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16
nov 2016

preludioAutor: Fabio Baptista
Editora:
FSB Books
Número de páginas:
137
Avaliação:
 4,5/5  
Onde comprar: 
Amazon 

Alta magia dos Eladrins, espadas sagradas empunhadas por valorosos paladinos, unicórnios em perigo, succubus ardilosas, deuses nórdicos, bruxas adoravelmente cruéis, bardos engraçadinhos, dragões aterradores, elfos buscando o sentido da vida, minotauros ferozes como a morte, corações tão duros quanto as rochas das montanhas infinitas.

Todos esses elementos estão presentes nos dez contos fantásticos dessa coletânea:

・A Queda de Lenora Endriel,・Em Nome Do Pai,・Pena de Fênix,・O Beijo Prometido,・O Dia da Convenção,・Prelúdio do Ocaso,・Paladino,・A Princesa Dragão,・A Nova Vizinha,・Mesmo que Custe sua Alma.

Amo livros de contos, mas confesso que leio menos do que eu gostaria. A principal razão é que tenho dificuldade de encontrar livros que tenham contos que realmente me agradem, em sua maioria. Acho relaxante poder intercalar leituras maiores e mais densas, com algumas páginas de contos.

Quando o Fabio Baptista entrou em contato comigo, resolvi pesquisar sobre seus livros, e fiquei bastante curiosa pela leitura. Fico feliz em saber que apesar de não ter tido grandes expectativas, fui positivamente surpreendida. Prelúdio do Acaso foi uma leitura rápida e prazerosa, que recomendo com certeza.

Logo no primeiro conto – “A queda de Lenora Endriel”-, fui totalmente fisgada pela narrativa de Fabio. O conto começa tranquilo, como uma bela Elfa como personagem principal, então temos uma reviravolta e fica claro o talento de Fabio, e seus sadismo com os personagens. O autor não poupa sofrimento, o que o personagem precisa passar, com certeza irá passar, sem dó. A partir deste conto, foi impossível parar a leitura.

São ao total dez contos de suspense, mistério, aventura, drama e muito mais, recheados de seres sobrenaturais. A escrita de Fabio é tão visceral, que pude mergulhar no sentimentos dos personagens, sentindo suas dores e alegrias, de maneira quase claustrofóbica. Cada um dos dez contos me envolveu, gostei muito de todos! No entanto, existem três que realmente ganharam um lugar especial no meu coração: “O Beijo Prometido”, “Prelúdio do Acaso” e “Paladino”. O primeiro tem uma história com um fundo mais suave e de certa forma romântico, mostra até onde o amor pode nos levar. O segundo foi impactante, me senti triste pelo protagonista, e de maneira nenhuma gostaria de estar em seu lugar. O terceiro me deixou querendo mais, creio que Paladino tem tudo para se tornar um livro único, ainda que bem finalizado, este conto deixa um gancho para um maior desenvolvimento, e eu adoraria se isso acontecesse. Fica a dica, Fabio! 😉

Os contos não possuem uma continuidade, cada conto é isolado e independente, mas mesmo assim achei que a ordem em quem foram colocados no livro deu muito certo. a leitura se tornou rápida e natural. Existe uma característica similar em todos os contos: uma grande mudança. Boa ou não, essa mudança transforma para sempre a vida dos personagens, dando um rumo inesperado à suas histórias.

Se você gosta de fantasia e de contos, tenho certeza que vai apreciar a leitura desse livro. Ele é vendido na Amazon, em formato de e-book. Recomendo com toda a certeza, e já quero ler os outros livros do autor!



10
nov 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

a-mediadora-7-livros-e-blablablaA Mediadora #7
Autor:
Meg Cabot
Título original:
Remembrance (The Mediator #7)
Editora:
Galera Record
Número de páginas:
400
Avaliação:
3,5/5  
Onde comprar: 
Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Essa resenha contêm spoilers dos livros anteriores. 

A Mediadora é uma das minhas séries preferidas da vida! Todo ano releio os seis livros e me divirto com a Suze, uma personagem maravilhosa e cheia de sarcasmo que me agradou imediatamente logo no primeiro livro. Sem contar Jesse, o par romântico perfeito!

Quando li o último livro, fiquei bem triste porque queria mais, a trama tinha potencial para mais alguns livros. Só que não rolou, o último livro foi publicado em 2004 e só restaram saudades. Pois bem, alguns anos depois começou um burburinho de que Meg Cabot estava escrevendo um 7º livro para essa série maravilhosa! E eis que em 2016 chega Lembrança, o sétimo livro da série A Mediadora! 

