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07 nov, 2017

The Handmaid’s Tale

Título Original: The Handmaid’s Tale

Título no Brasil: The Handmaid’s Tale

Criador: Bruce Miller

Gênero: Drama/Ficção Científica

Ano de Lançamento: 2017

Sinopse: Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

Baseado no livro homônimo da autora canadense Margaret Atwood, que no Brasil ganhou o título de O Conto da Aia. The Handmaid’s Tale narra a história de um mundo devastado, sem leis ou direitos, onde as pessoas são separadas por castas: as Martas, que são mulheres designadas para cuidar da casa, as Esposas, cujo papel é unicamente seguir e acatar as ordens dos maridos denominados Comandantes, as Tias, que são uma espécie de recrutadoras de mulheres e finalmente as Aias, moças em idade reprodutiva que são levadas para as casas dos comandantes no intuito único e exclusivo de procriar.

Porém, as mulheres não se voluntariam para ser Aias, na verdade elas são levadas contra a vontade, afastadas de seus entes queridos, perdendo qualquer tipo de contato com seus maridos e filhos, passando a viver sob um regime de escravidão.

Nessa trama surreal, o diretor Bruce Miller retrata com riqueza de detalhes, a vida das Aias, todo o sofrimento e solidão a que elas são submetidas. É angustiante, revoltante e estarrecedor acompanhar o que acontece em Gilead.

“Meu nome é Offred. Eu tinha outro nome, mas agora é proibido. Tantas coisas são proibidas agora.”

 

A atriz Elizabeth Moss esta simplesmente perfeita no papel de Offred e o comandante vivido por Joseph Fiennes, me fez esquecer completamente o jovem astro do teatro londrino de Shakespeare Apaixonado, tamanha a autenticidade de sua interpretação!

Mas, essa história não é propriamente uma novidade, uma vez que já existem diversos filmes e peças teatrais inspirados na distopia. Porém, com o sucesso da nova série, o livro de Margareth Atwood, originalmente lançado em 1986, ganhou nova capa, o que consequentemente chamou a atenção para novos leitores.

Não é para menos, com um elenco afiado, fotografia belíssima, figurino impecável e trilha sonora certeira, foi praticamente impossível não acompanhar.

The Handmaid’s Tale ainda não foi transmitida no Brasil, mas, ao que tudo indica, o Paramount Channel arrematou os direitos de transmissão e muito em breve teremos a produção por aqui também.

Lançada pela plataforma de streaming Hulu, a série narra o enredo distópico mais aterrorizante que já vi! Com um final interessante e um bom mote para uma próxima temporada, essa continuação promete ser ainda mais assustadora.

A segunda temporada que já esta sendo gravada, contará com 13 episódios e deve ser lançada em abril de 2018. Só nos resta aguardar o desenrolar dos fatos! Assistam a série, leiam o livro, vale muito a pena conhecer a escrita maravilhosa de Margareth Atwood aliada a genial direção de Bruce Miller.

 

 

31 ago, 2016

Frozen – Mundo de Gelo, Coração de Fogo

Frozen-capaFrozen #1
Autor:
Melissa de La Cruz e Michael Johnston
Título original:
 
Frozen – Heart of Dread
Editora:
Bertrand Brasil
Número de páginas:
308
Avaliação: 
2/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

Sinopse: “Bem-vindo a Nova Vegas, uma cidade antes repleta de brilho, agora coberta de gelo. Com grande parte do planeta agora destruído, o lugar só conhece uma temperatura: a congelante. Lá encontramos Natasha Kestal, uma jovem crupiê à procura de uma saída. Como muitos, ela ouviu falar de um lugar mítico simplesmente chamado de Azul, um paraíso onde o sol ainda brilha e as águas são azul turquesa — e um lugar onde Nat e seus semelhantes não serão perseguidos, mesmo que seu segredo mais obscuro venha à tona. Mas o caminho para o Azul é traiçoeiro, senão impossível de atravessar, e sua única chance é apostar em um grupo de mercenários liderados pelo arrogante Ryan Wesson para conduzi-la a seu destino. Ciladas e perigos os aguardam em cada esquina, à medida que Nat e Wes se veem inexoravelmente atraídos um pelo outro. Mas seria possível o amor verdadeiro sobreviver a mentiras? Corações em chamas colidem nesta trama sobre a maldade do homem e o incrível poder que existe dentro de cada um de nós.”

