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25
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

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Título Original: Outlander

Título no Brasil: Outlander

Criador: Ronald D. Moore

Gênero: Fantasia/Histórico/Romance

Ano de Lançamento: 2014

 

Sinopse: Claire Randall (Caitriona Balfe) é uma enfermeira em combate em 1945. Ela é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743, e sua vida passa a correr riscos que ela desconhece. Forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), um cortês e nobre guerreiro escocês. Um relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que não podem ser conciliadas.

E finalmente eu assisti Outlander, mesmo com a existência do vilão mais perverso que já conheci e a temática fantasiosa no que diz respeito à viagem no tempo, resolvi dar uma chance para a série de Ronald D. Moore.

“Pessoas desaparecem o tempo todo. Garotas jovens fogem de casa. Crianças se perdem dos pais e nunca mais são vistas.

Donas de casa pegam o dinheiro das compras e um táxi para a estação de trem.

Muitos desaparecidos são encontrados com o tempo.

 Desaparecimentos, afinal, têm explicações…geralmente.”

A série narra a fascinante história da inglesa Claire Randall, uma enfermeira combatente da Segunda Guerra Mundial, casada com o historiador Frank Randall.

Claire esta de passagem pela Escócia com o marido para uma “segunda lua de mel”, com o intuito de celebrar o fim da guerra após longos anos afastados.

Durante a viagem, Claire e Frank visitam os monumentos históricos da Escócia, até que assistem a um curioso ritual, em um lugar chamado Craigh na Dun.

De volta ao lugar no dia seguinte, buscando encontrar um tipo específico de planta, Claire posiciona as mãos sobre uma das pedras e algo impressionante acontece.

De repente, Claire é tragada pela pedra e estranhamente transportada 200 anos no tempo, ela esta no ano de 1743, em meio à rebelião entre Ingleses e Escoceses.

“Eu queria que fosse um sonho, mas sabia que não era. Eu não estava mais no século XX.”

Capturada pelos escoceses e ainda sem entender o que se passa a sua volta, Claire decide usar seu sobrenome de solteira, Beauchamp, temendo que algo de grave aconteça, caso os soldados encontrem seu marido Frank.

Nessa “outra vida”, Claire conhecerá o soldado escocês Jamie Fraser, de quem por força das circunstâncias, será obrigada a se casar.

Porém, a convivência diária dos noivos, fará aflorar em ambos uma irresistível paixão até então desconhecida para Claire, que se verá perdida e irremediavelmente apaixonada por seu novo marido.

Nesse turbilhão de emoções, Claire ficará dividida entre duas épocas e dois homens diametralmente opostos.

Com paisagens belíssimas, excelente fotografia e figurinos impecáveis, Outlander me conquistou em todos os sentidos. A história é incrível, a escolha do elenco muito bem feita e a química entre os atores Caitriona Balfe e Sam Heughan é inquestionavelmente perfeita.  

Ainda não li os livros, mas quem já leu afirma que a trama não deixa nada a desejar, quando comparada a obra escrita por Diana Gabaldon.

Ronald D. Moore definitivamente esta de parabéns por retratar essa história de forma tão especial.

Em suma, Outlander é uma série esplêndida que esta em sua segunda temporada, mas já teve seu contrato renovado para a transmissão de mais duas.

Me faltam predicados para denominar o quanto eu gostei dessa série, Outlander é certamente a melhor obra televisiva já criada nos últimos tempos. Recomendo muito!



18
out 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

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Autor: Paulo Coelho
Editora: Paralela
Número de páginas:
184
Avaliação:
4/5  
Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: Mata Hari foi a mulher mais desejada de sua época: bailarina exótica que chocava e encantava plateias ao se desnudar nos palcos, confidente e amante dos homens mais ricos e poderosos de seu tempo, figura de passado enigmático que despertava o ciúme e a inveja das damas da aristocracia parisiense. Ela ousou libertar-se do moralismo e dos costumes provincianos das primeiras décadas do século XX e pagou caro por isso: em 1917, foi executada pelo pelotão de fuzilamento do exército francês, sob alegação de espionagem. Em seu novo romance, Paulo Coelho revisita a vida dessa mulher extraordinária, mostrando ao leitor que as árvores mais altas nascem das menores sementes.

