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14
mar 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV


Título Original: Reign

Título no Brasil: Reinado

Criadores: Laurie McCarthy e Stephanie SenGupta

Gênero: Drama/Histórico

Ano de Lançamento: 2013

 

Sinopse: Perigos e intrigas espreitam cada canto desse castelo sombrio nesta história da jovem, Mary, Rainha da Escócia. Depois de passar a infância escondida e segura em um monastério, a adolescente Mary Stuart (Adelaide Kane) chega na França, onde ela foi enviada para garantir a aliança estratégica da Escócia, formalizando seu noivado arranjado com o filho do rei francês, o príncipe Francis (Toby Regbo). Complicando ainda mais as coisas tem Bash (Torrance Coombs), bonito, malandro, meio-irmão de Francis e a mãe, a rainha Catherine (Megan Follows). Quando é obstinada, a rainha descobre uma profecia de que o casamento de Mary e Francis vai custar a vida dele, ela está determinada a salvar o filho, não importa quantas pessoas tenham que pagar com suas vidas.

A série irá narrar à história da ascensão de Mary Stuart, rainha da Escócia.

Prometida em casamento para o príncipe Francis, Mary inicialmente terá que lutar por essa união, uma vez que a mãe do noivo, a rainha Catherine de Médice, é contra, já que seu fiel escudeiro Nostradamus previu que esse matrimônio culminaria na morte de seu amado filho.

Mas, a trama começa mesmo na França, no ano de 1557, quando Mary, descendente legítima de Jaime V, foi criada em um convento para sua segurança desde os 9 anos de idade, sendo constantemente vigiada.

Quando sua provedora come algo envenenado, uma sopa destinada à Mary, certamente enviada por alguém ligado à corte da Inglaterra numa tentativa clara de exterminar a Rainha da Escócia, Mary se vê obrigada a embarcar imediatamente rumo à corte Francesa, uma vez que sua segurança ultrapassou os muros do convento.

Entretanto, não será fácil para ela lidar com os conflitos sociais e políticos que envolvem as duas cortes, ainda mais quando encontra uma rival tão poderosa em seu caminho como Catherine de Médice, que visando proteger o filho da morte iminente, não medirá esforços para impedir essa união.

Baseada na vida da rainha da Escócia, Reign é rica em detalhes históricos, e mesmo não sendo totalmente fiel aos fatos, a série é primorosa  e consegue prender a atenção do telespectador até o fim.

Reign é transmitida originalmente pelo canal The CW desde 17 de outubro de 2013. No Brasil, a série é exibida exclusivamente por streaming com direitos reservados à Netflix desde Novembro de 2015 e esta no ar em sua 4° e última temporada desde fevereiro de 2017.

Repleta de ação, intrigas políticas e perigos iminentes, Reign é uma ótima série para os fãs de romance de época. Recomendo demais!



28
fev 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

 

Título Original: La La Land

Título no Brasil: La La Land – Cantando Estações

Direção: Damien Chazelle

Gênero: Comédia/ Musical/Romance

Ano de Lançamento: 2016

 

Sinopse: Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Amo musicais e por esse motivo, eu precisava conhecer esse filme tão aclamado, recordista de indicações ao Oscar 2017 (14 indicações) e vencedor de tantos prêmios.

Contado durante as quatro estações do ano, La La Land, narra a história de uma aspirante a atriz e um pianista, que tem seus destinos cruzados, Ela por amor a arte, Ele pelo amor ao Jazz. Dois sonhadores que descobrem que viver de sonhos pode ser difícil, mas viver por eles é irresistível!

Mia, que é atendente em uma cafeteria, localizada nos arredores de um grande estúdio, esta em busca do sonho de se tornar uma grande atriz, ao passo que Sebastian cultiva o sonho de abrir o próprio negócio e tornar o jazz um ritmo aceito por todos.

Amei o filme, é lindo demais! A escolha dos atores foi perfeita. Emma Stone e Ryan Gosling dão um show de interpretação com performances dignas dos melhores musicais da Broadway.

Com muita música, dança e uma história cativante, o vencedor de 7 Globos de Ouro, incluindo de Melhor Filme, é uma ode a Los Angeles, um filme que nos remete a Hollywood dos anos 1950/1960, onde o casal protagonista busca a realização de seus sonhos de forma bem humorada e contagiante.

Romântico e divertido, La La Land, é sem dúvida, um filme obrigatório para aqueles que estão saudosos de um bom musical. Divirtam-se!