A Galera liberou um conto gratuito (em e-book) chamado O Pedido, que vai contar como Jesse pediu Suze em casamento, recomendo que vocês leiam antes, só para entrar no clima. <3

A história se passa dez anos após o final de Crepúsculo (o, até então, último livro da série). Suze tem 26 anos, está prestes a se formar em Psicologia e faz estágio (não remunerado) em sua antiga escola – Academia Católica Junípero Serra -, juntamente com o Padre Dominic. Ela está noiva de sua alma gêmea, Jesse de Silva o fantasma que assombrava sua casa, mas que ganhou seu coração. Jesse por sua vez é um residente de medicina, muito dedicado ao trabalho, e como todo bom moço do século passado, quer manter a pureza até o dia do casamento, mesmo que essa não seja a vontade de Suze.

Mas o problema de Suze não é se Jesse quer ou não manter a pureza, a garota tem outras coisas com que se preocupar. Paul Slater (o insuportável, diga-se de passagem) está de volta à sua vida. Ele agora é o milionário dono da antiga casa de Suzannah, e fica muito feliz em contar a ela relatos de uma antiga maldição que poderá transformar Jesse num demônio, caso seu antigo local de descanso seja demolido. O que obviamente é o projeto de Paul. Mas claro que Paul não é assim “tão” detestável, para evitar que Suze perca Jesse ele dá à ela uma opção: dormir com ele.

Como se não bastasse existe ainda o fantasma de uma menininha, que assombra uma caloura Academia Católica Junipero Serra. A fantasminha é extremamente poderosa e parece não se der conta disso, Suze vai ter que investigar a fundo e se envolver diversas situações para conseguir dar conta dos problemas.

Eu estava MUITO ansiosa para ler este livro, vibrei muito quando finalmente coloquei as mãos dele, mas confesso que a história deixou a desejar em alguns pontos. Foi incrível rever os personagens, o ambiente e o humor repleto de sarcasmo de Suze, mas por se passar dez após o ultimo livro, a falta de maturidade da protagonista me incomodou um pouco.

Suze parece ainda ter dezesseis anos, não conversa sobre os problemas e tenta abraçar o mundo sozinha. Isso combinava muito com a Suzannah de dezesseis anos, mas ficou bastante estranho na de vinte e seis. Outro ponto que me desagradou foi o retorno de Paul. Apenas não precisava disso, sério. Paul é um personagem sem graça que não contribuiu com nada, suas chantagens o fazem parecer um garotinho mimado de doze anos. Senti vergonha alheia por ele. 

Quem salva e abrilhanta o livro é o meu querido Jesse, esse não me decepciona nunca. O Dr. de Silva amadureceu e se mostrou um homem ainda mais encantador do que antes, impossível não se apaixonar também. Ele conseguiu equilibrar a balança e me agradar muito. 

Apesar de eu ter dito que existiram alguns detalhes que não fora como eu esperava, Lembrança ainda é um livro delicioso de se ler, a mistura perfeita da narrativa ágil e envolvente de Cabot e o mundo fantástico de Suze. Se você é fã da série (como eu definitivamente sou), com certeza vai amar. Recomendo muito!

E para quem for comprar, aqui tem cupom de desconto Saraiva! Vale muito a pena, já comprei utilizando e deu certinho. 😉



8
nov 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Autor: Liane Moriarty
Título original: 
Big Little Lies
Editora:
Intrínseca
Número de páginas:
400
Avaliação: 5/5  

Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: Madeleine é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando também sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeleine e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de quanto isso afetará a vida de todos.

A história começa rodeada de mistério, pois logo no início percebe-se que algo muito grave aconteceu naquela escola na noite do concurso de perguntas. E é nesse clima de suspense que nos são apresentadas as protagonistas: Madeleine, Celeste e Jane.

“O som do canto das crianças no segundo andar do prédio sempre a fazia chorar. Ela nunca acreditara em Deus, salvo quando ouvia crianças cantando.” (Página 13)

Três donas de casa aparentemente comuns, que vivem e trabalham para manter seus filhos e família a salvo de qualquer problema. Madeleine tenta lidar com seu ex marido e a atual esposa voltando para sua vida e de sua filha Abigail.

Celeste é casada, bem sucedida e mãe de lindos filhos gêmeos que junto da amiga Madeleine, decide ajudar a novata Jane, recém chegada a cidade, a se adaptar aos novos costumes.

