ainda continuo muito perdida. Entretanto, eu dei o primeiro passo e tomei algumas decisões importantes.

1. PARAR DE PROCRASTINAR - Essa mania feia de deixar para amanhã, será absolutamente riscada da minha vida. Se eu posso fazer hoje, então eu farei HOJE.

2. FAZER LISTAS - Eu funciono bem com listas, na verdade sou a louca das listas, então vou voltar a utilizá-las.

3. USAR O MEU CADERNO DE ORGANIZAÇÃO - Eu tenho um caderninho de organização, e sempre usei. Ano passado eu abandonei a ideia e deixei tudo virar uma grande meleca, mas em 2015 não vai ser assim. Meu caderno 2015 já está prontinho e começo hoje a colocar tudo lá, vou fazer um post explicando certinho como ele funciona, ainda essa semana (percebam que me comprometi com algo, veremos se vou conseguir mesmo).

4. ANOTAR GASTOS - A bagunça chegou na minha vida financeira também, o que é alarmante. Ainda mais quando se tem a renda bem abaixo do que costumava ser. Instalei um app bem bacana no meu celular, onde vou anotar todos os meus gastos, até mesmo aquele chiclete comprado no posto. Já comecei a usar e por enquanto está dando certo (o app se chama Organizze). Tentei fazer essas anotações diárias na minha agenda, mas não deu certo porque nem sempre eu estava com ela. Como o celular está sempre comigo, tem sido fácil anotar.

 5. RESPEITAR HORÁRIOS - Comecei a colocar alguns horários na minha vida, principalmente relacionados as minhas leituras, já estou feliz em ver o quanto as coisas mudaram nessa área. Voltei a ler com mais agilidade, e prazer. Quero colocar horários também para preparar posts, gravar vídeos e até mesmo para navegar na internet, mas vou com calma, para não jogar tudo para o alto.

Eu sei que não vai ser imediato, talvez eu leve o ano todo para voltar a ser a Juliana de antes (por favor Deus, que não demore tanto), mas estou motivada e quero melhorar. Essa é uma das minhas metas para 2015.

Tenho lido bastante sobre organização e buscado fontes de inspiração, a maior delas é a Thais Godinho, do blog Vida Organizada. O livro dela é simplesmente incrível, estou lendo aos poucos, para absorver cada capitulo e colocar em prática, na medida do possível. Eu tenho consciência que cada pessoa é uma pessoa, e que eu não vou ser igual a ela, então vou adaptando à minha maneira. Resumindo, um dia de cada. Sem pressa, mas com foco.

Vocês também passam ou passaram por isso? Têm algum conselho para me dar? Coloquem aqui nos comentários, vou agradecer imensamente. :)




21
jan 2015

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

 

Título Original: Big Hero 6

Lançamento: 2014

Direção: Don Hall

Gênero: Aventura, Animação, Comédia

Sinopse: Cidade de San Fransokyo, Estados Unidos. Hiro Hamadaé um garoto prodígio que, aos 13 anos, criou um poderoso robô para participar de lutas clandestinas, onde tenta ganhar um bom dinheiro. Seu irmão, Tadashi, deseja atraí-lo para algo mais útil e resolve levá-lo até o laboratório onde trabalha, que está repleto de invenções. Hiro conhece os amigos de Tadashi e logo se interessa em estudar ali. Para tanto ele precisa fazer a apresentação de uma grande invenção, de forma a convencer o professor Callahana matriculá-lo. Entretanto, as coisas não saem como ele imaginava e Hiro, deprimido, encontra auxílio inesperado através do robô inflável Baymax, criado pelo irmão.

Confesso que mesmo amando animações, eu nunca me sinto muito animada para ir até o cinema assistir uma, são muito poucos os casos onde isso acontece. E quando vi os cartazes de Operação Big Hero pela primeira vez não me senti nenhum pouco interessada pelo filme. Mas de repente todo mundo começou a falar sobre como o filme era bom e eu resolvi assistir ao trailer, foi aí que eu fui completamente conquistada por Operação Big Hero – e pelo Baymax!