31
jan 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: About Time

Título no Brasil: Questão de Tempo

Direção: Richard Curtis

Gênero: Romance/Drama/Fantasia

Ano de Lançamento: 2013

Sinopse: Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época  no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não esta mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

O filme conta de forma singela, a história do tímido Tim. Um rapaz que descobre aos 21 anos que possui poderes especiais de viajar no tempo.

Cético, Tim não acredita no que esta ouvindo. Porém, depois de viajar no tempo e refazer a desastrosa última festa de fim de ano, ele passa  a crer verdadeiramente que possui um dom especial.

De posse desse segredo compartilhado por seu pai, Tim resolve então, usar tal poder para conquistar o coração de Mary (Rachel McAdams), uma bela jovem, fã da modelo Kate Moss, que ele conheceu durante um inusitado encontro às escuras e por quem ficou absolutamente encantado.

“[…] eu tento viver cada dia como se tivesse voltado propositalmente para esse dia, para curtir, como se fosse o último dia inteiro da minha vida extraordinária e comum.” 

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Entretanto, nem tudo são flores na vida de Tim, e suas viagens no tempo acabarão afetando a vida e os destinos de todos a sua volta.

Questão de Tempo é um filme lindo e delicado, com belas imagens de Londres e do Reino Unido, que nos faz refletir sobre a vida e como seria se nós pudéssemos ter uma segunda chance para nossos atos do passado. 

Indicação mais do que recomendada, assista e viaje com Tim e sua família, nesse mundo fantástico, repleto de amor e encantamento.

“Todos estamos viajando no tempo juntos, todos os dias de nossas vidas. Tudo o que podemos fazer é o nosso melhor, é aproveitar esse passeio maravilhoso.”



17
jan 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Switched at Birth

Título no Brasil: Switched at Birth

Criador: Lizzy Weiss

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2011

 

Sinopse: Bay Kennish (Vanessa Marano) e Daphne Vasquez (Katie Leclerc) são duas adolescentes que descobrem que foram trocadas acidentalmente no hospital ao nascerem. Bay cresceu em uma família rica, com seus pais e o irmão, enquanto Daphne, que perdeu a audição ainda criança devido a um caso de meningite, mora com a mãe em um bairro pobre.

Agora as duas famílias precisam aprender a conviver juntas para o bem das garotas.

A série narra a história de Bay e Daphne, duas garotas que foram trocadas na maternidade  e só descobrem anos depois, por puro acaso.

Bay, foi criada na abastada família Kennish, com todas as regalias e privilégios de filhos de classe média alta, criada por John e Kathryn, Bay tem um irmão e uma boa vida, mas sempre se sentiu uma “estranha no ninho”.

Daphne por sua vez, foi criada de forma mais humilde por Regina Vasquez e sua avó Adriana. Apesar de também achar estranho que sua aparência fosse tão diferente de seus parentes, ela estava feliz com a vida que levava.

Até que um dia, durante uma aula de ciências, Bay descobre que seu tipo sanguíneo não é compatível com o de seus pais e resolve fazer um teste de DNA, confirmando suas suspeitas.

A partir daí, as duas famílias são apresentadas e optam por viverem juntas, para que suas filhas possam se adaptar a essa nova realidade.

Achei a premissa da série bastante interessante, a história de duas crianças trocadas na maternidade que só descobrem o acontecido 16 anos depois, me tocou profundamente.

Outro tema muitíssimo interessante discutido na série, é a deficiência auditiva.

Daphne, filha biológica do casal Kennish, criada por Regina Vasquez, foi acometida por meningite na infância, tendo como sequela a perda total da audição.

“Essa é a desvantagem de ser surda. As pessoas irão caçoar de você. Irão te rotular. Terá que lutar bem mais para ser levada a sério.”

 

O curioso, é que o foco principal da série não é a surdez, mesmo que isso esteja latente em vários momentos, o ponto central aqui é a troca dos bebês, e a vida dessas adolescentes a partir daí; as mudanças de comportamento pertinentes à idade e tudo mais, o que deixa a série ainda melhor.

Lógico que é importante abordar o tema da deficiência auditiva, mas em Switched at Birth, parece que os criadores quiseram mostrar que os surdos podem sim ter uma vida absolutamente normal, apesar das adversidades, e é verdade, eles podem mesmo. Achei maravilhoso o questionamento do tema!