“Em um instante, ela estava andando direitinho, e, no seguinte, pisou em falso, virando o tornozelo em um ângulo terrivelmente errado […] Esse foi, quase com certeza, o instante em que a história começou.” (Página 20)

No entanto, alguma coisa aconteceu naquela noite na escola, todos comentam, todos questionam, mas ninguém expressa verdadeiramente o que houve de fato, ninguém sabe de nada, ninguém viu nada.

“As crianças formavam uma turma maravilhosa, e os pais não estavam sendo muito irritantes. Mas então, na metade do primeiro trimestre, tudo desmoronou.” (Página 191)

Contudo, nas tramas escritas por Liane Moriarty, ninguém é totalmente mocinho ou vilão, nada é calmo e tranquilo como aparenta, e as reviravoltas até chegar ao clímax dão o tom de suas obras. Nesse livro, a autora traz a tona temas polêmicos que merecem ser abordados e discutidos a exaustão.

Pequenas Grandes Mentiras conta a história dessas três mulheres, cada uma diante de um impasse, cada uma tentando a seu modo sobreviver na selva de pedra em que se transformou a sociedade em que vivem, onde as aparências enganam e nem tudo é o que parece ser.

“Isso pode acontecer com qualquer um.” (Página 397)

Finalizo a resenha parafraseando a publicação justíssima da people magazine que diz: “Expor os defeitos do que parece ser perfeito é a especialidade de Liane Moriarty.”

O canal a cabo HBO, anunciou a criação de uma minissérie baseada no livro de Liane Moriarty. Big Little Lies, que ainda não tem data de estreia definida, terá Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley nos papéis principais. A minissérie chega à tela da HBO em 2017.

big-little-lies-serie



18
out 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

espia
Autor: Paulo Coelho
Editora: Paralela
Número de páginas:
184
Avaliação:
4/5  
Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: Mata Hari foi a mulher mais desejada de sua época: bailarina exótica que chocava e encantava plateias ao se desnudar nos palcos, confidente e amante dos homens mais ricos e poderosos de seu tempo, figura de passado enigmático que despertava o ciúme e a inveja das damas da aristocracia parisiense. Ela ousou libertar-se do moralismo e dos costumes provincianos das primeiras décadas do século XX e pagou caro por isso: em 1917, foi executada pelo pelotão de fuzilamento do exército francês, sob alegação de espionagem. Em seu novo romance, Paulo Coelho revisita a vida dessa mulher extraordinária, mostrando ao leitor que as árvores mais altas nascem das menores sementes.

Baseado em fatos reais, o novo livro de Paulo Coelho narra a história de Mata Hari, uma bailarina exótica acusada de espionagem e condenada a morte durante a I Guerra Mundial.

 

“Se Deus lhe desse outra chance, faria tudo diferente?”  (Página 27) 

 

Advinda de uma infância difícil e um casamento destrutivo, Margaretha Zelle como foi batizada, era uma moça a frente de seu tempo, que não tinha medo ou pudor. Ela era apenas livre, livre para fazer o que quisesse, livre para agir como agia e foi exatamente por essa razão que foi punida.

A protagonista foi uma mulher extraordinária, que ousou ser moderna numa época de opressão, especialmente para as mulheres. Mata Hari, pecou apenas por ser mulher, por querer ser livre para os padrões de sua época.

“Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que jamais me vejam como uma vítima, mas sim com alguém que deu passos corajosos e pagou sem medo o preço que precisava pagar.” (Página 28) 

Tamanha ousadia lhe custou caro, atiçando a ira dos poderosos que acabaram acusando-a de espionagem. Julgada em um processo coberto de falhas, a bailarina foi condenada por um crime que não cometeu de fato, mas que por ingenuidade acabou por levá-la ao fuzilamento no ano de 1917.

Embora seja uma obra baseada em fatos reais, o autor relata que não escreveu uma biografia de Mata Hari. Seu minucioso trabalho de pesquisa, reuniu apenas alguns fatos de sua vida até sua prisão e morte.

Particularmente, eu achei a história fascinante. Paulo Coelho consegue ilustrar de forma magistral as últimas palavras de Margaretha Zelle na prisão e todo o sofrimento a que ela foi submetida durante o cárcere, a maneira com que o autor decidiu conduzir sua história foi tocante e verossímil, mostrando ao leitor, o lado humano da artista Mata Hari, com seus anseios e dores. Simplesmente sem palavras.

