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27
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Red Band Society

Título no Brasil: Red Band Society

Criador: Margareth Nagle

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2014 (2015 no Brasil)

 

 

Sinopse: Red Band Society traz uma pitada de humor negro ao focar no dia a dia de adolescentes de um hospital que formam um grupo de inusitados amigos. A profundidade das amizades inesperadas permite que eles sobrevivam aos desafios de crescer nessas circunstâncias tão intensas.

Esse é o tipo de série absolutamente viciante, e por incrível que pareça, mesmo com todo o contexto hospitalar, é praticamente impossível não se apaixonar! Foram necessários apenas três capítulos para eu morrer de amores pelos pacientes do Dr. McAndrews, além, é claro do próprio Dr. McAndrew, uau!

Baseado na série espanhola Polseres Vermelles, Red Band é especial por diversos motivos, o maior deles é a luta pela vida desses jovens e a forma magnífica com que temas tão pesados são abordados.

Todos os personagens são importantes para a trama, médicos, enfermeiros, pacientes e eventuais personagens secundários tornam a história ainda mais interessante e comovente.

É lindo acompanhar o desenvolvimento dos pacientes, seus dramas, conflitos e questionamentos. Bem como todo o procedimento médico aplicado a cada um deles.

A enfermeira Dena Jackson denominada “Scary Bitch”, ou vaca assustada, é incrível, super engraçada e faz com que a gente caia na gargalhada mesmo nos momentos tensos. Mas, ela não é só a enfermeira durona com jeito engraçado, ela também tem momentos de extrema doçura e compaixão.

O Dr. Jack McAndrews é o médico da trama, é ele que acompanha os pacientes, passa os diagnósticos e os auxilia no que for preciso, além de ser um gato, né?

Temos ainda a alegre e aparentemente ingênua enfermeira Brittany Doble que procura desesperadamente mostrar competência em seu trabalho, especialmente para a experiente enfermeira Jackson.

Quero começar a apresentação dos pacientes pelo fofo Charlie que também é o narrador perspicaz dessa história. Charlie esta em coma depois de sofrer um acidente de carro com seu pai.

Kara Souders é uma cheerleader que chegou ao hospital depois de um abrupto desmaio durante um ensaio e logo no começo descobrimos que ela sofre de um alargamento no coração em decorrência do uso de drogas, o que a levou para o fim da fila de transplantes, pois se ela se droga, supõe-se que não quer viver, certo?

Leo Roth é aparentemente o rebelde da turma, teve a perna amputada devido a um osteosarcoma e agora ele vive entre a quimioterapia e sucessivas cirurgias. Leo é amigo de Dash Hosney que por sua vez foi diagnosticado com fibrose sística.

Temos ainda, a doce Emma, uma menina extremamente inteligente que se deixou levar pela “ditadura da beleza” e adquiriu anorexia. Por fim, mas não menos importante, temos Jordi Palacios, um garoto que chega ao hospital sozinho para uma consulta com o Dr. McAndrews alegando ser órfão e ter sido diagnosticado com osteosarcoma, porém, a situação de Jordi parece ser bem mais complicada do que ele imagina.

Red Band Society é uma série linda que conta apenas com 13 episódios de sua primeira e única temporada, mas vale muito a pena dar uma chance para as incríveis e comoventes histórias desse grupo inseparável de amigos.

“Quando se está em um hospital buscando melhorar, a parte mais importante do que precisa para sobreviver…é você.” (Charlie, 1° episódio)



23
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Literatura

fallen

Parece mentira, mas não é! Depois de 7635379494 anos, finalmente vamos podemos conferir o 1º Trailer Oficial da adaptação de  Fallen. \o/

Eu li esse livro em 2011, e lembro de ter gostado muito. Depois a série teve seus altos e baixos, mas no geral valeu a pena a leitura. Apesar de não ser a minha série preferida da vida, tenho um carinho imenso por ela e pelos personagens, e queria muito ver como isso ficaria nas telonas. 

