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6
fev 2018

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Chesapeake Shores

Título no Brasil: Chesapeake Shores

Criador: John Tinker

Gênero: Drama/Romance/Familia

Ano de Lançamento: 2016

Sinopse: Abby O’Brien (Meghan Ory) volta para sua cidade natal de Chesapeake Shores, em Maryland, para ajudar sua irmã Jess (Laci J. Mailey) com a pousada Eagle Point. No entanto, além dos negócios não irem bem, o retorno da jovem ao local é marcado por reencontros marcantes e fantasmas do passado.

Ambientado na fictícia cidade de Chesapeake Shores, a série produzida pelo Hallmark Channel, conta a história da família O’Brien.

A trama começa com a primogênita da família, Abby (Megan Ory), voltando para casa depois de um conturbado divórcio. Mas, Chesapeake Shores abriga muito mais histórias dessa grande família. Histórias essas, que vem a tona com o retorno de Abby.

Conheceremos Jess (Laci J.Mailey), a linda irmã caçula que gerencia uma pequena pousada na cidade visando transforma-la em um lugar mais aconchegante para seus futuros hóspedes.

Temos também a bela Bree O’Brien (Emilie Ullerup), uma escritora que passa por um bloqueio criativo e acredita que voltando para casa conseguirá a inspiração que precisa para concluir seu livro.

Os membros masculinos da família também contam suas histórias, como o belíssimo Kevin (Brendan Penny), filho mais velho dos O’Brien, é médico do exército dos Estados Unidos e voltou para casa durante as festas de fim de ano.

O último dos filhos que irei citar é Connor, o caçula dos homens da família é estudante de Direito e esta tentando aprovação no exame da ordem.

Essa maravilhosa prole, tem um pai, Mick O’Brien (Trate Williams), que precisou trabalhar duro para cria-los sozinho, depois que sua esposa Megan (Barbara Niven), o deixou.

Por fim, essa linda família tem a melhor avó que poderia existir, Nell O’Brien, mãe de Mick, ficou responsável pelas crianças depois do sumiço de Megan e cuidava de todos com o maior zelo enquanto o filho trabalhava.

Com belíssima fotografia e histórias cotidianas encantadoras, o clã O’Brien nos mostra diferentes modos de ver e viver a vida, pelo olhar peculiar de cada um de seus membros.

Sou apaixonada por romances ambientados em cidades pequenas e aconchegantes, acredito que esse tipo de história nos aproxima dos personagens de alguma forma.

A série esta disponível no atual catálogo da Netflix e conta até o momento com duas temporadas de dez episódios cada. Se você gostou da resenha e assim como eu, também é fã de histórias com enredos familiares em lugares pitorescos, não perca tempo, assista agora Chesapeake Shores!

 



2
jan 2018

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

 


Título Original: Being Erica

Título no Brasil: A vida de Erica

Criador: Jana Sinyor

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2009

Sinopse: No colegial, Erica pensou que iria crescer, conhecer “O” cara, ter “a” carreira, ter um casal de filhos lindos. Mas, de alguma forma, isso nunca aconteceu. Agora ela tem a chance de uma vida. Após uma série de percalços, ela se encontra no hospital, onde conhece o misterioso Dr. Tom – um terapeuta que parece saber muito sobre ela.

Conheci essa série com o nome “A vida de Erica” durante uma madrugada insone zapeando os canais de TV. E que fofura de série, adorei! Achei uma graça a Érica tentando acertar as contas com seu passado e as consequências de tudo isso. Seus amigos, seus amores, sua luta para entrar no competitivo mercado de trabalho. Coisas aparentemente banais, que na vida de Erica não são tão simples assim.

Tudo começa quando Erica, uma jovem de trinta e poucos anos,  encontra o enigmático Dr. Tom, que a propõe uma sessão de terapia nada convencional: voltar no tempo para consertar os erros do passado.

“Uma vida não questionada não merece ser vivida.” (Platão) 

Em princípio, parece um método maluco, mas com o passar dos episódios, nós descobrimos que o que acontece na verdade são mudanças na atitude de Erica com relação a passos mal dados na vida, tipo, uma segunda chance para os arrependimentos, sabe?

“Aprender é descobrir o que você já sabe.” (Richard Bach)

Com frases de efeito de grandes pensadores, Dr. Tom sempre tem a receita certa para resolver os problemas de sua paciente.

É muito divertido acompanhar Erica tentando mudar algo que deu errado em sua vida ou apenas reafirmando atitudes tomadas na juventude.