“Todos nós sabemos que serei morta não por causa desta alegação estúpida de espionagem, mas porque decidi ser quem sempre sonhei, e o preço de um sonho é sempre alto.” (Página 74)



4
out 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

 

raio-de-solAutor: Kim Holden
Título original:
Bright Side
Editora:
Planeta
Número de páginas:
448
Avaliação: 5/5  

Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: “Faça épico”, costuma dizer Kate Sedgwick quando quer estimular alguém a dar o melhor de si. Nascida numa família-problema, com direito a mortes e abandono, a garota de dezoito anos sempre buscou fazer a diferença. Em vez de passar os dias lamentando os infortúnios da vida, como tantos fariam em seu lugar, sempre vê as coisas pelo lado positivo – não é por outro motivo que Gus, seu melhor amigo, a chama de Raio de Sol. E é por isso que, quando passa na faculdade e se muda da ensolarada San Diego, na Califórnia, para a fria cidade de Grant, em Minnesota, ela leva consigo apenas boas lembranças e perspectivas. O que ela não espera é que será surpreendida pelo amor – único aspecto da vida em relação ao qual nunca quis ser otimista – ao conhecer Keller Banks, um rapaz que parece corresponder aos seus sentimentos. Acontece que tanto ele quanto ela têm um segredo. E segredos, às vezes, podem mudar tudo.

O livro narra a história de Kate Sedgwick, uma moça com um passado doloroso e difícil, mas que apesar disso, procura ver a vida com olhos otimistas. Kate sempre tem uma palavra amiga e as pessoas sempre podem contar com seu apoio, seja para o que for. Ela sempre estará lá. Não é à toa, que seu melhor amigo, Gus, a chama de Raio de Sol, pois Kate parece mesmo ser luz em meio à escuridão.

Kate, que foi criada por uma mãe doente, se vê obrigada também a cuidar da irmã mais velha, com síndrome de Down. Mas, ela não reclama, apenas aceita a tarefa que lhe foi atribuída e procura fazer as coisas da melhor maneira possível e com amor no coração.

“Sei que é estranho, mas gosto de pensar em Deus como meu amigo. Não sou religiosa; só falo com ele com frequência. Peço muitos favores. Às vezes, as coisas funcionam a meu favor, e às vezes, não. É a vida. A gente só precisa aproveitar ao máximo.” (Página 44)

 

Kate, que morava na ensolarada metrópole de San Diego, na Califórnia, se muda para a gelada cidadezinha de Grant, em Minnesota para cursar faculdade, e lá sua vida parece tomar rumos totalmente inesperados.

Contudo, Kate só é cética com relação a uma coisa, o amor. Ela não acredita no amor romântico e se diz realista quanto a isso, ela não espera o príncipe encantado ou fica fantasiando um conto de fadas, que segundo ela, nunca irá acontecer.

“O amor é um conceito elusivo, irreal e estranho. Sei que algumas pessoas sentem e não é que eu tenha o coração endurecido. Sou otimista, mas acima de tudo sou realista. Minha vida não vai seguir um conto de fadas, e tudo bem. Minha vida é a realidade. E, na minha realidade, as pessoas não se apaixonam, se casam e vivem felizes para sempre, porque a vida é complicada.” (Página 83)

Mas, esse conceito elusivo parece mudar no dia em que ela conhece Keller Banks, um rapaz que começa a corresponder aos seus sentimentos, sem medos, cobranças ou expectativas.

 

“- Não, Raio de Sol, escute, você é muito especial. Merece alguém que a leve a encontros de verdade. Alguém que compre flores e essas merdas. Porque se existe alguém no mundo capaz de quantidades insanas de amor e que merece ser amada assim é você.

Eu balanço a cabeça.

– Não gosto de corações e flores, Gus.

– Quando você encontrar o cara certo, vai gostar. Só não encontrou ainda. – A voz dele soa triste.” (Página 83)

A história de Kate é linda e seu otimismo é inspirador, com seu jeitinho especial, ela conquista despretensiosamente o coração de todos a sua volta.

“- […] Você é a primeira amiga de verdade que já tive, Katherine. E tenho certeza de que, quando eu estiver sentado em uma cadeira de balanço em algum lugar como um cavalheiro idoso impecavelmente vestido, vou repensar na minha vida fabulosamente bem-sucedida e saber sem sombra de dúvida que eu não poderia ter sido abençoado com uma amiga melhor do que você.” (Página 193)

Por diversas vezes, me peguei dividida entre Keller e Gus, duas pessoas igualmente especiais que cultivaram amor pela protagonista e confesso que foi difícil decidir qual dos dois era mais merecedor, pois ambos são igualmente lindos e mesmo sendo opostos um do outro, cada um a sua maneira, fez por merecer o amor de Kate.