O elenco conta com  Addison TimlinJeremy Irvine e Harrison Gilbertson. Gostei muito da apresentação do trailer, das escolha dos atores (talvez o ator que interpreta Cam não tenha me animado de imediato, mas vou esperar a atuação dele para poder falar mais) e minha única ressalva é que o trailer possui muitos spoilers. Acho que para quem não leu o livro, seria mais bacana descobrir tudo no decorrer do filme. 🙂

A previsão de lançamento do filme é para Novembro de 2016. E eu com certeza estarei no cinema para conferir o resultado. O trailer me agradou bastante, e espero não me decepcionar. Vocês também gostaram?



19
set 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

o-ar-que-ele-respiraElementos #1
Autor:
Brittainy C. Cherry
Título original:
The Air He Breathes
Editora:
Record
Número de páginas:
306
Avaliação: 
5/5 
Onde comprar:  Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

Brittainy C Cherry já tinha ganhando o meu amor com o livro Sr. Daniels, que se tornou um dos meus favoritos ano passado. Então, confesso que minhas expectativas estavam bastante altas em relação à esse livro. Fico feliz em dizer que a autora superou todas elas, terminei o livro após 4 horas de leitura ininterruptas. 

Neste volume conhecemos a história de Tristan e Elizabeth, duas pessoas que tiveram suas vidas modificadas após um acidente. De início vemos Lizzie voltando à sua cidade, para sua antiga vida. Depois da morte de seu marido, Elizabeth não soube como lidar com a tragédia e decidiu passar um tempo na casa de sua mãe, juntamente com sua filhinha. No entanto, em determinado momento Elizabeth percebe que precisa voltar, que precisa seguir sua vida e permitir que sua filha volte a viver na normalidade, em sua própria casa. Ela então conhece Tristan Cole, um homem mal humorado e conhecido como o esquisitão da cidade, ele não conversa com as pessoas (a não ser para ser grosseiro), não cuida de sua aparência e parece detestá-la de imediato. O que deveria repelir Lizzie, tem o efeito contrário. Ela sente emoções adormecidas há um bom tempo, e percebe que por trás dessa fachada de dureza e antipatia, pode existir um homem bom, mas com o coração machucado. 

“Num piscar de olhos, num breve momento, tudo o que eu sabia sobre a vida mudou.”

O Ar que ele Respira é um livro forte e carregado de emoções, a dor é tão nítida e pungente que fui às lágrimas diversas vezes. Lizzie perdeu seu marido, seu companheiro e melhor amigo e eu não sei lidar com livros onde esposas perdem seus maridos de maneira trágica, eu me coloco no lugar e sofro instantaneamente. Não consigo me imaginar sem o meu marido, e quão mais forte deve ser a dor quando se tem uma criança envolvida, alguém que depende totalmente de você, e que precisa que você sai do luto e volte a viver. A vida de Tristan é ainda mais triste e obscura, ele mergulhou em sua dor e culpa, e está ali, incapaz de emergir. Eu quis tanto cuidar dele, consolá-lo dizendo que tudo ficaria bem, que era permitido a ele amar novamente e querer ficar com Lizzie!

“Eu não sabia que era possível. Eu não sabia que os pedaços quebrados de um coração, poderiam ainda bater por amor.”

O romance é absolutamente real, dois jovens destroçados que precisam um do outro para recolher seus pedaços e prosseguir. O mais incrível é que a autora não apenas criou um romance e disse “pronto, agora o amor vai curar tudo e eles serão felizes imediatamente”, de maneira nenhuma! Cada etapa desse relacionamento é delicada, o processo de cura é doloroso e demorado, você acredita no amor deles, e entende como aconteceu. Amei o casal, amei a dinâmica e a forma como seus caminhos se entrelaçaram.