Após um grande desastre, o mundo deixou de ser o que era antes. Grande parte da população foi dizimada, os animais e plantas são praticamente inexistente e a poluição é predominante. A única temperatura existente é a congelante. Todos tem cabelos e olhos escuros, caso você seja diferente, você é um “marcado” e precisa se esconder. Os marcados são conhecidos por terem poderes especiais, mas são indesejados e caçados pelos militares. Natasha (ou Nat) é uma marcada, e acabou de fugir de uma instituição que aprisiona os marcados. Devido ao uso de lentes, ela consegue se misturar aos considerados normais e vive sua vida de forma discreta, como crupiê em uma cassino em Nova Vegas, uma das únicas cidades sobreviventes.

Nat tem esperanças de encontrar o Azul, um lugar que todos acreditam ser uma lenda, onde o calor ainda existe, onde os oceanos são limpos e a comida é abundante. Os ataques aos marcados estão cada vez piores e constantes, nat precisa fugir dali. A garota então encontra um mapa, que pode levá-la ao Azul, mas para isso vai precisar da ajuda de um grupo de mercenários, liderados pelo esnobe Ryan Wesson. Nat não confia em Wes, e nem ele nela. No entanto a atração é inevitável, e cercados de perigos e lugares sombrios, eles vão ter que aprender a cuidar um do outro, mesmo imersos em diversos segredos.

“Marcas de Mago, sussurravam os ciganos, videntes que liam mãos e cartas de tarô nos becos escuros de Vegas. Já começou. Outros sairão do gelo e virão para o nosso mundo.

É o fim.

O fim do começo. O começo do fim.”

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que esse livro nada tem a ver com o filme da Disney, de mesmo nome. Só para tirar a dúvida mesmo hehehe.

Quando soube do lançamento de Frozen, fiquei muito curiosa, nunca li nada da Melissa de la Cruz, mas sempre ouvi falarem muito bem de suas obras. No entanto, acabei me decepcionando com o andamento da história.

Melissa de La Cruz escreve a trama juntamente com seu marido, Michael Jonhston, e talvez essa parceria não tenha funcionado tão bem, pelo menos para mim. A trama é instigante, o plot chama a atenção e me fez ficar bastante empolgada. Frozen é narrado em terceira pessoa, alternando o ponto de vista de Nat e Wes a cada capítulo. A obra é dividida em cinco partes, o que tornou a leitura rápida e dinâmica.

Infelizmente os autores inseriram uma porção de elementos e novos personagens, transformando tudo numa grande salada. Nat e Wes são personagens ótimos, mas não me convenceram como casal, não consegui me conectar com o romance e nem torcer por eles. Separados eles eram interessantes, juntos eram mais do mesmo.

As duas primeiras partes correram de maneira muito agradável, o que aumentou minhas expectativas, mas depois a coisa degringolou e fiquei bem decepcionada. No entanto, a distopia é bem presente e os autores conseguiram passar uma boa mensagem, sobre o cuidado com o meio ambiente, e em o que os humanos estão se tornando. Se os elementos fantasiosos não tivessem sido tão explorados (de forma exagerada e às vezes desconexas), eu provavelmente teria dado uma nota maior ao livro.

“Frozen – Mundo de Gelo, Coração de Fogo” é um livro repleto de aventura e muita magia, de leitura rápida e fácil. Apesar de não ter gostado tanto assim, ainda tenho curiosidade ler os livros seguintes (são três ao todo). Como gosto não se discute, se você se interessou, acho que vale a pena ler e tirar suas próprias conclusões. 🙂

20 maio, 2016

A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard (+ sorteio)

a-rainha-vermelhaA Rainha Vermelha #1
Autor:
Victoria Aveyard
Título original:
Red Queen
Editora: Seguinte
Número de páginas:
424
Avaliação: 
5/5
Onde comprar: Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração.

A Rainha Vermelha foi um livro que me agradou MUITO, ainda que seja praticamente uma colcha de retalhos repleta de referências. O que torna essa leitura tão boa (pelo menos para mim), é que mesmo com referências e clichês, Victoria Aveyard conseguiu criar uma trama envolvente, e de certa forma surpreendente.

No universo onde a trama se desenrola, as pessoas são dividas entre os que possuem sangue vermelho, e os que possuem sangue prateado. Os vermelhos são os trabalhadores braçais, que vivem na extrema misérias e dedicam suas vidas a elite prateada, que incluem o rei e sua família. Os prateados são dotados de poderes sobrenaturais, superforça e domínio de elementos são alguns dos exemplos de prateados. Devido a essas características, eles são temidos pelo povo vermelho.