“- E por que você chama Kate de “Raio de Sol”? – pergunta Shelly.

Ele olha para mim e depois para ela. Depois olha para mim de novo.

E para ela. E aponta para mim.

-Você conhece essa garota?

Todos olham para mim com sorrisos carinhosos. Isso me traz uma sensação boa.

Gus continua.

– Ela é um exemplo de positividade. É toda raio de sol. Ela não só vê o lado bom das coisas…ela mora lá.” (Página 326)

Esse livro certamente irá te emocionar, mas por outro lado, também te fará refletir e agradecer por estar vivo e ter a oportunidade de conhecer essa linda história. Por isso, indico muito. Leia, desfrute cada página e seja arrebatado por toda a generosidade, gratidão e amor de Kate, mas certifique-se de trazer uma caixa de lenços, você vai precisar.

“Eu cresci acreditando que era meu trabalho cuidar de todo mundo. Minha irmã precisava de mim. Minha mãe precisava de mim. Eu cresci acreditando no amor, em dar e receber. Gracie, Gus, Audrey, meus amigos…Eu os amei e eles me amaram. Eles me impediram de virar a pessoa amarga e rabugenta que eu poderia ter virado. A pessoa contra a qual eu lutava. Cresci acreditando que tinha que ser forte. Eu precisava ter controle porque as pessoas dependiam de mim e eu queria estar ao lado delas. Se me arrependo de alguma dessas coisa? Não. Eu não curto arrependimento. Isso me tornou quem eu sou.” (Página 438)



23
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Literatura

fallen

Parece mentira, mas não é! Depois de 7635379494 anos, finalmente vamos podemos conferir o 1º Trailer Oficial da adaptação de  Fallen. \o/

Eu li esse livro em 2011, e lembro de ter gostado muito. Depois a série teve seus altos e baixos, mas no geral valeu a pena a leitura. Apesar de não ser a minha série preferida da vida, tenho um carinho imenso por ela e pelos personagens, e queria muito ver como isso ficaria nas telonas. 

O elenco conta com  Addison TimlinJeremy Irvine e Harrison Gilbertson. Gostei muito da apresentação do trailer, das escolha dos atores (talvez o ator que interpreta Cam não tenha me animado de imediato, mas vou esperar a atuação dele para poder falar mais) e minha única ressalva é que o trailer possui muitos spoilers. Acho que para quem não leu o livro, seria mais bacana descobrir tudo no decorrer do filme. 🙂

A previsão de lançamento do filme é para Novembro de 2016. E eu com certeza estarei no cinema para conferir o resultado. O trailer me agradou bastante, e espero não me decepcionar. Vocês também gostaram?



19
set 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

o-ar-que-ele-respiraElementos #1
Autor:
Brittainy C. Cherry
Título original:
The Air He Breathes
Editora:
Record
Número de páginas:
306
Avaliação: 
5/5 
Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

Brittainy C Cherry já tinha ganhando o meu amor com o livro Sr. Daniels, que se tornou um dos meus favoritos ano passado. Então, confesso que minhas expectativas estavam bastante altas em relação à esse livro. Fico feliz em dizer que a autora superou todas elas, terminei o livro após 4 horas de leitura ininterruptas. 

Neste volume conhecemos a história de Tristan e Elizabeth, duas pessoas que tiveram suas vidas modificadas após um acidente. De início vemos Lizzie voltando à sua cidade, para sua antiga vida. Depois da morte de seu marido, Elizabeth não soube como lidar com a tragédia e decidiu passar um tempo na casa de sua mãe, juntamente com sua filhinha. No entanto, em determinado momento Elizabeth percebe que precisa voltar, que precisa seguir sua vida e permitir que sua filha volte a viver na normalidade, em sua própria casa. Ela então conhece Tristan Cole, um homem mal humorado e conhecido como o esquisitão da cidade, ele não conversa com as pessoas (a não ser para ser grosseiro), não cuida de sua aparência e parece detestá-la de imediato. O que deveria repelir Lizzie, tem o efeito contrário. Ela sente emoções adormecidas há um bom tempo, e percebe que por trás dessa fachada de dureza e antipatia, pode existir um homem bom, mas com o coração machucado. 

“Num piscar de olhos, num breve momento, tudo o que eu sabia sobre a vida mudou.”