Switched at Birth teve seu término anunciado na 5° temporada em 2017, mas fica a saudade e a mensagem dessa linda e sensível história, que conta de forma magnífica, a vida e rotina dessas famílias que tiveram seus destinos cruzados de forma tão surpreendente. Assistam, vale muito a pena!

 



27
dez 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

adaline-capa Título Original: The Age of Adaline

Título no Brasil: A Incrível História de Adaline

Direção: Lee Toland Krieger

Gênero: Drama/Romance/Fantasia

Ano de Lançamento: 2015

 

Sinopse: Adaline Bowman nasceu na virada do século XX. Ela tinha uma vida normal até sofrer um grave acidente de carro. Desde então, ela, milagrosamente, não consegue mais envelhecer, se tornando um ser imortal com a aparência de 29 anos. Ela vive uma existência solitária, nunca se permitindo criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado. Mas ela conhece o jovem filantropo, Ellis Jones (Michiel Huisman), um homem por quem pode valer a pena arriscar sua imortalidade.

Estrelado pela belíssima Blake Lively (Gossip Girl), A Incrível História de Adaline é um romance completamente atípico em que uma mulher esta presa a um corpo de 29 anos de idade, condenada a permanecer jovem para sempre, quando na verdade passaram-se décadas sem que ninguém além dela própria soubesse disso.

“No dia 31 de dezembro de 2014, um táxi viajava através de São Francisco, de Chinatown para Merrill.

O carro transportava um único passageiro, uma mulher. Seu nome de batismo é Adaline Bowman. Atual Pseudônimo: Jennifer Larson. Este é o primeiro e último capítulo da história dela.”

Com o passar dos anos, Adaline muda de identidade e de cidade para preservar seu segredo, tendo como confidente apenas sua filha.

É angustiante ver a personagem tendo que se esconder em sua solidão para não ser considerada uma aberração e escapar de olhares curiosos ou perguntas indiscretas por causa de sua idade, ao mesmo tempo em que vê seus entes queridos partindo enquanto seu implacável destino permanece inalterado.

Quando Adaline conhece o encantador Ellis, tudo parece mudar. No entanto, mais uma vez a moça é surpreendida por acontecimentos de seu passado, sendo forçada a mudar seu destino, presente e futuro.

Ellen Burstyn (House of Cards) e Harrison Ford (Star Wars – O Despertar da Força) também emprestam seu talento nessa obra de fotografia impecável e figurino perfeito.

Com um desfecho tão surpreendente quanto seu início, a história de Adaline é comovente e interessante, e mesmo que não seja um filme espetacular e cheio de grandes feitos, cumpre brilhantemente seu papel de entreter os fãs de fábulas e histórias fantásticas. Por isso, recomendo muito para aqueles que curtem o gênero e para os românticos de plantão.

“- Como isso é possível?

– Eu não sei, eu era normal…até que um dia parei de envelhecer!”



20
dez 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

nashville-1Título Original: Nashville

Título no Brasil: Nashville: No Ritmo da Fama

Criador: Callie Khouri

Gênero: Musical/Drama

Ano de Produção: 2012

Sinopse: Contrariando a vontade do pai Lamar Hampton (Powers Boothe, de Deadpool), um importante empresário do Tenesse, Rayna James (Connie Britton, de American Horror History) seguiu carreira de cantora, tornando-se uma estrela de música country. Casada com Teddy (Eric Close, de Without a Trace), com quem tem duas filhas (Lennon e Maisy Stella), Rayna começa a viver a inevitável queda de popularidade. Assim, é forçada por sua gravadora a fazer turnê com uma estrela que esta em ascensão, Juliette Barnes (Hayden Pattiere, de Heroes), que Rayna considera uma cantora sem talento. Esta, por sua vez, é ambiciosa e busca formas de subir rapidamente na carreira.

Assisti Nashville simplesmente por gostar de séries musicais e foi uma grata surpresa. Sinceramente, não esperava gostar tanto assim, virou uma verdadeira febre.

Ambientada no cenário country, a série narra as histórias de Rayna James e Juliette Barnes, a primeira, cantora country de sucesso que vê sua popularidade diminuir drasticamente com o passar dos anos.

Juliette por sua vez, é a nova musa da música country, esta no auge do sucesso, porém, com seus maus hábitos e temperamento difícil, também esta com a carreira em risco.