“Sabe aquele lugar entre os sonhos e os pesadelos? Aquele lugar onde o amanhã não chega e o passado não dói mais? O lugar onde seu coração bate em sintonia com o meu? Aquele lugar onde o tempo não existe e é mais fácil parar de respirar? Quero viver nesse lugar lá com você.”

Os personagens secundários também são muito importantes na trama, destaque para Emma (a filha de Lizzie), Faye (a melhor amiga) e Zeus (o cachorro de Tristan). Com a ajuda desses três personagens, a trama ficou ainda mais forte, pois todas as formas de amor foram exploradas, não apenas o amor romântico. Brittainy C. Cherry não brincou em serviço, e nos brindou com uma história cheia de lições e aprendizados, gostaria de poder abraçar a autora e agradecer, sério.

“Enquanto o ar continuar enchendo meus pulmões, enquanto eu respirar por lutar por você. Vou lutar por nós.”

A narrativa intercala o ponto de vista de Tristan e Lizzie, o que me agrada muito e faz com que a imersão no mundo deles seja mais simples. A fluidez no texto é tamanha, que fica impossível parar de ler (eu não consegui, só parei quando a história terminou). O final é eletrizante, temos uma boa dose de suspense e muita adrenalina. 

Por fim, preciso dizer o quanto eu AMEI esse livro, o quanto essa história mexeu com o meu coração e sentimentos. Recomendo com toda a certeza e torço para que o coração de vocês seja tocado da mesma forma.

O Ar que ele Respira é o primeiro livro da série Elementos, que possuirá ao todo quatro livros, cada um contando a história de um casal diferente. 



15
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Oi, oi, oi todo mundo!!!

Como historiadora formada e totalmente apaixonada que sou, paro para prestar atenção em qualquer coisa que faça uma simples menção ao passado. Adoro livros, filmes e novelas que resgatam os cenários, conflitos e episódios importantes da história da humanidade.

E como o assunto aqui é SÉRIE DE TV, resolvi unir o útil ao agradável e indicar 3 ótimas séries de época para você que já gosta do tema ou mesmo se está pensando em arriscar!

O mais legal é que todas são ficções. Não ficam presas à história, mas de uma forma ou de outra têm em seu enredo um ou outro acontecimento real, além de tornar mais fácil e natural nossa compreensão da sociedade da época. Vale a pena conhecer!

OUTLANDER

Eu ouvi falar de viagem no tempo?!?!?!

Baseada na série de livros de mesmo nome, da autora Diana Gabaldon, Outlander tem início durante a Segunda Guerra Mundial, quando a enfermeira inglesa Claire Randall por algum motivo viaja no tempo 200 anos para o passado e vai parar na Escócia de 1743, bem no meio dos conflitos entre os clãs escoceses e a Inglaterra. Em meio à intensas disputas políticas ela passa por diversas e perigosas aventuras que ameaçam sua vida constantemente.

THE MUSKETEERS

Essa é uma livre adaptação dos famosos 3 Mosqueteiros (e D’Artagnan) criados por Alexandre Dumas que com sua obra clássica inaugurou o gênero literário da ficção histórica que une o melhor dos dois mundos (ficção e história =D)!

Embora o livro, e consequentemente a série não se mantenham totalmente fieis aos fatos reais, a maioria de seus personagens realmente existiu e assistindo à série fica bem fácil imaginar a França do Rei Luis XIII.

DOWNTON ABBEY

Para tudo que agora vou falar do meu amorzinho!!!

A série se passa no início do século XX e consegue retratar com tanta propriedade e delicadeza o dia a dia da aristocracia britânica da época que é impossível não nos sentirmos conectados com o enredo e os personagens!

O primeiro episódio tem início com o anuncio da tragédia do Titanic, mostrando a reação de quem tinha amigos e familiares no navio e as consequências práticas do ocorrido. Mostra também o início e desenrolar da I Guerra Mundial e como esse evento alterou drasticamente a vida de toda a sociedade.