O Ar que ele Respira é um livro forte e carregado de emoções, a dor é tão nítida e pungente que fui às lágrimas diversas vezes. Lizzie perdeu seu marido, seu companheiro e melhor amigo e eu não sei lidar com livros onde esposas perdem seus maridos de maneira trágica, eu me coloco no lugar e sofro instantaneamente. Não consigo me imaginar sem o meu marido, e quão mais forte deve ser a dor quando se tem uma criança envolvida, alguém que depende totalmente de você, e que precisa que você sai do luto e volte a viver. A vida de Tristan é ainda mais triste e obscura, ele mergulhou em sua dor e culpa, e está ali, incapaz de emergir. Eu quis tanto cuidar dele, consolá-lo dizendo que tudo ficaria bem, que era permitido a ele amar novamente e querer ficar com Lizzie!

“Eu não sabia que era possível. Eu não sabia que os pedaços quebrados de um coração, poderiam ainda bater por amor.”

O romance é absolutamente real, dois jovens destroçados que precisam um do outro para recolher seus pedaços e prosseguir. O mais incrível é que a autora não apenas criou um romance e disse “pronto, agora o amor vai curar tudo e eles serão felizes imediatamente”, de maneira nenhuma! Cada etapa desse relacionamento é delicada, o processo de cura é doloroso e demorado, você acredita no amor deles, e entende como aconteceu. Amei o casal, amei a dinâmica e a forma como seus caminhos se entrelaçaram.

“Sabe aquele lugar entre os sonhos e os pesadelos? Aquele lugar onde o amanhã não chega e o passado não dói mais? O lugar onde seu coração bate em sintonia com o meu? Aquele lugar onde o tempo não existe e é mais fácil parar de respirar? Quero viver nesse lugar lá com você.”

Os personagens secundários também são muito importantes na trama, destaque para Emma (a filha de Lizzie), Faye (a melhor amiga) e Zeus (o cachorro de Tristan). Com a ajuda desses três personagens, a trama ficou ainda mais forte, pois todas as formas de amor foram exploradas, não apenas o amor romântico. Brittainy C. Cherry não brincou em serviço, e nos brindou com uma história cheia de lições e aprendizados, gostaria de poder abraçar a autora e agradecer, sério.

“Enquanto o ar continuar enchendo meus pulmões, enquanto eu respirar por lutar por você. Vou lutar por nós.”

A narrativa intercala o ponto de vista de Tristan e Lizzie, o que me agrada muito e faz com que a imersão no mundo deles seja mais simples. A fluidez no texto é tamanha, que fica impossível parar de ler (eu não consegui, só parei quando a história terminou). O final é eletrizante, temos uma boa dose de suspense e muita adrenalina. 

Por fim, preciso dizer o quanto eu AMEI esse livro, o quanto essa história mexeu com o meu coração e sentimentos. Recomendo com toda a certeza e torço para que o coração de vocês seja tocado da mesma forma.

O Ar que ele Respira é o primeiro livro da série Elementos, que possuirá ao todo quatro livros, cada um contando a história de um casal diferente. 



13
set 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Firefly Lane #2
Autor:
Kristin Hannah
Título original:
Fly Away
Editora:
Novo Conceito
Número de páginas:
400
Avaliação: 
5/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Atenção: A sinopse e resenha desse livro contém spoiler do livro anterior (Amigas para Sempre).

Sinopse: Tully Hart é uma mulher ambiciosa, movida por grandes sonhos que, na verdade, escondem as lembranças de um passado de abandono e dor. Ela acredita que pode superar qualquer coisa ao esconder bem fundo os sentimentos de rejeição que carrega desde a infância…Até que sua melhor amiga, Kate Ryan, morre. Então, tudo começa a mudar para Tully, que se vê escorregando em um precipício cheio de memórias melancólicas e remédios para dormir.

Dorothy Hart ou nuvem, como era conhecida nos anos 1970, está no centro do trágico passado de Tully. Ela abandonou a filha repetidas vezes na infância. Até que as duas se separam de uma vez por todas.

Aos dezesseis anos, Marah Ryan ficou devastada pela morte da mãe, Kate. Embora seu pai e seus irmãos se esforcem para manter a família unida.

Marah transformou-se numa adolescente rebelde e inacessível em sua dor. Tully tenta aproximar-se de Marah mas sua incapacidade de lidar com os sentimentos da afilhada acaba empurrando a menina para um relacionamento infeliz com um rapaz problemático.