Baseado em fatos reais, o novo livro de Paulo Coelho narra a história de Mata Hari, uma bailarina exótica acusada de espionagem e condenada a morte durante a I Guerra Mundial.

 

“Se Deus lhe desse outra chance, faria tudo diferente?”  (Página 27) 

 

Advinda de uma infância difícil e um casamento destrutivo, Margaretha Zelle como foi batizada, era uma moça a frente de seu tempo, que não tinha medo ou pudor. Ela era apenas livre, livre para fazer o que quisesse, livre para agir como agia e foi exatamente por essa razão que foi punida.

A protagonista foi uma mulher extraordinária, que ousou ser moderna numa época de opressão, especialmente para as mulheres. Mata Hari, pecou apenas por ser mulher, por querer ser livre para os padrões de sua época.

“Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que jamais me vejam como uma vítima, mas sim com alguém que deu passos corajosos e pagou sem medo o preço que precisava pagar.” (Página 28) 

Tamanha ousadia lhe custou caro, atiçando a ira dos poderosos que acabaram acusando-a de espionagem. Julgada em um processo coberto de falhas, a bailarina foi condenada por um crime que não cometeu de fato, mas que por ingenuidade acabou por levá-la ao fuzilamento no ano de 1917.

Embora seja uma obra baseada em fatos reais, o autor relata que não escreveu uma biografia de Mata Hari. Seu minucioso trabalho de pesquisa, reuniu apenas alguns fatos de sua vida até sua prisão e morte.

Particularmente, eu achei a história fascinante. Paulo Coelho consegue ilustrar de forma magistral as últimas palavras de Margaretha Zelle na prisão e todo o sofrimento a que ela foi submetida durante o cárcere, a maneira com que o autor decidiu conduzir sua história foi tocante e verossímil, mostrando ao leitor, o lado humano da artista Mata Hari, com seus anseios e dores. Simplesmente sem palavras.

“Todos nós sabemos que serei morta não por causa desta alegação estúpida de espionagem, mas porque decidi ser quem sempre sonhei, e o preço de um sonho é sempre alto.” (Página 74)



17
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Netflix

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Eu demorei para começar a assistir Gilmore Girls, lembro que de inicio não me interessava muito pela série. Minha irmã mais velha insistiu bastante para que eu conferisse alguns episódios,  foi então que comecei, e não parei mais.

A trama gira em torno de Lorelai e Rory, mãe e filha respectivamente. Duas personagens sensacionais que ganharam o meu coração, e que me fizeram rir e chorar por diversas vezes. O relacionamento intimo e recheado de companheirismo é o ponto forte da série.

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Sinopse oficial: Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.

Gilmore Girls teve inicio em outubro de 2000 e foi finalizada em maio de 2007, completando sete temporadas. E para a alegria dos fãs, a Netflix produziu uma nova temporada, que será lançada no dia 25 de novembro! A oitava temporada de Gilmore Girls terá quatro episódios e vai contar com todo o elenco original: Melissa McCarthy (Sookie), Lauren Graham (Lorelai Gilmore), Alexis Bledel (Rory Gilmore), Jared Padalecki (Dean), Emily Kuroda (Kim), Liza Weil (Paris), Danny Strong (Doyle), Yanic Truesdale (Michael), Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), Matt Czuchry(Logan), Milo Ventimiglia (Jess) e até mesmo o cãozinho Paul Anka.

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Saber que finalmente vamos poder rever todos esses personagens incríveis, me deixa bastante animada. Minhas expectativas estão lá no alto, e espero que eu seja correspondida. Acho um pouco difícil que uma história envolvendo Lorelai e Rory não seja legal.

Neste vídeo o elenco de Gilmore Girls relembra as sete temporadas da série e fala sobre a emoção de estar de volta em “Gilmore Girls: Um ano para recordar”.