A série mostra a energia elétrica chegando às casas, os carros começando a substituir as carruagens e a decadência da aristocracia com o fortalecimento do capitalismo entre tantas outras mudanças que ocorreram no mundo durante aquela época!

Todas são séries que acompanho e sou muito, muito fã! Recomendo!

Até a próxima!



14
set 2016

ARQUIVADO EM: Vídeos

Oi gente! Como vocês já sabem, eu estive na casa da Carina Rissi e aproveitamos para gravar alguns vídeos, entre eles a Bookshelf Tour da Carina! Eu sei que vocês amam esse tipo, assim como eu, então bora conferir as duas partes já disponíveis. 🙂



13
set 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Firefly Lane #2
Autor:
Kristin Hannah
Título original:
Fly Away
Editora:
Novo Conceito
Número de páginas:
400
Avaliação: 
5/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Atenção: A sinopse e resenha desse livro contém spoiler do livro anterior (Amigas para Sempre).

Sinopse: Tully Hart é uma mulher ambiciosa, movida por grandes sonhos que, na verdade, escondem as lembranças de um passado de abandono e dor. Ela acredita que pode superar qualquer coisa ao esconder bem fundo os sentimentos de rejeição que carrega desde a infância…Até que sua melhor amiga, Kate Ryan, morre. Então, tudo começa a mudar para Tully, que se vê escorregando em um precipício cheio de memórias melancólicas e remédios para dormir.

Dorothy Hart ou nuvem, como era conhecida nos anos 1970, está no centro do trágico passado de Tully. Ela abandonou a filha repetidas vezes na infância. Até que as duas se separam de uma vez por todas.

Aos dezesseis anos, Marah Ryan ficou devastada pela morte da mãe, Kate. Embora seu pai e seus irmãos se esforcem para manter a família unida.

Marah transformou-se numa adolescente rebelde e inacessível em sua dor. Tully tenta aproximar-se de Marah mas sua incapacidade de lidar com os sentimentos da afilhada acaba empurrando a menina para um relacionamento infeliz com um rapaz problemático.

A vida dessas duas mulheres está intimamente ligada, e a maneira como elas vão rever seus erros e acertos constrói um romance comovente sobre o amor, a maternidade, as perdas e o novo começo. Onde há amor, há perdão…

No primeiro livro, Amigas para Sempre, nós somos apresentados a linda história de amizade entre Tully Hart e Kate Mularkey. Como elas se conheceram, seu cotidiano e a transição da adolescência à fase adulta com todas as descobertas e crises existenciais.

Em Por toda a Eternidade, nós acompanhamos a dor dos personagens e a tentativa de se reerguer após a inestimável perda de Kate.

“Minha mãe aperfeiçoara a arte de me abandonar e passei toda a minha infância fingindo que a verdade era uma mentira. Somente com Kate fui honesta.” (Página 63)

Tully e os integrantes da família Mularkey/Ryan terão obstáculos a transpor muito maiores do que poderiam imaginar, e é nessa jornada, que cada um embarcará numa viagem em busca de autoconhecimento e amor.

“Comecei cedo, agarrando-me firme demais e precisando de muita coisa. Sempre ansiei por amor. Do tipo incondicional e até mesmo imerecido.

Precisava que alguém dissesse para mim. Não é para parecer coitadinha, mas minha mãe nunca me disse. Nem minha avó. Não havia mais ninguém…” (Página 217)

Este é um livro sobre perdas, recomeços, amor e perdão. Kristin Hannah consegue mais uma vez nos emocionar com suas palavras e nos fazer refletir sobre a vida, o passado e o futuro.

“Sempre que você ouvir nossa música ou rir alto, vou estar lá. Quando você fechar seus olhos à noite e se lembrar, vou estar lá.”(Página 386)

Por Toda a Eternidade conta uma história sobre como seguir em frente quando estamos emocionalmente perdidos e fragilizados, e autora está mais uma vez de parabéns pelo lindo enredo e comovente desfecho. Leitura mais do que recomendada.