A animação da Disney é uma adaptação de um série de quadrinhos da Marvel e é bem perceptível a influência desses dois grandes estúdios na estória (mesmo que o filme tenha sido feito efetivamente por apenas um deles). Você tem a valorização dos valores de família e amizade, que é muito comum nos filmes da Disney, além de uma qualidade impecável nos desenhos e na produção, que muitas vezes conseguem até mesmo surpreender. E da Marvel o filmetrás um senso de humor super certeiro, natural e realmente engraçado – sério, de dar boas risadas -, além do óbvio que que é ser uma estória de super heróis. Mas o que eu amei nesse sentido é que a animação não trás a seriedade de todos os filmes de heróis que eu já assisti, os personagens são nerds que se divertem ao se aventurarem nisso, e cometem um monte de besteiras e mesmo assim não desistem de fazer o que querem.

Mas não existem dúvidas de que a grande alma desse filme é o Baymax. Porque eu amo muito o Hiro, ele é personagem descontraído, marcante, divertido e um protagonista com todas as qualidade para ser um, mas é a sua relação com o robô inflável que faz de Operação Big Hero um filme que se diferencia dos outros. O Baymax tem uma ingenuidade e – por mais ridículo que seja dizer isso – fofura que amolece o coração de qualquer um que esteja assistindo ao filme, além de ser o causador das cenas mais engraçadas. É muito legal poder acompanhar ele se tornar cada vez mais humano e sensível e perceber como a relação dele com o Hiro vai se desenvolvendo para algo tão especial.

Queria destacar também que eu amo todo o conceito por trás da estória, o fato de se passar na chamada San Frantokyo, uma mistura super inteligente e interessante da cidade de San Francisco com a cidade de Tóquio e também toda a tecnologia incorporada ao filme e como ela é parte crucial de tudo o que acontece. Se trabalhar com o futuro e com possíveis inovações tecnológicas dão sempre muito material e muitas oportunidades para explorar, e nesse caso foi tudo muito bem pensado e utilizado. Outro ponto positivos foram as sequências de ação, quem for assistir buscando a parte dos super-heróis não vai se arrepender.

Não vou dizer que Operação Big Hero é a minha animação preferida, porque eu estaria mentindo, mas é com certeza uma das melhores que assisti nos últimos tempo. Ela me fez gargalhar, chorar e me contagiou com toda a humanidade que conseguiu passar com os seus personagens animados. Se você gosta de animação não pode deixar de assistir ao filme e se apaixonar pelo Baymax.




19
jan 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

passoemfalsoMyron Bolitar #5

Autor: Harlan Coben

Editora: Arqueiro

Número de páginas: 272

Avaliação: 5/5

Sinopse: Ainda jovem, Myron Bolitar contou com a ajuda do treinador Horace Slaughter para começar a jogar basquete. O relacionamento dos dois era como o de pai e filho, mas com o tempo eles perderam contato e Myron abandonou o esporte. Dez anos depois de ver Horace pela última vez, Myron conhece Brenda, filha do antigo amigo e uma bela estrela do basquete. Trabalhando como agente de atletas, ele poderá fechar um contrato valioso com a jogadora se descobrir o paradeiro de Horace, que sumiu repentinamente após agredi-la. Desde então, Brenda começou a receber ameaças por telefone e a ser seguida. Myron não acredita na culpa do amigo e resiste a ser guarda-costas da moça, mas acaba cedendo. Determinada a não fazer papel de donzela indefesa, Brenda provoca uma atração irresistível em Myron, que vive um relacionamento amoroso debilitado. Porém, existe entre eles um abismo de corrupção e mentiras, além de segredos pelos quais muitos arriscariam a vida. Mesmo contra o bom senso, Myron segue investigando o caso. Disposto a conquistar o coração de Brenda, ele está ciente de que um passo em falso pode acabar matando os dois.