Se você ainda não conhece a série, corre para conferir! A Netflix liberou todas as sete temporadas no canal de streaming. Vale a pena maratonar antes do lançamento da nova temporada. 🙂



11
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

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Título Original: Boyhood

 Título no Brasil: Boyhood – Da Infância à Juventude

Direção: Richard Linklater

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2014

Sinopse: O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar o filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Eu já conhecia o trabalho do diretor por causa de sua extraordinária trilogia, Antes do Amanhecer, Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia Noite, porém, acredito que este filme supera qualquer outro já lançado, pela genialidade, inteligência e sobretudo pela paciência em construir uma obra única e sem igual.

Boyhood foi a aposta mais ousada do diretor Richard Linklater que levou exatos 12 anos para nos apresentar este trabalho, ganhando o status de uma das mais longas produções da história do cinema.

Entretanto, esta é uma obra muito simples, sem glamour ou um mote extraordinário, o filme nos encanta especialmente pela naturalidade e crueza intrínsecas em suas cenas e pela singela demonstração da vida como ela é, sem melindres ou ilusões.

“Pode não acreditar, mas você mudou minha vida. Você disse que eu era esperto e deveria estudar. Segui seu conselho.”

Em Boyhood, o que se vê é a história de uma família levando a vida da melhor maneira que acha possível, e um menino enfrentando as mudanças e desafios de se tornar adulto.

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“Eu apenas pensei que seria mais do que isso…”

A mudança física do protagonista Mason Evans, interpretado lindamente pelo ator Ellar Coltrane é nada menos que magnífica, mas não posso deixar de citar a transformação igualmente incrível que sofreu a personagem Samantha Evans, interpretada pela filha do diretor, a atriz Lorelei Linklater. Ambos amadureceram muito durante a trama e possuem cenas igualmente marcantes.

É muito bonito acompanhar um filme em que os personagens vão crescendo e amadurecendo a olhos vistos, sem maquiagens ou recursos gráficos. Foi uma experiência simplesmente incrível!

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Com diálogos bem construídos, Boyhood é um filme terno, engraçado e cheio de questionamentos interessantes. É uma história sobre amadurecimento, família e amor.

Com uma trilha sonora impecável, a trama ainda nos presenteia com referências culturais da década de 90, como livros, videogames, programas de TV, eleições e claro, a evolução tecnológica da internet e dos telefones celulares; tudo é retratado de maneira belíssima e muito especial. Richard Lanklater está de parabéns por mais esse esplendoroso trabalho.

 

“Sabe quando dizem aproveite o momento? Não sei, mas acho que é o contrário. Como se o momento nos aproveitasse.”



4
out 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

 

raio-de-solAutor: Kim Holden
Título original:
Bright Side
Editora:
Planeta
Número de páginas:
448
Avaliação: 5/5  

Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: “Faça épico”, costuma dizer Kate Sedgwick quando quer estimular alguém a dar o melhor de si. Nascida numa família-problema, com direito a mortes e abandono, a garota de dezoito anos sempre buscou fazer a diferença. Em vez de passar os dias lamentando os infortúnios da vida, como tantos fariam em seu lugar, sempre vê as coisas pelo lado positivo – não é por outro motivo que Gus, seu melhor amigo, a chama de Raio de Sol. E é por isso que, quando passa na faculdade e se muda da ensolarada San Diego, na Califórnia, para a fria cidade de Grant, em Minnesota, ela leva consigo apenas boas lembranças e perspectivas. O que ela não espera é que será surpreendida pelo amor – único aspecto da vida em relação ao qual nunca quis ser otimista – ao conhecer Keller Banks, um rapaz que parece corresponder aos seus sentimentos. Acontece que tanto ele quanto ela têm um segredo. E segredos, às vezes, podem mudar tudo.

O livro narra a história de Kate Sedgwick, uma moça com um passado doloroso e difícil, mas que apesar disso, procura ver a vida com olhos otimistas. Kate sempre tem uma palavra amiga e as pessoas sempre podem contar com seu apoio, seja para o que for. Ela sempre estará lá. Não é à toa, que seu melhor amigo, Gus, a chama de Raio de Sol, pois Kate parece mesmo ser luz em meio à escuridão.

Kate, que foi criada por uma mãe doente, se vê obrigada também a cuidar da irmã mais velha, com síndrome de Down. Mas, ela não reclama, apenas aceita a tarefa que lhe foi atribuída e procura fazer as coisas da melhor maneira possível e com amor no coração.