Entretanto, suas viagens ao passado, ás vezes afetam seu futuro, e Erica precisará encontrar uma maneira de lidar com essa nova situação.

Being Erica é uma serie sobre arrependimentos, amizade, família e amor que nos mostra como as atitudes que tomamos, refletem diretamente em nosso futuro. Pois, seja de forma positiva ou negativa, cabe a cada um de nós escolher que rumo seguir.

“Aquele que controla o presente, controla o passado. Aquele que controla o passado, controla o futuro.” (George Orwell)

Se você pudesse voltar e fazer tudo diferente, você continuaria sendo você?

 

 



26
dez 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

 Título Original: The White Queen

Título no Brasil: A Rainha Branca

Criador: Emma Frost

Gênero: Drama/Histórico

Ano de Lançamento: 2013

Sinopse: Na inglaterra de 1464, antes da Dinastia Tudor assumir o poder, a luta pelo trono era travada entre dois lados da mesma família: os York e os Lancaster. Dos York, o jovem e belo Eduardo IV é coroado rei, com a ajuda do manipulador Lord Warwick (James Frain). Mas quando ele se apaixona por Elizabeth Woodville (Rebecca Ferguson). do clã Lancaster, todo o plano de Warwick pode ir por água abaixo. Uma história de amor, sedução, assassinato e traição de uma das eras mais turbulentas da Inglaterra, contada pela visão de três mulheres tão belas quanto fortes: Elizabeth, Margareth Beaufort (Amanda Hale) e Anne Neville (Faye Marsay).

Baseado na obra homônima da escritora Philippa Gregory, a série narra a história de Elizabeth Woodville, uma viúva mãe de dois meninos pequenos, que é pega de surpresa quando o Rei Eduardo IV declara estar apaixonado por ela com pretensão de casar-se.

A partir daí, a então plebeia Elizabeth, seguirá seu caminho como rainha da Inglaterra, provocando a ira dos súditos do belo rei, sobretudo de seu fiel escudeiro Lorde Warwick, que será seu maior opositor. Com sua sede de poder e artifícios maléficos, o ardiloso Lorde tentará a todo custo afastar aquela a quem ele denomina de impostora do trono real.

Bolando planos mirabolantes e em detrimento da própria família, o ganancioso Lorde, fará de tudo para destronar o Rei Eduardo e se apossar da coroa.

Com um elenco deslumbrante e cenografia perfeita, The White Queen é uma série histórica que mostrará a verdadeira face das pessoas em meio a cobiça e a ambição pelo poder. Super recomendada, com certeza!

 



7
nov 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: The Handmaid’s Tale

Título no Brasil: The Handmaid’s Tale

Criador: Bruce Miller

Gênero: Drama/Ficção Científica

Ano de Lançamento: 2017

Sinopse: Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

Baseado no livro homônimo da autora canadense Margaret Atwood, que no Brasil ganhou o título de O Conto da Aia. The Handmaid’s Tale narra a história de um mundo devastado, sem leis ou direitos, onde as pessoas são separadas por castas: as Martas, que são mulheres designadas para cuidar da casa, as Esposas, cujo papel é unicamente seguir e acatar as ordens dos maridos denominados Comandantes, as Tias, que são uma espécie de recrutadoras de mulheres e finalmente as Aias, moças em idade reprodutiva que são levadas para as casas dos comandantes no intuito único e exclusivo de procriar.

Porém, as mulheres não se voluntariam para ser Aias, na verdade elas são levadas contra a vontade, afastadas de seus entes queridos, perdendo qualquer tipo de contato com seus maridos e filhos, passando a viver sob um regime de escravidão.

Nessa trama surreal, o diretor Bruce Miller retrata com riqueza de detalhes, a vida das Aias, todo o sofrimento e solidão a que elas são submetidas. É angustiante, revoltante e estarrecedor acompanhar o que acontece em Gilead.

“Meu nome é Offred. Eu tinha outro nome, mas agora é proibido. Tantas coisas são proibidas agora.”

 

A atriz Elizabeth Moss esta simplesmente perfeita no papel de Offred e o comandante vivido por Joseph Fiennes, me fez esquecer completamente o jovem astro do teatro londrino de Shakespeare Apaixonado, tamanha a autenticidade de sua interpretação!