A vida dessas duas mulheres está intimamente ligada, e a maneira como elas vão rever seus erros e acertos constrói um romance comovente sobre o amor, a maternidade, as perdas e o novo começo. Onde há amor, há perdão…

No primeiro livro, Amigas para Sempre, nós somos apresentados a linda história de amizade entre Tully Hart e Kate Mularkey. Como elas se conheceram, seu cotidiano e a transição da adolescência à fase adulta com todas as descobertas e crises existenciais.

Em Por toda a Eternidade, nós acompanhamos a dor dos personagens e a tentativa de se reerguer após a inestimável perda de Kate.

“Minha mãe aperfeiçoara a arte de me abandonar e passei toda a minha infância fingindo que a verdade era uma mentira. Somente com Kate fui honesta.” (Página 63)

Tully e os integrantes da família Mularkey/Ryan terão obstáculos a transpor muito maiores do que poderiam imaginar, e é nessa jornada, que cada um embarcará numa viagem em busca de autoconhecimento e amor.

“Comecei cedo, agarrando-me firme demais e precisando de muita coisa. Sempre ansiei por amor. Do tipo incondicional e até mesmo imerecido.

Precisava que alguém dissesse para mim. Não é para parecer coitadinha, mas minha mãe nunca me disse. Nem minha avó. Não havia mais ninguém…” (Página 217)

Este é um livro sobre perdas, recomeços, amor e perdão. Kristin Hannah consegue mais uma vez nos emocionar com suas palavras e nos fazer refletir sobre a vida, o passado e o futuro.

“Sempre que você ouvir nossa música ou rir alto, vou estar lá. Quando você fechar seus olhos à noite e se lembrar, vou estar lá.”(Página 386)

Por Toda a Eternidade conta uma história sobre como seguir em frente quando estamos emocionalmente perdidos e fragilizados, e autora está mais uma vez de parabéns pelo lindo enredo e comovente desfecho. Leitura mais do que recomendada.



31
ago 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Frozen-capaFrozen #1
Autor:
Melissa de La Cruz e Michael Johnston
Título original:
 
Frozen – Heart of Dread
Editora:
Bertrand Brasil
Número de páginas:
308
Avaliação: 
2/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: “Bem-vindo a Nova Vegas, uma cidade antes repleta de brilho, agora coberta de gelo. Com grande parte do planeta agora destruído, o lugar só conhece uma temperatura: a congelante. Lá encontramos Natasha Kestal, uma jovem crupiê à procura de uma saída. Como muitos, ela ouviu falar de um lugar mítico simplesmente chamado de Azul, um paraíso onde o sol ainda brilha e as águas são azul turquesa — e um lugar onde Nat e seus semelhantes não serão perseguidos, mesmo que seu segredo mais obscuro venha à tona. Mas o caminho para o Azul é traiçoeiro, senão impossível de atravessar, e sua única chance é apostar em um grupo de mercenários liderados pelo arrogante Ryan Wesson para conduzi-la a seu destino. Ciladas e perigos os aguardam em cada esquina, à medida que Nat e Wes se veem inexoravelmente atraídos um pelo outro. Mas seria possível o amor verdadeiro sobreviver a mentiras? Corações em chamas colidem nesta trama sobre a maldade do homem e o incrível poder que existe dentro de cada um de nós.”

Após um grande desastre, o mundo deixou de ser o que era antes. Grande parte da população foi dizimada, os animais e plantas são praticamente inexistente e a poluição é predominante. A única temperatura existente é a congelante. Todos tem cabelos e olhos escuros, caso você seja diferente, você é um “marcado” e precisa se esconder. Os marcados são conhecidos por terem poderes especiais, mas são indesejados e caçados pelos militares. Natasha (ou Nat) é uma marcada, e acabou de fugir de uma instituição que aprisiona os marcados. Devido ao uso de lentes, ela consegue se misturar aos considerados normais e vive sua vida de forma discreta, como crupiê em uma cassino em Nova Vegas, uma das únicas cidades sobreviventes.

Nat tem esperanças de encontrar o Azul, um lugar que todos acreditam ser uma lenda, onde o calor ainda existe, onde os oceanos são limpos e a comida é abundante. Os ataques aos marcados estão cada vez piores e constantes, nat precisa fugir dali. A garota então encontra um mapa, que pode levá-la ao Azul, mas para isso vai precisar da ajuda de um grupo de mercenários, liderados pelo esnobe Ryan Wesson. Nat não confia em Wes, e nem ele nela. No entanto a atração é inevitável, e cercados de perigos e lugares sombrios, eles vão ter que aprender a cuidar um do outro, mesmo imersos em diversos segredos.