“Sei que é estranho, mas gosto de pensar em Deus como meu amigo. Não sou religiosa; só falo com ele com frequência. Peço muitos favores. Às vezes, as coisas funcionam a meu favor, e às vezes, não. É a vida. A gente só precisa aproveitar ao máximo.” (Página 44)

 

Kate, que morava na ensolarada metrópole de San Diego, na Califórnia, se muda para a gelada cidadezinha de Grant, em Minnesota para cursar faculdade, e lá sua vida parece tomar rumos totalmente inesperados.

Contudo, Kate só é cética com relação a uma coisa, o amor. Ela não acredita no amor romântico e se diz realista quanto a isso, ela não espera o príncipe encantado ou fica fantasiando um conto de fadas, que segundo ela, nunca irá acontecer.

“O amor é um conceito elusivo, irreal e estranho. Sei que algumas pessoas sentem e não é que eu tenha o coração endurecido. Sou otimista, mas acima de tudo sou realista. Minha vida não vai seguir um conto de fadas, e tudo bem. Minha vida é a realidade. E, na minha realidade, as pessoas não se apaixonam, se casam e vivem felizes para sempre, porque a vida é complicada.” (Página 83)

Mas, esse conceito elusivo parece mudar no dia em que ela conhece Keller Banks, um rapaz que começa a corresponder aos seus sentimentos, sem medos, cobranças ou expectativas.

 

“- Não, Raio de Sol, escute, você é muito especial. Merece alguém que a leve a encontros de verdade. Alguém que compre flores e essas merdas. Porque se existe alguém no mundo capaz de quantidades insanas de amor e que merece ser amada assim é você.

Eu balanço a cabeça.

– Não gosto de corações e flores, Gus.

– Quando você encontrar o cara certo, vai gostar. Só não encontrou ainda. – A voz dele soa triste.” (Página 83)

A história de Kate é linda e seu otimismo é inspirador, com seu jeitinho especial, ela conquista despretensiosamente o coração de todos a sua volta.

“- […] Você é a primeira amiga de verdade que já tive, Katherine. E tenho certeza de que, quando eu estiver sentado em uma cadeira de balanço em algum lugar como um cavalheiro idoso impecavelmente vestido, vou repensar na minha vida fabulosamente bem-sucedida e saber sem sombra de dúvida que eu não poderia ter sido abençoado com uma amiga melhor do que você.” (Página 193)

Por diversas vezes, me peguei dividida entre Keller e Gus, duas pessoas igualmente especiais que cultivaram amor pela protagonista e confesso que foi difícil decidir qual dos dois era mais merecedor, pois ambos são igualmente lindos e mesmo sendo opostos um do outro, cada um a sua maneira, fez por merecer o amor de Kate.

“- E por que você chama Kate de “Raio de Sol”? – pergunta Shelly.

Ele olha para mim e depois para ela. Depois olha para mim de novo.

E para ela. E aponta para mim.

-Você conhece essa garota?

Todos olham para mim com sorrisos carinhosos. Isso me traz uma sensação boa.

Gus continua.

– Ela é um exemplo de positividade. É toda raio de sol. Ela não só vê o lado bom das coisas…ela mora lá.” (Página 326)

Esse livro certamente irá te emocionar, mas por outro lado, também te fará refletir e agradecer por estar vivo e ter a oportunidade de conhecer essa linda história. Por isso, indico muito. Leia, desfrute cada página e seja arrebatado por toda a generosidade, gratidão e amor de Kate, mas certifique-se de trazer uma caixa de lenços, você vai precisar.