Mas, essa história não é propriamente uma novidade, uma vez que já existem diversos filmes e peças teatrais inspirados na distopia. Porém, com o sucesso da nova série, o livro de Margareth Atwood, originalmente lançado em 1986, ganhou nova capa, o que consequentemente chamou a atenção para novos leitores.

Não é para menos, com um elenco afiado, fotografia belíssima, figurino impecável e trilha sonora certeira, foi praticamente impossível não acompanhar.

The Handmaid’s Tale ainda não foi transmitida no Brasil, mas, ao que tudo indica, o Paramount Channel arrematou os direitos de transmissão e muito em breve teremos a produção por aqui também.

Lançada pela plataforma de streaming Hulu, a série narra o enredo distópico mais aterrorizante que já vi! Com um final interessante e um bom mote para uma próxima temporada, essa continuação promete ser ainda mais assustadora.

A segunda temporada que já esta sendo gravada, contará com 13 episódios e deve ser lançada em abril de 2018. Só nos resta aguardar o desenrolar dos fatos! Assistam a série, leiam o livro, vale muito a pena conhecer a escrita maravilhosa de Margareth Atwood aliada a genial direção de Bruce Miller.

 

 



10
out 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

 Título Original: Miracles from Heaven

Título no Brasil: Milagres no Paraíso

Direção: Patrícia Riggen

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2016

Sinopse: Christy (Jennifer Garner) e Kevin Beam (Martin Henderson) são pais de três garotas: Abbie (Brighton Sharbino), Annabel (Kylie Rogers) e Adelynn (Courtney Fansler). Eles vivem em uma confortável casa, junto com cinco cachorros, e acabam de abrir uma clínica veterinária, o que fez com que tivessem que apertar os cintos e hipotecar a casa. Cristãos convictos, os Beam vão à igreja com frequência. Um dia, Annabel começa a sentir fortes dores na região do abdomen. Após muitos exames, é constatado que a garota possui um grave problema digestivo. Tal situação faz com que Christy busque a todo custo algum meio de salvar a vida da filha, ao mesmo tempo em que se afasta cada vez mais de sua crença em Deus.

Quando na capa do filme esta escrito que ele é baseado em uma incrível história real, acredite, porque é incrível mesmo! Milagres do Paraíso, conta a comovente história da família Beam, que vive um drama quando sua filha do meio é diagnosticada com um grave problema digestivo. Todos na comunidade ficam extremamente abalados e Christy, antes tão devota, passa a questionar sua fé e o porquê de sua querida filhinha ser acometida de algo tão penoso.

Apesar da excessiva carga dramática contida no filme, achei a história de Annabel extremamente emocionante, e o fato de ser uma história real só a deixou mais interessante, pelo menos na minha opinião.

Esse filme nos ensina a importância da fé, ele nos mostra que apesar das adversidades imposta pela vida, não podemos perder a esperança de que tudo acontece por uma razão, desconhecida muitas vezes, incompreensível, mas, nada pode ser encarado por nós como uma punição. Tudo é aprendizado, tudo é lição e que milagres acontecem todos os dias em nossas vidas, basta que saibamos reconhecê-los.

A história da família Beam é inspiradora e linda, sou louca por histórias reais, e a deles certamente ficará guardada para sempre em meu coração.

 

“Milagres estão em toda parte. Milagres são o jeito de Deus nos avisar que ELE está aqui.”  



22
ago 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV


Título Original: To the bone

Título no Brasil: O mínimo para viver

Direção: Marti Noxon

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2017

 

Sinopse: Uma jovem de 20 anos sofrendo de anorexia embarca em uma emocionante jornada de autodescoberta em um grupo liberado por um médico pouco convencional.

Recentemente adicionado ao catálogo do Netflix, O mínimo para viver conta a história de Ellen, uma garota que sofre de um severo distúrbio alimentar.

Ellen, que já passou por quatro internações, esta sob os cuidados de um novo médico que possui um método diferenciado de tratamento.

Lilly Collins esta assustadoramente perfeita no papel principal, e Keanu Reeves dispensa apresentações, apesar de sua tímida interpretação como um médico pouco convencional, ele tem falas brilhantes e questionamentos pontuais, que levam o espectador a pensar na situação de sua paciente.

O Dr.Beckham chega a ser arrogante em sua abordagem, porém, mostra-se bastante eficiente com seus métodos pouco ortodoxos.

“[…]eu não vou te tratar se você não quiser continuar viva.”

O filme mostra sem alarde ou apologia, a vida como ela é. Como verdadeiramente fica uma pessoa acometida por um distúrbio alimentar severo.