“Marcas de Mago, sussurravam os ciganos, videntes que liam mãos e cartas de tarô nos becos escuros de Vegas. Já começou. Outros sairão do gelo e virão para o nosso mundo.

É o fim.

O fim do começo. O começo do fim.”

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que esse livro nada tem a ver com o filme da Disney, de mesmo nome. Só para tirar a dúvida mesmo hehehe.

Quando soube do lançamento de Frozen, fiquei muito curiosa, nunca li nada da Melissa de la Cruz, mas sempre ouvi falarem muito bem de suas obras. No entanto, acabei me decepcionando com o andamento da história.

Melissa de La Cruz escreve a trama juntamente com seu marido, Michael Jonhston, e talvez essa parceria não tenha funcionado tão bem, pelo menos para mim. A trama é instigante, o plot chama a atenção e me fez ficar bastante empolgada. Frozen é narrado em terceira pessoa, alternando o ponto de vista de Nat e Wes a cada capítulo. A obra é dividida em cinco partes, o que tornou a leitura rápida e dinâmica.

Infelizmente os autores inseriram uma porção de elementos e novos personagens, transformando tudo numa grande salada. Nat e Wes são personagens ótimos, mas não me convenceram como casal, não consegui me conectar com o romance e nem torcer por eles. Separados eles eram interessantes, juntos eram mais do mesmo.

As duas primeiras partes correram de maneira muito agradável, o que aumentou minhas expectativas, mas depois a coisa degringolou e fiquei bem decepcionada. No entanto, a distopia é bem presente e os autores conseguiram passar uma boa mensagem, sobre o cuidado com o meio ambiente, e em o que os humanos estão se tornando. Se os elementos fantasiosos não tivessem sido tão explorados (de forma exagerada e às vezes desconexas), eu provavelmente teria dado uma nota maior ao livro.

“Frozen – Mundo de Gelo, Coração de Fogo” é um livro repleto de aventura e muita magia, de leitura rápida e fácil. Apesar de não ter gostado tanto assim, ainda tenho curiosidade ler os livros seguintes (são três ao todo). Como gosto não se discute, se você se interessou, acho que vale a pena ler e tirar suas próprias conclusões. 🙂



30
ago 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Autor: Kristin Hannah

Título Original: Firefly Lane

Editora: Arqueiro

Número de Páginas: 448

Avaliação: 5/5

Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas, costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas, a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a Alameda dos Vagalumes e conhecera a garota mais legal do mundo. Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte da família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena.

As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que alo acontece para abalar a confiança entre elas.

Será possível perdoar uma traição de sua melhor amiga?

A história de Tully e Kate foi minha primeira experiência com a autora Kristin Hannah, e que grata surpresa! Nunca pensei que um livro fosse me emocionar tanto e me ensinar tantas coisas sobre a essência da verdadeira amizade.

“- Nós vamos ser melhores amigas para sempre – disse Kate com sinceridade.

– Combinado?

– Você quer dizer que sempre estará do meu lado?

– Sempre – respondeu Kate – Não importa o que aconteça.

Tully sentiu uma emoção se abrir dentro dela feito uma flor exótica.

Quase podia sentir seu aroma doce no ar. Pela primeira vez na vida, ela se sentia totalmente segura com alguém.

– Para sempre – prometeu. – Não importa o que aconteça.” (Página 63)

Este livro é uma lição de amor e cumplicidade entre duas amigas que se tornaram irmãs, tamanha a proximidade, um exemplo de lealdade e compaixão ao próximo. Uma história belíssima, cheia de intensidade e verdade.

“As duas se encararam e, naquele momento, vestidas como princesas e paradas na frente do espelho, elas tinham 14 anos de novo e estavam planejando suas vidas.” (Página 202)

Kristin Hannah definitivamente entrou para o rol de autoras favoritas da minha lista, sua forma de escrever é tão verossímil e tão palpável, que a história de Tully e Kate poderia perfeitamente ser a história de qualquer um de nós, com todos os amores e dissabores que só uma amizade tão longa poderia proporcionar.

“Durante grande parte da minha vida eu achei que não fazia ou queria o bastante. Acho que minha estupidez merece perdão.” (Página 434)

Leiam Kristin Hannah, ela sabe escrever um bom romance, sabe tocar nosso coração, sabe nos emocionar. Leiam…






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