“Eu cresci acreditando que era meu trabalho cuidar de todo mundo. Minha irmã precisava de mim. Minha mãe precisava de mim. Eu cresci acreditando no amor, em dar e receber. Gracie, Gus, Audrey, meus amigos…Eu os amei e eles me amaram. Eles me impediram de virar a pessoa amarga e rabugenta que eu poderia ter virado. A pessoa contra a qual eu lutava. Cresci acreditando que tinha que ser forte. Eu precisava ter controle porque as pessoas dependiam de mim e eu queria estar ao lado delas. Se me arrependo de alguma dessas coisa? Não. Eu não curto arrependimento. Isso me tornou quem eu sou.” (Página 438)



27
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Red Band Society

Título no Brasil: Red Band Society

Criador: Margareth Nagle

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2014 (2015 no Brasil)

 

 

Sinopse: Red Band Society traz uma pitada de humor negro ao focar no dia a dia de adolescentes de um hospital que formam um grupo de inusitados amigos. A profundidade das amizades inesperadas permite que eles sobrevivam aos desafios de crescer nessas circunstâncias tão intensas.

Esse é o tipo de série absolutamente viciante, e por incrível que pareça, mesmo com todo o contexto hospitalar, é praticamente impossível não se apaixonar! Foram necessários apenas três capítulos para eu morrer de amores pelos pacientes do Dr. McAndrews, além, é claro do próprio Dr. McAndrew, uau!

Baseado na série espanhola Polseres Vermelles, Red Band é especial por diversos motivos, o maior deles é a luta pela vida desses jovens e a forma magnífica com que temas tão pesados são abordados.

Todos os personagens são importantes para a trama, médicos, enfermeiros, pacientes e eventuais personagens secundários tornam a história ainda mais interessante e comovente.

É lindo acompanhar o desenvolvimento dos pacientes, seus dramas, conflitos e questionamentos. Bem como todo o procedimento médico aplicado a cada um deles.

A enfermeira Dena Jackson denominada “Scary Bitch”, ou vaca assustada, é incrível, super engraçada e faz com que a gente caia na gargalhada mesmo nos momentos tensos. Mas, ela não é só a enfermeira durona com jeito engraçado, ela também tem momentos de extrema doçura e compaixão.

O Dr. Jack McAndrews é o médico da trama, é ele que acompanha os pacientes, passa os diagnósticos e os auxilia no que for preciso, além de ser um gato, né?

Temos ainda a alegre e aparentemente ingênua enfermeira Brittany Doble que procura desesperadamente mostrar competência em seu trabalho, especialmente para a experiente enfermeira Jackson.

Quero começar a apresentação dos pacientes pelo fofo Charlie que também é o narrador perspicaz dessa história. Charlie esta em coma depois de sofrer um acidente de carro com seu pai.

Kara Souders é uma cheerleader que chegou ao hospital depois de um abrupto desmaio durante um ensaio e logo no começo descobrimos que ela sofre de um alargamento no coração em decorrência do uso de drogas, o que a levou para o fim da fila de transplantes, pois se ela se droga, supõe-se que não quer viver, certo?

Leo Roth é aparentemente o rebelde da turma, teve a perna amputada devido a um osteosarcoma e agora ele vive entre a quimioterapia e sucessivas cirurgias. Leo é amigo de Dash Hosney que por sua vez foi diagnosticado com fibrose sística.

Temos ainda, a doce Emma, uma menina extremamente inteligente que se deixou levar pela “ditadura da beleza” e adquiriu anorexia. Por fim, mas não menos importante, temos Jordi Palacios, um garoto que chega ao hospital sozinho para uma consulta com o Dr. McAndrews alegando ser órfão e ter sido diagnosticado com osteosarcoma, porém, a situação de Jordi parece ser bem mais complicada do que ele imagina.

Red Band Society é uma série linda que conta apenas com 13 episódios de sua primeira e única temporada, mas vale muito a pena dar uma chance para as incríveis e comoventes histórias desse grupo inseparável de amigos.

“Quando se está em um hospital buscando melhorar, a parte mais importante do que precisa para sobreviver…é você.” (Charlie, 1° episódio)



23
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Literatura

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Parece mentira, mas não é! Depois de 7635379494 anos, finalmente vamos podemos conferir o 1º Trailer Oficial da adaptação de  Fallen. \o/

Eu li esse livro em 2011, e lembro de ter gostado muito. Depois a série teve seus altos e baixos, mas no geral valeu a pena a leitura. Apesar de não ser a minha série preferida da vida, tenho um carinho imenso por ela e pelos personagens, e queria muito ver como isso ficaria nas telonas. 