12
set 2016

ARQUIVADO EM: Decoração Vídeos

Lembra quando fiz esse post, contando que tinha muita vontade de mudar algumas coisas no meu quarto de gravações? Colocar papel de parede, comprar uma mesa nova e mudar as estantes? Pois então, comecei a realizar meu sonho! Ainda faltam muitos detalhes, e das quatro estantes, só troquei uma por enquanto, mas devagar eu chego lá.

Hoje quero mostrar para vocês cada item, e contar principalmente sobre o meu papel de parede, pelo qual estou TOTALMENTE apaixonada!

Eu decidi que tudo ficaria branquinho devido a sensação de leveza e claridade. Acho que o fundo do vídeo fica mais bonito, depois me contem se gostaram também!

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Vou começar pela minha parte preferida desse novo cantinho: o papel de parede. Eu sempre sonhei com esse papel de tijolinhos brancos, acho a coisa mais linda e fofa desse mundo. Combina com tudo e fica delicadinho. Quando encontrei a loja Papel na Parede não pensei duas vezes, chegou tudo bem embaladinho e a qualidade é ótima.

Os papeis são autocolantes, o que significa que você não precisa de cola, é só ir retirando e colando, como se fosse um papel contact. A aplicação é muito simples, quem aplicou o meu foi o meu cunhado Juliano e em pouco tempo estava tudo pronto. Gravei um vídeo mostrando um pouco da aplicação para vocês, é bem prático. O meu papel de parede é o Tijolos Brancos.

No próprio site você consegue colocar as medidas da parede (ou cômodo) que você quer colocar o papel. Com a medida colocada, o site calcula para você quantos rolos você vai precisar aplicar. São diversas formas de pagamento, o que facilita muito a decisão da compra.

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Eles também disponibilizam os produtos em lojas online, como: Shoptime, Americanas, Wallmart, Ponto Frio, Submarino, Casas Bahia, Mobly e Extra. Então dá para buscar o melhor preço e fazer a compra.

A minha estante é a Livreiro BL 01-06, na cor branca (AxLxP – 182,5×90,5×30,5cm). Essa é exatamente igual as minhas anteriores, com exceção da cor. Recomendo bastante porque elas são bem resistentes e fáceis de montar (Compre AQUI). Aos poucos vou trocando todas, para ficar tudo bem branquinho.

Por fim, minha mesa é da CasaD, uma loja muito bacana que tem de tudo. O preço foi bem em conta e a qualidade é ótima. Eles têm lojas representantes em diversos lugares, aqui em Nova Horizonte eu comprei em uma loja de móveis tradicional, mas você pode encomendar pelo catálogo também. Agora estou querendo comprar várias coisas que vi no catálogo, principalmente o gaveteiro para colocar abaixo da mesa.

Estou muito satisfeita com tudo o que escolhi, não canso de olhar! Faltam agora alguns quadrinhos na parede, uma cadeira nova e confortável e as outras estantes. Aos poucos finalizo tudo.

O que vocês acharam? Gostaram das mudanças? O que vocês querem mudar no cantinho de vocês?



6
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Trust

Título no Brasil: Confiar

Direção: David Schwimmer

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2011

Sinopse: Will (Clive Owen) e Lynn (Catherine Keener) têm três filhos. Enquanto um está prestes a entrar para a faculdade, a filha do meio, Annie (Liana Liberato), começa a apresentar os sintomas comuns das adolescentes que querem se parecer mais velhas e ser aceitas entre seus pares. Publicitário bem sucedido e super envolvido com a profissão, Will procura ter uma relação de confiança com os filhos, mas Annie inicia um relacionamento no computador com um jovem de 16 anos e dá continuidade através do telefone. Sem que seus pais soubessem, ela aceita o convite dele para um encontro, mas a surpresa que ela tem no primeiro momento é só o começo de um pesadelo que marcará para sempre a sua vida e de sua família.