“A verdade não importa. Só importa aquilo em que as pessoas acreditam.”

A protagonista, Mare, sabe que seu destino é servir ao exército – assim como seus dois irmãos mais velhos -, já que não possui nenhuma habilidade e não é aprendiz em nenhuma profissão. Ela sabe que quando precisar partir, sua família ficará em uma situação ainda mais miserável, já que nem mesmo o dinheiro dos roubos que costuma cometer irá ajudá-los. Quando a oportunidade de trabalhar no palácio real aparece, Mare aceita. No entanto, durante uma importante cerimônia real, Mare descobre que ainda que seu sangue seja vermelho, ela possui um estranho poder. A fim de evitar questionamentos, e entender a razão de Mare ter um poder, a família real convence a todos de que Mare é uma prateada, e a fazem se tornar noiva do príncipe mais novo, Maven.

Mare conhece na pela o sofrimento dos vermelhos, e ser chamada de prateada não a deixa nem um pouco feliz, mas talvez essa seja uma chance de mudar a vida de sua família e trazer justiça ao seu povo. Assim, Mare se torna Marena, e começa a fazer parte de um intrincado jogo de poder e mentiras.

“Viraram-me do avesso, trocaram Mare por Marena, a ladra pela coroa, trapos pela seda, vermelho por prateado. Esta manhã eu era uma criada; à noite, sou princesa.”

O cenário governamental da trama é bem desenvolvido e convincente, nos vemos rodeados por intrigas, mentiras, artimanhas e manipulações em busca de poder. Os vermelhos estão cansados de serem subjugados, e estão prontos para uma rebelião, o que torna a guerra iminente. Maren, Maven e o príncipe mais velho – Cal, se envolvem em um complicado triângulo amoroso, que fica bem no centro de todos os conflitos. Detesto triângulos amorosos, mas esse não foi o destaque da história, ele coube bem no enredo e fez sentido ao final.

“Todo mundo pode trair todo mundo.”

A narrativa de Victoria Aveyard é totalmente fluída e envolvente, o clima de tensão permeia toda a leitura e eu mal pude desgrudar do livro. Uma mistura de fantasia, romance, guerras e muita aventura faz de A Rainha Vermelha um livro que merece ser lido o quanto antes. Sim, você vai se lembrar de outras histórias durante a leitura, mas em nenhum momento isso foi um ponto negativo para mim, Aveyard deu um fôlego novo ao que já era conhecido e transformou A Rainha Vermelha em um livro memorável, para mim.

Mare é uma boa personagem, e ainda que tenham alguns pequenos erros de julgamento, sua coragem e determinação são admiráveis. Os demais personagens foram lindamente caracterizados, sentimos simpatia, raiva e desprezo em diversos momentos. O que eu creio ser exatamente o intuito da autora.

“Você é a mudança controlada, do tipo em que as pessoas podem confiar. Você é a chama lenta que pode dissipar uma revolução com um punhado de discursos e sorrisos.”

Se você não aprecia romance, não precisa se preocupar, pois esse não é o foco da leitura. O final não me surpreendeu totalmente, mas foi bastante impactante. Quero muito começar a leitura do segundo livro! Os direitos de filmagem já foram vendidos para a Universal, e preciso dizer que minhas expectativas em relação ao filme são bem altas, espero que eles caprichem. Leitura mais do que recomendada! 

“Erga-se, vermelha como a aurora.”

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23 nov, 2015

Adaptação cinematográfica de “A 5ª Onda” estreia em Janeiro de 2016.

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Em março eu li o livro “A 5ª Onda” e contei para vocês – na resenha – o quanto amei a história e o quanto eu estava empolgada com a adaptação literária. Pois bem, o filme estreia em janeiro de 2016 e já tem um trailer incrível, que me deixou ainda mais ansiosa para conferir a adaptação nas telonas!

Alex Roe; Chloe Grace Moretz

Sinopse: No novo filme A 5ª Onda, quatro ondas consecutivas de ataques cada vez mais mortais dizimaram boa parte do planeta Terra. Vivendo em um ambiente de medo e desconfiança, Cassie (Chloë Grace Moretz) está em uma corrida desesperada na tentativa de salvar seu irmão menor. Enquanto ela se prepara para a inevitável e letal quinta onda, Cassie se alia à um jovem rapaz que pode ser sua esperança final – se ao menos ela pudesse confiar nele.