O elenco conta com  Addison TimlinJeremy Irvine e Harrison Gilbertson. Gostei muito da apresentação do trailer, das escolha dos atores (talvez o ator que interpreta Cam não tenha me animado de imediato, mas vou esperar a atuação dele para poder falar mais) e minha única ressalva é que o trailer possui muitos spoilers. Acho que para quem não leu o livro, seria mais bacana descobrir tudo no decorrer do filme. 🙂

A previsão de lançamento do filme é para Novembro de 2016. E eu com certeza estarei no cinema para conferir o resultado. O trailer me agradou bastante, e espero não me decepcionar. Vocês também gostaram?



19
set 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

o-ar-que-ele-respiraElementos #1
Autor:
Brittainy C. Cherry
Título original:
The Air He Breathes
Editora:
Record
Número de páginas:
306
Avaliação: 
5/5 
Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

Brittainy C Cherry já tinha ganhando o meu amor com o livro Sr. Daniels, que se tornou um dos meus favoritos ano passado. Então, confesso que minhas expectativas estavam bastante altas em relação à esse livro. Fico feliz em dizer que a autora superou todas elas, terminei o livro após 4 horas de leitura ininterruptas. 

Neste volume conhecemos a história de Tristan e Elizabeth, duas pessoas que tiveram suas vidas modificadas após um acidente. De início vemos Lizzie voltando à sua cidade, para sua antiga vida. Depois da morte de seu marido, Elizabeth não soube como lidar com a tragédia e decidiu passar um tempo na casa de sua mãe, juntamente com sua filhinha. No entanto, em determinado momento Elizabeth percebe que precisa voltar, que precisa seguir sua vida e permitir que sua filha volte a viver na normalidade, em sua própria casa. Ela então conhece Tristan Cole, um homem mal humorado e conhecido como o esquisitão da cidade, ele não conversa com as pessoas (a não ser para ser grosseiro), não cuida de sua aparência e parece detestá-la de imediato. O que deveria repelir Lizzie, tem o efeito contrário. Ela sente emoções adormecidas há um bom tempo, e percebe que por trás dessa fachada de dureza e antipatia, pode existir um homem bom, mas com o coração machucado. 

“Num piscar de olhos, num breve momento, tudo o que eu sabia sobre a vida mudou.”

O Ar que ele Respira é um livro forte e carregado de emoções, a dor é tão nítida e pungente que fui às lágrimas diversas vezes. Lizzie perdeu seu marido, seu companheiro e melhor amigo e eu não sei lidar com livros onde esposas perdem seus maridos de maneira trágica, eu me coloco no lugar e sofro instantaneamente. Não consigo me imaginar sem o meu marido, e quão mais forte deve ser a dor quando se tem uma criança envolvida, alguém que depende totalmente de você, e que precisa que você sai do luto e volte a viver. A vida de Tristan é ainda mais triste e obscura, ele mergulhou em sua dor e culpa, e está ali, incapaz de emergir. Eu quis tanto cuidar dele, consolá-lo dizendo que tudo ficaria bem, que era permitido a ele amar novamente e querer ficar com Lizzie!

“Eu não sabia que era possível. Eu não sabia que os pedaços quebrados de um coração, poderiam ainda bater por amor.”

O romance é absolutamente real, dois jovens destroçados que precisam um do outro para recolher seus pedaços e prosseguir. O mais incrível é que a autora não apenas criou um romance e disse “pronto, agora o amor vai curar tudo e eles serão felizes imediatamente”, de maneira nenhuma! Cada etapa desse relacionamento é delicada, o processo de cura é doloroso e demorado, você acredita no amor deles, e entende como aconteceu. Amei o casal, amei a dinâmica e a forma como seus caminhos se entrelaçaram.

“Sabe aquele lugar entre os sonhos e os pesadelos? Aquele lugar onde o amanhã não chega e o passado não dói mais? O lugar onde seu coração bate em sintonia com o meu? Aquele lugar onde o tempo não existe e é mais fácil parar de respirar? Quero viver nesse lugar lá com você.”