Já comecei a ler o livro ansiosa e com medo de que ele chegasse ao fim. Porque livros do Harlan me causam isso. Como sou apaixonada por ele e por seus livros, sempre começo um lançamento com medo que acabe. E com a certeza de que, ao final, vou me surpreender muito.

E com este livro não foi diferente.

Myron foi contratado por um amigo para proteger uma estrela do basquete, filha de um amigo das antigas, quando ele mesmo jogava. Brenda é linda, tem 25 anos e está recebendo ameaças, após seu pai ter desaparecido de forma suspeita.

Não bastasse isso tudo, Brenda ainda procura pela mãe, que foi embora, a deixando aos cuidados do pai, quando ela tinha apenas 5 anos de idade. Myron ao mesmo tempo que protege Brenda, tenta descobrir o paradeiro de Horace (pai de Brenda) e também procura por Anita, sua mãe.

É complicado falar sobre livros de suspense, porque corro o risco de soltar spoilers. Mas adorei a forma como Harlan, neste livro, escreveu sobre Myron e seu relacionamento com Win, Jessica e também sua amiga Esperanza. Achei que neste livro, Myron foi muito pressionado, obrigado a fazer várias escolhas. E até mesmo Win, que tem como único objetivo protegê-lo de forma incondicional, apoiando sempre e em tudo, acaba confrontando Myron em um momento na história.

- Acabou? Já satisfez sua necessidade de sentir-se moralmente superior?

- Que diabo significa isso?

- Você sabe do que sou capaz – disse Win devagar – Mesmo assim, continua recorrendo a mim.

E mais uma vez, quando estava faltando uns 20% para terminar o livro, achei que tivesse desvendado o mistério de toda a trama. Que bobagem a minha! Harlan de forma magistral, deu um desfecho surpreendente à história. Mesmo sabendo que ele é mestre em nos surpreender nas últimas páginas, fiquei embasbacada com o que ele fez com os personagens, a reviravolta, os papéis de cada um dentro da história, a revelação dos mistérios e segredos.

Um passo em falso, é como todos os livros de Harlan, quando a gente pega, não quer parar de ler, enquanto não chegar ao final. A leitura flui numa rapidez impressionante. Os personagens são apaixonantes.

E agora é esperar pelo próximo livro, porque o final me deixou meio que de coração partido….

Preciso dizer que dei 5 estrelas? Indico muito!!!

*Essa resenha foi escrita no dia 06/11 no meu blog pessoal (Simples Assim)

Livros com o personagem Myron Bolitar:

1) Quebra de Confiança (Deal breaker)
2) Jogada mortal (Drop shot) 
3) Sem deixar rastros (Fade away)
4) O preço da vitória (Back spin)
5) Um passo em falso (One false move)
6) The final detail
7) Darkest fear
8) A promessa (Promise me) lançando pela ARX
9) Quando ela se foi (Long lost)
10) Alta tensão (Live wire)




17
jan 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

o-que-restou-de-mimAs Crônicas Híbridas #1

Autor: Kat Zhang

Editora: Galera

Número de páginas: 320

Avaliação: 4.5/5  | Skoob

Sinopse: Addie e Eva são híbridas duas almas no mesmo corpo. Em sua realidade, todos nascem assim mas, ainda na infância, uma das almas torna-se dominante. Mas isso nunca acontecia com as duas. Considerados instáveis e perigosos, os híbridos foram perseguidos e eliminados das Américas. E quando o segredo delas é ameaçado, Eva e Addie descobrirão da pior forma que há muito mais sobre os híbridos do que os noticiários de TV e os livros de história contam.

Quando vi a resenha da Jacqueline (My Book Lit) sobre o livro O que restou de Mim eu tive certeza de que precisava lê-lo imediatamente. Apesar disso, eu não esperava nada surpreendente, já que esse é o primeiro romance da autora – Kat Zhang, eu queria lê-lo porque achei a história bem interessante, mas não esperava nada além. E para minha alegria, Kat Zhang mostrou que é realmente talentosa, e criou um realidade distópica bem convincente, além de personagens fortes e decididos.