Entendo o perigo que um filme que aborda esse tema pode conter,  pois ao pesar na mão, corre-se o sério risco de que haja incentivo ou enaltecimento a doença. O que felizmente não aconteceu.

O que percebemos nesse filme foi uma abordagem clara, cuidadosa e responsável. Assim como todos os efeitos colaterais da doença, nada foi glamourizado, muito menos incentivado.

Outro ponto que achei bastante interessante, foi a inserção de personagens anoréxicos que estão acima do peso, pois ao contrário do que se pensa, não é apenas o esquelético e fisicamente fragilizado que precisa de ajuda quando se trata de um distúrbio alimentar, tendo em vista que trata-se de um transtorno psicológico grave que mata boa parte dos indivíduos. E que ninguém em sã consciência escolhe ficar assim, essas pessoas estão verdadeiramente doentes, precisando de tratamento, e anorexia não é uma escolha.

A meu ver o filme possui algumas falhas, especialmente nas cenas entre mãe e filha. Certas abordagens foram exageradas e até desnecessárias. Mas, entendo a intenção da diretora Marti Noxon, que optou por contar uma história da maneira mais sensível e sincera possível, mostrando a complexidade do problema e quão difícil e delicado é abordá-lo.

Gostei, recomendo! É um bom filme para quem aprecia explorar a obscuridade da mente humana e para aqueles que estão em busca de um filme sincero sobre o tema.

 



8
ago 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Poldark

Título no Brasil: Poldark

Criador: Debbie Horsfield

Gênero: Drama/Histórico

Ano de Produção: 2015

 

Sinopse: Quando Ross Poldark (Aidan Turner) retorna dos campos de batalha da guerra civil americana, ele descobre que o pai faleceu, a mina de estanho que sustentava a família fechou, a casa está em ruínas e sua amada Elizabeth (Heida Reed), que achava que Ross tinha morrido, está noiva de seu primo, Francis Poldark (Kyle Solder). Ross, um homem autoritário mas com um forte senso de justiça, se casa com Demelza (Eleanor Tomlinson), uma criada, com quem tenta iniciar uma nova vida.

Desde que assisti Outlander, fiquei viciada em séries com temática histórica. Foi assim que conheci Poldark, uma série incrível sobre luta e perseverança, que indico sem pensar duas vezes.

Ambientada no século XVIII, a série narra a trajetória de Ross Poldark, um soldado que retorna da guerra e descobre que a vida que havia deixado para trás, não existe mais.

Durante sua ausência, seu pai faleceu, a mina de estanho da família faliu, e Elizabeth, o amor de sua vida, havia se casado com seu primo Francis.

Mesmo incrédulo com as notícias, Ross não se deixa abater e decide se empenhar na reconstrução da mina, e é durante esse processo, que ele conhecerá Demelza, uma moça de hábitos simples e destemida que em princípio será designada como cozinheira em sua casa, mas acabará conquistando seu coração.

Ross é um homem íntegro, justo, e sobretudo muito humano, se compadece facilmente de sofrimento alheio, ajudando da maneira que pode todos a sua volta. Porém, alguns tipos de ajuda podem lhe ser demasiadamente caros, e ele terá que lidar com as consequências de tais atos.

Como toda boa história, na saga de Poldark também temos um vilão, e esse papel ficou por conta de George Waleggan, um jovem ganancioso e arrogante que fará de tudo para destruir Ross.

Essa série teve uma primeira versão no ano de 1975, estrelada pelos atores Robin Ellis e Angharad Rees, e é baseada em uma série de livros históricos de Winston Graham sem publicação no Brasil.

A versão Poldark de 2015, traz Aidan Turner (O Hobbit) e Eleanor Tomlinson (Alice no País das Maravilhas) nos papéis de Ross e Demelza.

Com paisagens extremamente charmosas e enredo instigante, Poldark é uma série ágil, cheia de intrigas e romance, que merece ser apreciada, especialmente pelos amantes de romances históricos. 