Os personagens secundários também são muito importantes na trama, destaque para Emma (a filha de Lizzie), Faye (a melhor amiga) e Zeus (o cachorro de Tristan). Com a ajuda desses três personagens, a trama ficou ainda mais forte, pois todas as formas de amor foram exploradas, não apenas o amor romântico. Brittainy C. Cherry não brincou em serviço, e nos brindou com uma história cheia de lições e aprendizados, gostaria de poder abraçar a autora e agradecer, sério.

“Enquanto o ar continuar enchendo meus pulmões, enquanto eu respirar por lutar por você. Vou lutar por nós.”

A narrativa intercala o ponto de vista de Tristan e Lizzie, o que me agrada muito e faz com que a imersão no mundo deles seja mais simples. A fluidez no texto é tamanha, que fica impossível parar de ler (eu não consegui, só parei quando a história terminou). O final é eletrizante, temos uma boa dose de suspense e muita adrenalina. 

Por fim, preciso dizer o quanto eu AMEI esse livro, o quanto essa história mexeu com o meu coração e sentimentos. Recomendo com toda a certeza e torço para que o coração de vocês seja tocado da mesma forma.

O Ar que ele Respira é o primeiro livro da série Elementos, que possuirá ao todo quatro livros, cada um contando a história de um casal diferente. 



15
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Oi, oi, oi todo mundo!!!

Como historiadora formada e totalmente apaixonada que sou, paro para prestar atenção em qualquer coisa que faça uma simples menção ao passado. Adoro livros, filmes e novelas que resgatam os cenários, conflitos e episódios importantes da história da humanidade.

E como o assunto aqui é SÉRIE DE TV, resolvi unir o útil ao agradável e indicar 3 ótimas séries de época para você que já gosta do tema ou mesmo se está pensando em arriscar!

O mais legal é que todas são ficções. Não ficam presas à história, mas de uma forma ou de outra têm em seu enredo um ou outro acontecimento real, além de tornar mais fácil e natural nossa compreensão da sociedade da época. Vale a pena conhecer!

OUTLANDER

Eu ouvi falar de viagem no tempo?!?!?!

Baseada na série de livros de mesmo nome, da autora Diana Gabaldon, Outlander tem início durante a Segunda Guerra Mundial, quando a enfermeira inglesa Claire Randall por algum motivo viaja no tempo 200 anos para o passado e vai parar na Escócia de 1743, bem no meio dos conflitos entre os clãs escoceses e a Inglaterra. Em meio à intensas disputas políticas ela passa por diversas e perigosas aventuras que ameaçam sua vida constantemente.

THE MUSKETEERS

Essa é uma livre adaptação dos famosos 3 Mosqueteiros (e D’Artagnan) criados por Alexandre Dumas que com sua obra clássica inaugurou o gênero literário da ficção histórica que une o melhor dos dois mundos (ficção e história =D)!

Embora o livro, e consequentemente a série não se mantenham totalmente fieis aos fatos reais, a maioria de seus personagens realmente existiu e assistindo à série fica bem fácil imaginar a França do Rei Luis XIII.

DOWNTON ABBEY

Para tudo que agora vou falar do meu amorzinho!!!

A série se passa no início do século XX e consegue retratar com tanta propriedade e delicadeza o dia a dia da aristocracia britânica da época que é impossível não nos sentirmos conectados com o enredo e os personagens!

O primeiro episódio tem início com o anuncio da tragédia do Titanic, mostrando a reação de quem tinha amigos e familiares no navio e as consequências práticas do ocorrido. Mostra também o início e desenrolar da I Guerra Mundial e como esse evento alterou drasticamente a vida de toda a sociedade.

A série mostra a energia elétrica chegando às casas, os carros começando a substituir as carruagens e a decadência da aristocracia com o fortalecimento do capitalismo entre tantas outras mudanças que ocorreram no mundo durante aquela época!

Todas são séries que acompanho e sou muito, muito fã! Recomendo!

Até a próxima!



14
set 2016

ARQUIVADO EM: Vídeos

Oi gente! Como vocês já sabem, eu estive na casa da Carina Rissi e aproveitamos para gravar alguns vídeos, entre eles a Bookshelf Tour da Carina! Eu sei que vocês amam esse tipo, assim como eu, então bora conferir as duas partes já disponíveis. 🙂






ilustrações design e desenvolvimento