Tudo era perfeito na vida do casal Will e Lynn, pais de três filhos, eles acreditavam que nada iria abalar essa relação, até que no aniversário de 16 anos de sua filha do meio, eles a presenteiam com um computador e tudo parece mudar.

Eles não faziam ideia de que a tímida jovem se envolveria secretamente com um rapaz de 16 anos. Tudo parecia lindo para Annie, ela conversava com o novo amigo e até confidenciava fatos de sua vida para aquele menino aparentemente perfeito. Quando ambos combinam de se encontrar, Annie percebe que o rapaz da internet não é exatamente quem diz ser, mas, a certa altura dos acontecimentos, a menina já esta envolvida de tal forma, que se deixa levar pelos “encantos” do amigo virtual,  sem perceber o perigo iminente a sua frente.

Com direção de David Schwimmer, o eterno Ross do seriado Friends, Confiar é um filme forte e impactante que nos leva a refletir acerca de assuntos importantes como assédio e pedofilia. Gostei bastante da protagonista, Liana Liberato da um show no papel da jovem e conflitante Annie.

Clive Owen surpreende no papel de pai desesperado para salvar sua filha, ao mesmo tempo em que se sente culpado por tê-la presenteado com o objeto de sua destruição. Catherine Keener também esta ótima, no entanto, sua personagem parece mais conformada com tudo o que esta acontecendo, o que de certa forma me incomodou um pouco. Ainda não sou mãe, mas acredito que agiria de forma diferente. A postura adotada pela personagem de Catherine me deixava bastante nervosa e angustiada na maioria das cenas.

Apesar disso, eu indico muito, Confiar é um ótimo filme que retrata com muita verdade o que ás vezes acontece, como somos vulneráveis quando o assunto é internet e que o perigo pode estar aonde menos se espera. Não acho que seja culpa de ninguém, nem dos pais, nem das crianças.

Os culpados são os psicopatas, esse tipo de gente doente que se esconde atrás do mundo virtual em sua rede de mentiras e ilusões caçando crianças e adolescentes inocentes.

Mas, é preciso sim ser vigilante, alertar nossos filhos quanto aos perigos que nos rondam e torcer para que a educação que demos seja realmente suficiente e que eles saibam lidar com esse tipo de situação.



1
set 2016

ARQUIVADO EM: Vídeos

A bienal acaba só no dia 04/09, se você ainda não foi, dá tempo! No vídeo de hoje eu mostro para vocês como foi o final de semana que passei por lá. Em breve fare o vídeo de Book Haul, e o post com todas as fotos do evento. <3



31
ago 2016

ARQUIVADO EM: Literatura

Frozen-capaFrozen #1
Autor:
Melissa de La Cruz e Michael Johnston
Título original:
 
Frozen – Heart of Dread
Editora:
Bertrand Brasil
Número de páginas:
308
Avaliação: 
2/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: “Bem-vindo a Nova Vegas, uma cidade antes repleta de brilho, agora coberta de gelo. Com grande parte do planeta agora destruído, o lugar só conhece uma temperatura: a congelante. Lá encontramos Natasha Kestal, uma jovem crupiê à procura de uma saída. Como muitos, ela ouviu falar de um lugar mítico simplesmente chamado de Azul, um paraíso onde o sol ainda brilha e as águas são azul turquesa — e um lugar onde Nat e seus semelhantes não serão perseguidos, mesmo que seu segredo mais obscuro venha à tona. Mas o caminho para o Azul é traiçoeiro, senão impossível de atravessar, e sua única chance é apostar em um grupo de mercenários liderados pelo arrogante Ryan Wesson para conduzi-la a seu destino. Ciladas e perigos os aguardam em cada esquina, à medida que Nat e Wes se veem inexoravelmente atraídos um pelo outro. Mas seria possível o amor verdadeiro sobreviver a mentiras? Corações em chamas colidem nesta trama sobre a maldade do homem e o incrível poder que existe dentro de cada um de nós.”