A série possui três livros:  o primeiro A 5ª Onda, o segundo “O Mar Infinito” e o terceiro “A Última Estrela”, que será lançado no primeiro semestre de 2016, nos Estados Unidos. O primeiro e segundo livro foram lançados, no Brasil, pela Editora Fundamento, as edições estão lindas, vale a pena comprar (inclusive o 1º livro está com um desconto incrível no site da editora).

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O elenco conta com Chloë Grace Moretz, Nick Robinson, Alex Roe, Liev Schreiber e outros. Confiram agora o trailer incrível, e depois me contem se vocês também estão empolgados!

A adaptação de “A 5ª Onda” está prevista para 14 de janeiro de 2016. Para outras informações, acompanhe o Facebook oficial do filme

13 abr, 2015

Reboot – Amy Tintera

Reboot-livroseblablablaAutora: Amy Tintera
Editora: Galera
Número de páginas: 350
Avaliação:  5/5
Onde comprar: Submarino

Um perigoso vírus se espalhou e praticamente dizimou a população do Texas. A partir dai alguns humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots são fortes, rápidos e implacáveis, e não, eles não são como os zumbis que estamos acostumados a ver, eles são praticamente iguais a nós. Quanto mais tempo eles demoram para retornar a vida, menos traços de humanidade são conservados. Wren Connolly demorou impressionantes 178 minutos para reinicializar.

A garota hoje tem 17 anos, mas já é uma Reboot há cinco. Wren é a mais forte e temida de todos e trabalha para a CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano, desde sua reinicialização. Sua infância foi bastante turbulenta e Wren considera a morte como um alivio ao sofrimento que sempre viveu, sendo assim ela adora o seu trabalho e o executa com maestria. Não importa se ela precisa matar alguns rebeldes durante suas missões, a ordem precisa ser mantida. Ela simplesmente não se incomoda em receber ordens, ela se sente grata por ter abrigo e comida e vive bem assim.

Além de sair em missões em busca de humanos e Reboots rebeldes, Wren treina os novos Reboots. Seus incríveis 178 minutos fazem com que ela tenha privilégios, e possa escolher quais reboots ela quer treinar. Wren sempre escolhe os melhores, aqueles que ficaram mais tempo mortos. No entanto, quando Callum Reyes, um mero 22, chega com a nova leva de reboots, Wren fica intrigada, o jovem sorri demais e está sempre olhando para ela, além disso ele tem seu lado humano bastante presente e com certeza seria um fracasso nas missões. Sem saber explicar o motivo, Wren decide treinar Callum.

A partir de então a vida da temida 178 começa a mudar, Callum está cheio de dúvidas e questionamentos sobre a CRAH, e a convivência com ele acaba fazendo com que Wren também queira entender como as coisas realmente funcionam.

Reboot foi uma agradável surpresa. Com uma premissa bastante original, essa distopia conseguiu me prender totalmente e – em minha opinião – garantiu cinco merecidas estrelas.

A narrativa em primeira pessoa nos aproxima totalmente de Wren, ainda que ela pareça não ter emoções eu consegui me conectar a ela de imediato. Ela é forte, durona, decidida e implacável. A 178 é sempre a primeira opção da CRAH quando se trata de uma missão mais complexa, ela nunca falhou, e aqueles que são treinados por ela também não.

A vida de Wren não foi nada fácil, então é compreensível que ela se sinta feliz em ter um abrigo e comida. Em contrapartida temos Callum, que teve uma boa vida, e ainda não conseguiu se adaptar a “nova vida”, ele ainda se sente humano, ele ainda tem as mesmas emoções – o personagem é alma do livro, depois dele tudo começa a se transformar.

Amy Tintera tem uma narrativa rápida e fluída, a ação é constante e todos os personagens são bem construídos, de tal forma que eu fiquei ansiosa para conhecer mais sobre todos eles. Wren e Callum se completam, o relacionamento dos dois é construído de maneira progressiva, nada forçado. A autora soube conduzir a trama de maneira que nossos olhos fossem abertos juntamente com os de Wren, gostei da importância que Amy Tintera deu à parte política da história. Os cenários também foram bem descritos, eu pude facilmente visualizar a cidade.

O final é emocionante, e deixa uma boa abertura para o segundo livro – Rebel -, ainda sem data de lançamento no Brasil. Espero de coração não me decepcionar com a sequência, pois Amy Tintera tem uma história sensacional em mãos. Os direitos de adaptação já foram vendidos para a 21th Century Fox e já posso imaginar o grande sucesso que o filme será. Se você gosta do gênero, Reboot é uma leitura obrigatória. Super-recomendo!!

 E para quem gosta, também tem resenha em vídeo. \o/

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