4
jul 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Kurt Seyit ve Sura

Título no Brasil: Kurt Seyit ve Sura

Criadora: Nermin Beznem

Gênero: Drama, Romance

Ano de Lançamento: 2014

 

Sinopse: Kurt Seyit é um tenente mulherengo bonito, filho mais velho de um rico proprietário de terras da Criméia Turca. Seyit participa de um baile em São Petersburgo e faz uma aposta com seus amigos: Beijará a primeira menina que entrar na sala. Sura é a filha caçula de uma família nobre russa e vêm antes da alta sociedade no baile. Quando Sura entra no salão de baile, eles se apaixonam à primeira vista e logo começam um caso cheio de obstáculos. O pai de Seyit , Mirza Eminof, quer que o seu filho case com uma mulher turca muçulmana para garantir a prole. Por outro lado , a família de Sura quer que ela se case com homem rico e nobre da Rússia.
O amor de ambos é testado pela guerra, mas também comprometido devido às intrigas de Petro Borinsky e Baronesa Lola.

Hoje eu venho indicar para vocês, um romance muito bonito chamado Kurt Seyit ve Sura. Baseada em fatos reais, essa belíssima série de origem turca, irá narrar a história de amor entre o elegante oficial turco Kurt Seyit, e a bela russa Sura. Que se vêem perdidamente apaixonados desde que se encontram pela primeira vez em um baile em São Petersburgo.

Sura, batizada Alexandra Verjenskaya, é uma jovem tímida e recatada, que logo em seu primeiro grande evento social, é arrebatada pelos belos olhos do tenente Kurt Seyit Eminof. Igualmente encantado pela bela jovem, Seyit fará de tudo para conquistá-la.

 

Com um cenário histórico pautado na 1° guerra mundial e nas tensões políticas da época, a trama é repleta de ação e cenas de tirar o fôlego, e também conta com vilões dignos dos melhores folhetins. Petro Borinsky e a Baronesa Lola, serão obstáculos quase intransponíveis, que testarão ao máximo os limites do casal apaixonado.

A série foi baseada nos livros da autora Nermin Bezmen, neta de Kurt Seyit, e a editora Pedra Azul promete publicá-los em breve aqui no Brasil. Tomara!

Facilmente encontrada no atual catálogo do Netflix, a história de amor de Seyit e Sura é de uma pureza sem igual. Com uma trama cativante e cenas belíssimas, essa série é perfeita para quem gosta de enredos com contexto histórico. Se você é um romântico que adora histórias carregadas de ação, drama e muito amor, essa série é mais do que recomendada!



6
jun 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: One Tree Hill

Título no Brasil: Lances da Vida

Criador: Mark Schwahn

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2003

 

   Sinopse: Nathan e Lucas são dois irmãos que só tem em comum o pai, Dan Scott, e o dom para jogar basquete. Nathan foi criado como o “queridinho” do papai e sempre teve de tudo, ele é ídolo do time de basquete e o garoto mais popular da escola, enquanto o solitário Lucas foi criado por sua mãe, Karen e pelo tio paterno Keith, com muita  dificuldade  e,  apesar  de  ser  um excelente jogador de basquete, só joga por diversão. O destino faz com que as vidas dos dois se cruzem e Lucas tem a chance de jogar novamente no time do colégio, o que provoca a raiva de Nathan e do seu pai que não quer que nada ou ninguém venham atrapalhar a trajetória profissional que ele sonhou para si no passado e agora traçou para seu filho. A disputa entre os garotos não vai ser apenas pelo controle de quadra de basquete, mas também pelo amor de Peyton, uma líder de torcida e atual namorada de Nathan.

Comecei a assistir a série em 2016, quatro anos depois de seu término. E quanto tempo eu perdi, minha gente! Em que dimensão eu estava, que não conheci One Tree Hill antes? Em princípio, eu achava tratar-se de uma série adolescente com típicos problemas adolescentes no colégio, mas que engano meu, pois de típicos, os problemas deles não tem nada!

Repleta de citações narradas por Lucas Scott e uma ótima trilha sonora, One Tree Hill é uma série jovem, sim, mas com problemas bem adultos. Claro, sempre existe um drama ou outro que realmente seja adolescente, mas no geral, é uma série com temas bem sérios, por isso não me admira o sucesso que a fez ficar no ar durante 9 temporadas.

“Você já olhou para uma foto sua e viu um estranho no fundo? Te fez perguntar quantos estranhos tem uma foto sua? Quantos momentos da vida dos outros nós fizemos parte? Ou se fomos parte da vida de alguém, quando os sonhos dessa pessoa se tornaram realidade. Ou se estivermos lá, quando os sonhos delas morreram.

Nós continuamos a tentar nos aproximar? Como se fôssemos destinados a estar lá. Ou fomos pegos de surpresa?

Pense, podemos seu uma grande parte da vida de alguém e nem saber.”