Por essa razão, a gravadora resolve juntar as cantoras em uma turnê, visando recuperar o sucesso de Rayna e a credibilidade de Juliette, mesmo a contragosto de ambas.

Rayna é bonita, popular e praticamente tem o mundo a seus pés. Casada e mãe de duas filhas, ela tenta conciliar a carreira artística e a família, mas isso nem sempre da certo.

Juliette é mimada, egoísta e egocêntrica. Mandona, acha que todos tem que se curvar às suas ordens e satisfazer os seus caprichos, e esse temperamento explosivo pode lhe custar caro.

Duas cantoras com temperamentos e estilos de vida diametralmente opostos, que precisam se unir para salvar suas carreiras.

A série conta também com personagens bastante especiais, como a belíssima Scarlett O’Connor e sua linda e delicada voz, Gunnar Scott e seu absurdo talento para compor, Avery Barkley, um rapaz ambicioso que almeja alcançar o estrelato no mundo da música a mais rápido possível. E por último, mas não menos importante, temos Deacon Clayborne, parceiro musical  e eternamente apaixonado por Rayna, Deacon é um músico talentoso que vê a chance de reconquistá-la se esvair, quando se deixa levar pelo alcoolismo.

Enfim, não posso falar mais para não correr o risco de dar spoiler, mas, vale muito a pena dar uma chance para essa série.

Para os fãs que ficaram tristes com a possibilidade de cancelamento após a 4° temporada, uma boa notícia, a série foi renovada para seu quinto ano de exibição contando com 22 novos episódios. Espero que o sucesso dos anos anteriores continue, estou louca para rever os personagens!

Portanto, se você gosta de séries cheias de histórias conflitantes, segredos e muita música, Nashville é pra você!

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29
nov 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Gilmore Girls – A Year in The Life

Título no Brasil: Gilmore Girls – Um Ano para Recordar

Criador: Amy Sherman-Palladino

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2016

 

Sinopse: Bem-vindo de volta a Stars Hollow. Lorelai (Lauren Graham) e Rory (Alexis Bledel) Gilmore, junto com todos os seus divertidos amigos, estão de volta 10 anos depois.

E eu assisti Gilmore Girls – Um Ano Para Recordar, e gente, que maravilhosos foram esses quatro episódios, quantas lembranças, que nostalgia boa, e que final foi aquele?

Calma, eu não vou dar spoiler para quem não assistiu. Quero apenas deixar registrado aqui, o quanto essa série foi importante pra mim, quanta coisa linda ela me ensinou, quantas referências musicais e bibliográficas eu levei para a minha vida.

Parece que cada episódio foi cuidadosamente pensado para nos fazer relembrar, nos emocionar e ficar na expectativa de um verdadeiro desfecho para essa série tão especial.

Porque, convenhamos amigos, quem assistiu as sete temporadas originais não ficou nada satisfeito com o rumo dos acontecimentos em seus capítulos finais. Bom, ao menos a maioria das pessoas que acompanhava a série demonstrou um certo descontentamento quanto a isso.

Nesse especial, Amy Sherman-Palladino toma novamente as rédeas de sua produção, apresentando aos fãs toda a magia e delícia de habitar em Stars Hollow.

Amei rever todos aqueles personagens, alguns ao longo dos quatro episódios, outros com aparições rápidas, mas todos, absolutamente todos os personagens estão de volta nesse revival incrível!

A série começa com trechos de falas de todas as sete temporadas originais, o que foi perfeito, relembrar todos aqueles diálogos ou trechos importantes, foi uma sacada genial para essa estreia.

Confesso que as lágrimas foram inevitáveis. A cada episódio, algo me remetia a primeira vez que vi aqueles personagens, suas cenas e suas histórias, e isso foi acalentador. Esse revival foi um verdadeiro presente para os fãs da série, e aquele final, uau! Que final, minha gente!

Mas, sabe que eu gostei?! Achei o máximo, e quando as famigeradas quatro últimas palavras foram ditas, ao mesmo tempo em que nos surpreende, e desnorteia, foi uma ótima maneira de colocar um ponto final nessa história, deixando os fãs com uma enorme questão para refletir.

De qualquer modo, eu gostei, foi ótimo, foi maravilhoso rever tudo aquilo e acredito mesmo que não teria outra maneira de terminar essa série tão emblemática.

Enfim, se você ainda não conhece ou nunca assistiu Gilmore Girls, assista! Se já assistiu, mate a saudade desses personagens tão queridos e veja os quatro episódios do revival da Netflix.