Após um grande desastre, o mundo deixou de ser o que era antes. Grande parte da população foi dizimada, os animais e plantas são praticamente inexistente e a poluição é predominante. A única temperatura existente é a congelante. Todos tem cabelos e olhos escuros, caso você seja diferente, você é um “marcado” e precisa se esconder. Os marcados são conhecidos por terem poderes especiais, mas são indesejados e caçados pelos militares. Natasha (ou Nat) é uma marcada, e acabou de fugir de uma instituição que aprisiona os marcados. Devido ao uso de lentes, ela consegue se misturar aos considerados normais e vive sua vida de forma discreta, como crupiê em uma cassino em Nova Vegas, uma das únicas cidades sobreviventes.

Nat tem esperanças de encontrar o Azul, um lugar que todos acreditam ser uma lenda, onde o calor ainda existe, onde os oceanos são limpos e a comida é abundante. Os ataques aos marcados estão cada vez piores e constantes, nat precisa fugir dali. A garota então encontra um mapa, que pode levá-la ao Azul, mas para isso vai precisar da ajuda de um grupo de mercenários, liderados pelo esnobe Ryan Wesson. Nat não confia em Wes, e nem ele nela. No entanto a atração é inevitável, e cercados de perigos e lugares sombrios, eles vão ter que aprender a cuidar um do outro, mesmo imersos em diversos segredos.

“Marcas de Mago, sussurravam os ciganos, videntes que liam mãos e cartas de tarô nos becos escuros de Vegas. Já começou. Outros sairão do gelo e virão para o nosso mundo.

É o fim.

O fim do começo. O começo do fim.”

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que esse livro nada tem a ver com o filme da Disney, de mesmo nome. Só para tirar a dúvida mesmo hehehe.

Quando soube do lançamento de Frozen, fiquei muito curiosa, nunca li nada da Melissa de la Cruz, mas sempre ouvi falarem muito bem de suas obras. No entanto, acabei me decepcionando com o andamento da história.

Melissa de La Cruz escreve a trama juntamente com seu marido, Michael Jonhston, e talvez essa parceria não tenha funcionado tão bem, pelo menos para mim. A trama é instigante, o plot chama a atenção e me fez ficar bastante empolgada. Frozen é narrado em terceira pessoa, alternando o ponto de vista de Nat e Wes a cada capítulo. A obra é dividida em cinco partes, o que tornou a leitura rápida e dinâmica.

Infelizmente os autores inseriram uma porção de elementos e novos personagens, transformando tudo numa grande salada. Nat e Wes são personagens ótimos, mas não me convenceram como casal, não consegui me conectar com o romance e nem torcer por eles. Separados eles eram interessantes, juntos eram mais do mesmo.

As duas primeiras partes correram de maneira muito agradável, o que aumentou minhas expectativas, mas depois a coisa degringolou e fiquei bem decepcionada. No entanto, a distopia é bem presente e os autores conseguiram passar uma boa mensagem, sobre o cuidado com o meio ambiente, e em o que os humanos estão se tornando. Se os elementos fantasiosos não tivessem sido tão explorados (de forma exagerada e às vezes desconexas), eu provavelmente teria dado uma nota maior ao livro.

“Frozen – Mundo de Gelo, Coração de Fogo” é um livro repleto de aventura e muita magia, de leitura rápida e fácil. Apesar de não ter gostado tanto assim, ainda tenho curiosidade ler os livros seguintes (são três ao todo). Como gosto não se discute, se você se interessou, acho que vale a pena ler e tirar suas próprias conclusões. 🙂






ilustrações design e desenvolvimento