 

One Tree Hill é uma série que nos faz repletir sobre a vida e talvez por esse motivo, o título escolhido aqui no Brasil tenha sido Lances da Vida. Temas como amor, família, solidão e amizade também são exaustivamente abordados, o que fez a trama ser ainda mais especial.

Ao mostrar os erros e acertos de cada um, One Tree Hill humaniza os personagens e nos aproxima ainda mais de suas vidas, como se o telespectador realmente os conhecesse, ou conhecesse alguém que já viveu aqueles dilemas. As transformações, mudanças de temperamento e seus conflitos internos dão o tom da trama, tornando aqueles adolescentes pessoas comuns, que precisam de ajuda para crescer, assim como todos nós.

São tantas lições aprendidas e passadas que fica difícil dizer qual o melhor momento da série.

Gostei de vários personagens, mas o meu preferido é sem dúvida alguma o Nathan Scott, por tudo o que ele representa, por toda a sua trajetória e principalmente por todo o seu amadurecimento. Claro, todos os personagens sofreram mudanças bastante significativas durante toda a série, mas o Nathan, foi o que mais me surpreendeu.

Com um desfecho emocionante e nostálgico, One Tree Hill consegue derreter até o mais gelado dos corações. Finalizo esta resenha completamente apaixonada por essa história e seus personagens, Lucas, Payton, Nathan, Hayley e Brooke ficarão para sempre guardados em minha memória. Suas vidas e suas histórias me tocaram profundamente, me encheram de esperança e amor, e o mais importante, me fizeram acreditar que tudo é possível. Amei, amei, amei…recomendo demais!

“Faça um pedido e guarde no seu coração.

Qualquer coisa que você quiser. Tudo o que quiser. Fez? Ótimo!

Agora acredite que pode se tornar realidade.”

 



2
maio 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Hidden Figures

Direção: Theodore Melfi

Gênero: Drama/Biografia

Ano de Lançamento: 2017

 

Sinopse: 1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Assisti Estrelas Além do Tempo para acompanhar a premiação do Oscar 2017, como faço todos os anos. E que filme lindo, minha gente!

O enredo narra a história real de três amigas, Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, três matemáticas, negras, que entre os anos de 1940 a 1960, iniciaram sua jornada rumo a NASA. Provando dia-a-dia, que merecem estar ali, e que apesar das inúmeras dificuldades impostas, elas são capazes, e com determinação e coragem, conseguirão mostrar que foram de extrema importância para a missão Apollo, que levou o homem a lua pela primeira vez.

Estrelado pela ganhadora do Oscar 2016 de melhor atriz, Octavia Spencer, o filme mostra a dura realidade dessas três moças, tentando provar sua capacidade e inteligência, em uma época de pura repressão e preconceito racial. E mesmo que a abordagem do tema tenha ocorrido de forma um pouco mais sutil, acredito que foi um apelo válido. Já que o foco da história, era a chegada do homem a lua e de que maneira o trabalho dessas três jovens influenciou para esse fato histórico.

 

“- O que faria uma mulher de cor ir a uma faculdade de brancos?

[…] – Excelência, você deveria entender a importância de ser o primeiro.

– Como assim, Sra. Jackson?

– Você foi o primeiro da família a servir ás Forças Armadas. Marinha dos Estados Unidos. O primeiro a ir à universidade George Mason. E o primeiro juiz estadual a ser reempregado por três governadores consecutivos.

– Você andou pesquisando.

-Sim, senhor.

– O que quer dizer?

– Excelência, nenhuma negra em Virginia estudou num colégio de brancos. Nunca aconteceu.

– Sim, nunca aconteceu.

– E antes de Alan Shepard sentar no topo de um foguete, nenhum outro americano havia ido ao espaço. E, agora, ele será sempre lembrado como o americano de New Hampshire, o primeiro a tocar nas estrelas. E eu, senhor, planejo ser uma engenheira na NASA. Mas não conseguirei sem estudar naquela faculdade para brancos. E não posso mudar a cor da minha pele.

Então, não tenho escolha, exceto ser a primeira. O que não posso fazer sem o senhor.”

Em suma, Estrelas Além do tempo cumpre de forma brilhante o papel de apresentar ao mundo a história dessas três personagens encantadoras, que ousaram quebrar paradigmas em um ambiente claramente hostil e de preconceitos enraizados.  Assistam, vale muito a pena!






ilustrações design e desenvolvimento