Addie e Eva são duas almas, que habitam o mesmo corpo. O que é perfeitamente normal, no mundo criado por Zhang. Alguns anos após o nascimento, uma das almas – a recessiva – desvanece, dando lugar apenas a alma dominante. Isso é o que deveria ter acontecido com Addie e Eva, mas por alguma razão elas não se separaram, e continuam habitando o mesmo corpo, ainda que Eva não tenha domínio nenhum sobre os movimentos e a fala. O problema é que isso não é algo aceitável, e os híbridos (aqueles que mantem a alma recessiva) são perseguidos, considerados um grande perigo à sociedade.

Ao mesmo tempo em que tentam entender um pouco mais sobre os híbridos, Addie e Eva vão precisar ser extremamente cuidadosas, para proteger o segredo das duas.

“Passei aquelas horas em um mundo de sonhos incompletos enquanto Addie entrava em pânico e gritava para que eu voltasse. Ela só admitiu isso pra mim mais de um ano depois, no entanto eu tinha sentido o medo dela quando retornei, confusa e com os olhos enevoados. Havia percebido seu alívio.”

A narrativa de Kat Zhang é fluida e intensa. A autora – de apenas 19 anos – sabe bem como lidar com a mente de Addie e Eva, tornando-as únicas, ainda que no mesmo corpo. As características de cada uma são bem marcadas. Eva é a alma recessiva, mas a narrativa em primeira pessoa sob o seu ponto de vista mostra o quanto ela é forte. O romance é praticamente inexistente, o foco é no relacionamento de Addie e Eva, na busca por respostas. Fiquei impressionada com a força do vinculo entre as duas, e no quanto elas mesmas conseguiam respeitar suas individualidades. Os outros personagens também foram trabalhados de forma impecável, tenho vários preferidos.

“Às vezes me pergunto como teria sido. Se nunca tivéssemos nos definido.

Se nunca tivéssemos aprendido a odiar a nós mesmas. Nunca tivéssemos permitido que o mundo enfiasse uma divisão entre nós, forçando-nos a nos tornar Addie-ou-Eva, não Addie-e-Eva. Tínhamos nascido com os dedos de nossas almas entrelaçados. E se nunca os soltássemos?”

Não posso dizer mais nada sobre a trama, porque a beleza está em ler sem saber nada de antemão. Muita coisa acontece, não há tempo para tédio nessa leitura, mas ainda assim é um livro bem introdutório e varias perguntas ficaram sem respostas, estou bem ansiosa para ter o segundo livro em mãos. Eu realmente gostei da trama, acho que a melhor palavra para defini-la é: originalidade.

Kat Zhang merece o meu aplauso, e torço muito para que o segundo livro seja ainda melhor. O que restou de mim é uma leitura empolgante, que merece a sua então. Recomendo.

As Crônicas Híbridas

  1. O Que Restou de Mim
  2. Once We Were
  3. Echoes of Us




15
jan 2015

ARQUIVADO EM: Sorteios

Oi gente! Vocês conhecem a Val Gouveia né? Ela é colunista aqui no blog, e escrever as resenhas incríveis que são postadas toda segunda-feira. O que talvez vocês não saibam, é que a Val também tem blog, o Simples Assim, lá a Val posta diversas outras resenhas, que não aparecem por aqui. E o mais bacana, é que a Val é bem eclética, então lá você vai encontrar quase todos os gêneros.

sorteio

O sorteio de hoje é em parceria com a Val,vamos sortear o kit do livro Uma página de cada vez, de Adam J. Kurtz. O kit contém um livro, um lápis, um marcador e uma caixinha de lápis de cor, com 12 unidades! <3

O livro é uma fofura, eu tenho um e a idéia é que você faça uma página todos os dias, são reflexões bem bacanas, o livro todo é bem interativo.