Divirta-se com as excentricidades dos moradores de Stars Hollow (A melhor cidade cenográfica, ever!), e apaixone-se pelas Garotas Gilmore!



15
nov 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Brooklyn

Título no Brasil: Brooklyn

Direção: John Crowley

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2016

 

Sinopse: A jovem irlandesa Eilis Lacey (Saoirse Ronan) se muda de sua terra natal e vai morar em Brooklyn para tentar realizar seus sonhos.

No início de sua jornada nos Estados Unidos, ela sente falta de sua casa, mas ela vai tentando se ajustar aos poucos até que conhece e se apaixona por Tony (Emory Cohen), bombeiro italiano.

Logo, ela se encontra dividida entre dois países, entre o amor e o dever.

Brooklyn conta a história da jovem Eilis Lacey que vive com sua mãe e sua irmã no condado de Wexford na Irlanda. Ela sempre sonhou com um futuro melhor para sua vida e em busca desse sonho e com a ajuda do padre de sua paróquia, a tímida moça se aventura de navio rumo aos Estados Unidos.

Chegando lá, a menina se estabelece no bairro do Brooklyn na pensão da Sra. Kehoe e com o passar do tempo, Eilis, que estuda na universidade, consegue um emprego numa tradicional loja da cidade. Até que um dia, ela conhece o jovem Tony, um belo rapaz ítalo-americano por quem se vê completamente apaixonada.

O clima de romance entre os dois é tão lindo e de uma delicadeza tão grande que é praticamente impossível não se emocionar.

Entretanto, em determinado momento da trama, a jovem enfrentará um grande dilema. Algo de extrema gravidade acontecerá e Ellis será obrigada a voltar para sua cidade natal, deixando para trás esse amor imensurável, partindo não só o coração desse casal enamorado como os corações de quem acompanha essa história.

“Querida Ellis, muito obrigada pelo presente, o papel da Bartocci’s o torna mais glamuroso.

Parece que tudo é tão excitante e novo, comparado com aqui.

Não posso esperar que me mostre tudo um dia. E Ellis, saiba que estou ao seu lado, mesmo quando não estou.”

Ambientado numa atmosfera dos anos 1950, Brooklyn é um filme terno, leve e cheio de romantismo que nos impressiona pela singeleza e graciosidade.

Com um figurino impecável e as ótimas interpretações de Saoirse Ronan e Emory Cohen, Brooklyn tem um charme todo especial que agradará não só aos fãs de romances clássicos como aos apaixonados em geral. Por isso recomendo muito, assista e tenha seu coração arrebatado pelo romantismo clássico, assim como eu.

“E um dia, o sol sairá. Talvez não note de imediato mas vai sentir. E logo se dará conta de que esta pensando em algo mais. Em alguém que não tem ligação com o passado. Alguém que é só seu. E então vai perceber…

Que este é o lugar onde sua vida está.”



25
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

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Título Original: Outlander

Título no Brasil: Outlander

Criador: Ronald D. Moore

Gênero: Fantasia/Histórico/Romance

Ano de Lançamento: 2014

 

Sinopse: Claire Randall (Caitriona Balfe) é uma enfermeira em combate em 1945. Ela é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743, e sua vida passa a correr riscos que ela desconhece. Forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), um cortês e nobre guerreiro escocês. Um relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que não podem ser conciliadas.

E finalmente eu assisti Outlander, mesmo com a existência do vilão mais perverso que já conheci e a temática fantasiosa no que diz respeito à viagem no tempo, resolvi dar uma chance para a série de Ronald D. Moore.

“Pessoas desaparecem o tempo todo. Garotas jovens fogem de casa. Crianças se perdem dos pais e nunca mais são vistas.

Donas de casa pegam o dinheiro das compras e um táxi para a estação de trem.

Muitos desaparecidos são encontrados com o tempo.

 Desaparecimentos, afinal, têm explicações…geralmente.”

A série narra a fascinante história da inglesa Claire Randall, uma enfermeira combatente da Segunda Guerra Mundial, casada com o historiador Frank Randall.

Claire esta de passagem pela Escócia com o marido para uma “segunda lua de mel”, com o intuito de celebrar o fim da guerra após longos anos afastados.

Durante a viagem, Claire e Frank visitam os monumentos históricos da Escócia, até que assistem a um curioso ritual, em um lugar chamado Craigh na Dun.

De volta ao lugar no dia seguinte, buscando encontrar um tipo específico de planta, Claire posiciona as mãos sobre uma das pedras e algo impressionante acontece.

De repente, Claire é tragada pela pedra e estranhamente transportada 200 anos no tempo, ela esta no ano de 1743, em meio à rebelião entre Ingleses e Escoceses.

“Eu queria que fosse um sonho, mas sabia que não era. Eu não estava mais no século XX.”

Capturada pelos escoceses e ainda sem entender o que se passa a sua volta, Claire decide usar seu sobrenome de solteira, Beauchamp, temendo que algo de grave aconteça, caso os soldados encontrem seu marido Frank.

Nessa “outra vida”, Claire conhecerá o soldado escocês Jamie Fraser, de quem por força das circunstâncias, será obrigada a se casar.

Porém, a convivência diária dos noivos, fará aflorar em ambos uma irresistível paixão até então desconhecida para Claire, que se verá perdida e irremediavelmente apaixonada por seu novo marido.

Nesse turbilhão de emoções, Claire ficará dividida entre duas épocas e dois homens diametralmente opostos.

Com paisagens belíssimas, excelente fotografia e figurinos impecáveis, Outlander me conquistou em todos os sentidos. A história é incrível, a escolha do elenco muito bem feita e a química entre os atores Caitriona Balfe e Sam Heughan é inquestionavelmente perfeita.  

Ainda não li os livros, mas quem já leu afirma que a trama não deixa nada a desejar, quando comparada a obra escrita por Diana Gabaldon.

Ronald D. Moore definitivamente esta de parabéns por retratar essa história de forma tão especial.

Em suma, Outlander é uma série esplêndida que esta em sua segunda temporada, mas já teve seu contrato renovado para a transmissão de mais duas.

Me faltam predicados para denominar o quanto eu gostei dessa série, Outlander é certamente a melhor obra televisiva já criada nos últimos tempos. Recomendo muito!



11
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

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Título Original: Boyhood

 Título no Brasil: Boyhood – Da Infância à Juventude

Direção: Richard Linklater

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2014

Sinopse: O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar o filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Eu já conhecia o trabalho do diretor por causa de sua extraordinária trilogia, Antes do Amanhecer, Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia Noite, porém, acredito que este filme supera qualquer outro já lançado, pela genialidade, inteligência e sobretudo pela paciência em construir uma obra única e sem igual.

Boyhood foi a aposta mais ousada do diretor Richard Linklater que levou exatos 12 anos para nos apresentar este trabalho, ganhando o status de uma das mais longas produções da história do cinema.

Entretanto, esta é uma obra muito simples, sem glamour ou um mote extraordinário, o filme nos encanta especialmente pela naturalidade e crueza intrínsecas em suas cenas e pela singela demonstração da vida como ela é, sem melindres ou ilusões.

“Pode não acreditar, mas você mudou minha vida. Você disse que eu era esperto e deveria estudar. Segui seu conselho.”

Em Boyhood, o que se vê é a história de uma família levando a vida da melhor maneira que acha possível, e um menino enfrentando as mudanças e desafios de se tornar adulto.

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“Eu apenas pensei que seria mais do que isso…”

A mudança física do protagonista Mason Evans, interpretado lindamente pelo ator Ellar Coltrane é nada menos que magnífica, mas não posso deixar de citar a transformação igualmente incrível que sofreu a personagem Samantha Evans, interpretada pela filha do diretor, a atriz Lorelei Linklater. Ambos amadureceram muito durante a trama e possuem cenas igualmente marcantes.

É muito bonito acompanhar um filme em que os personagens vão crescendo e amadurecendo a olhos vistos, sem maquiagens ou recursos gráficos. Foi uma experiência simplesmente incrível!

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Com diálogos bem construídos, Boyhood é um filme terno, engraçado e cheio de questionamentos interessantes. É uma história sobre amadurecimento, família e amor.

Com uma trilha sonora impecável, a trama ainda nos presenteia com referências culturais da década de 90, como livros, videogames, programas de TV, eleições e claro, a evolução tecnológica da internet e dos telefones celulares; tudo é retratado de maneira belíssima e muito especial. Richard Lanklater está de parabéns por mais esse esplendoroso trabalho.

 

“Sabe quando dizem aproveite o momento? Não sei, mas acho que é o contrário. Como se o momento nos aproveitasse.”






ilustrações design e desenvolvimento