Gostou? Então participe, é simples e rápido! Qualquer dúvida é só comentar neste post. :)

*** Para que a participação seja válida, é requisito OBRIGATÓRIO curtir a fan page do blog Simples Assim

a Rafflecopter giveaway




14
jan 2015

ARQUIVADO EM: Literatura

Autor: CAs Cronicas de Baneassandra Clare, Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson

Editora: Galera

Número de páginas: 388

Avaliação: 4/5

Nesta edição ilustrada, são narradas as mais diversas aventuras do feiticeiro imortal Magnus Bane, das aclamada séries de Cassandra Clare. Entre escapadas no Peru e resgates reais na Revolução Francesa, acompanhe fragmentos da vida do enigmático mago ocorridos em diversos países e períodos históricos, com aparições de figuras conhecidas como Clary, Tessa, Will e Alec, personagens de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais.

 

Magnus Bane é um dos meus personagens preferidos, e nada mais justo do que um livro só dele! As Crônicas de Bane é um compilado de crônicas, anteriormente publicadas separadamente, em formato digital. São dez crônicas escritas por Cassandra Clare e suas amigas – Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson, e ao começo de cada crônica, existe uma ilustração em quadrinhos, condizente com a história que será descrita.

“ (…) Você fala de desistir de sua natureza Caçador de Sombras, disse Magnus suavemente. Pode-se desistir de muitas coisas por amor, mas não se deve desistir de si mesmo.”

A experiência de leitura desse livro foi simplesmente ótima, adorei saber o que realmente aconteceu com Bane no Peru, e porque ele foi banido de lá. O feiticeiro Ragnor Fell é um grande amigo de Magnus, sempre presente em boa parte dos contos, além dele temos a também a feiticeira Catarina.

Temos um pouco de revolução francesa, crise dos EUA em 1929, como Magnus conheceu Camile e Raphael Santiago e claro, como Alec entrou em sua vida. Além disso, pude rever personagens queridos de As Peças Infernais e Os Instrumentos Mortais. Wils, Tessa, Clary, Jace e outros. Quem é fã certamente vai adorar ver como as histórias são lindamente entrelaçadas.

Uma das características mais marcantes de Magnus é seu senso fashion apurado, então prepare-se para descrições divertidas de trajes elegantes – ou não.

” (…) Os vampiros cometiam crimes piores do que um assassinato. Eles cometiam crimes contra a moda. Quando uma pessoa é imortal, tende a se esquecer de que o tempo passa. Mas isso não é desculpa para vestir uma boina que foi moda na época de Napoleão I”

Todas as crônicas me agradaram bastante, ainda que eu preferisse que Cassandra Clare tivesse escrito sozinha, já que a mudança de estilo de narrativa é bem evidente – não de forma negativa. No entanto, as minhas preferidas foram: Salvando Raphael Santiago e A última Batalha do Instituto de Nova York. E destaque também para o último texto: O correio de Voz de Magnus Bane, eu dei muita risada nesse. Quem espera saber um pouco mais de Alec e Bane, vai ficar bem feliz, a autora criou um conto especial para eles e ficou muito bem escrito.

Aconselho que esse livro seja lido após a leitura das outras duas séries – As Peças Infernais e Os Instrumentos Mortais, a compreensão será melhor, e o apego à trama também. Acho que Bane merecia mais história só sobre ele e sobre seu passado, que é imenso, já que o Alto Feiticeiro do Brooklyn é imortal, e viveu mais anos do que podemos imaginar.

A edição da Galera está encantadora, os efeitos holográficos são a cara do Bane. Temos ação, aventura, romance e uma boa dose de drama, além de revelações que são importantes para quem acompanha as outras séries onde Magnus Bane aparece, tudo na medida para os fãs! Recomendo com toda a certeza. ;)




13
jan 2015

ARQUIVADO EM: Vídeos

E acabei esquecendo de postar o vídeo com a Amanda aqui no blog! Postei no youtube, no dia 31 de Dezembro e acabei esquecendo de colocar aqui. Essa brincadeira é muito divertida, eu recomendo à todas fazer em casa, mesmo sem gravar. A gente tem brincado disso sempre, e é garantia de risadas, com certeza!

Gostou? Não deixe de se inscrever no canal, para receber os próximos vídeos. :)







ilustrações design e desenvolvimento