mm1 mm2 mm3mm4 mm5 mm6 mm7


6
jun 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: One Tree Hill

Título no Brasil: Lances da Vida

Criador: Mark Schwahn

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2003

 

   Sinopse: Nathan e Lucas são dois irmãos que só tem em comum o pai, Dan Scott, e o dom para jogar basquete. Nathan foi criado como o “queridinho” do papai e sempre teve de tudo, ele é ídolo do time de basquete e o garoto mais popular da escola, enquanto o solitário Lucas foi criado por sua mãe, Karen e pelo tio paterno Keith, com muita  dificuldade  e,  apesar  de  ser  um excelente jogador de basquete, só joga por diversão. O destino faz com que as vidas dos dois se cruzem e Lucas tem a chance de jogar novamente no time do colégio, o que provoca a raiva de Nathan e do seu pai que não quer que nada ou ninguém venham atrapalhar a trajetória profissional que ele sonhou para si no passado e agora traçou para seu filho. A disputa entre os garotos não vai ser apenas pelo controle de quadra de basquete, mas também pelo amor de Peyton, uma líder de torcida e atual namorada de Nathan.

Comecei a assistir a série em 2016, quatro anos depois de seu término. E quanto tempo eu perdi, minha gente! Em que dimensão eu estava, que não conheci One Tree Hill antes? Em princípio, eu achava tratar-se de uma série adolescente com típicos problemas adolescentes no colégio, mas que engano meu, pois de típicos, os problemas deles não tem nada!

Repleta de citações narradas por Lucas Scott e uma ótima trilha sonora, One Tree Hill é uma série jovem, sim, mas com problemas bem adultos. Claro, sempre existe um drama ou outro que realmente seja adolescente, mas no geral, é uma série com temas bem sérios, por isso não me admira o sucesso que a fez ficar no ar durante 9 temporadas.

“Você já olhou para uma foto sua e viu um estranho no fundo? Te fez perguntar quantos estranhos tem uma foto sua? Quantos momentos da vida dos outros nós fizemos parte? Ou se fomos parte da vida de alguém, quando os sonhos dessa pessoa se tornaram realidade. Ou se estivermos lá, quando os sonhos delas morreram.

Nós continuamos a tentar nos aproximar? Como se fôssemos destinados a estar lá. Ou fomos pegos de surpresa?

Pense, podemos seu uma grande parte da vida de alguém e nem saber.”

 

One Tree Hill é uma série que nos faz repletir sobre a vida e talvez por esse motivo, o título escolhido aqui no Brasil tenha sido Lances da Vida. Temas como amor, família, solidão e amizade também são exaustivamente abordados, o que fez a trama ser ainda mais especial.

Ao mostrar os erros e acertos de cada um, One Tree Hill humaniza os personagens e nos aproxima ainda mais de suas vidas, como se o telespectador realmente os conhecesse, ou conhecesse alguém que já viveu aqueles dilemas. As transformações, mudanças de temperamento e seus conflitos internos dão o tom da trama, tornando aqueles adolescentes pessoas comuns, que precisam de ajuda para crescer, assim como todos nós.

São tantas lições aprendidas e passadas que fica difícil dizer qual o melhor momento da série.

Gostei de vários personagens, mas o meu preferido é sem dúvida alguma o Nathan Scott, por tudo o que ele representa, por toda a sua trajetória e principalmente por todo o seu amadurecimento. Claro, todos os personagens sofreram mudanças bastante significativas durante toda a série, mas o Nathan, foi o que mais me surpreendeu.

Com um desfecho emocionante e nostálgico, One Tree Hill consegue derreter até o mais gelado dos corações. Finalizo esta resenha completamente apaixonada por essa história e seus personagens, Lucas, Payton, Nathan, Hayley e Brooke ficarão para sempre guardados em minha memória. Suas vidas e suas histórias me tocaram profundamente, me encheram de esperança e amor, e o mais importante, me fizeram acreditar que tudo é possível. Amei, amei, amei…recomendo demais!

“Faça um pedido e guarde no seu coração.

Qualquer coisa que você quiser. Tudo o que quiser. Fez? Ótimo!

Agora acredite que pode se tornar realidade.”

 



4
abr 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV


Título Original:
This Is Us

Criador: Dan Fogelman

Gênero: Drama

Ano de Produção: 2016

Sinopse: A série acompanha um grupo especial de indivíduos, cujos caminhos se cruzam e suas histórias de vida se entrelaçam de forma curiosa.

Assisti This Is Us em princípio porque me encantei pela sinopse e pelas histórias desses personagens. Produzida pelo canal NBC, e ainda sem previsão de exibição no Brasil, a série possui um enredo lindo e histórias fascinantes que conquistaram o público logo em sua estreia.

A série narra três histórias de pessoas que nasceram no mesmo dia, mês e ano. Pessoas diferentes, cujos destinos estão intrinsecamente ligados, e mesmo que eu não tenha percebido isso em um primeiro momento, essa ligação deixou a história ainda mais especial e encantadora.

Logo no primeiro episódio, nós somos apresentados ao casal Rebecca e Jack, que estão “grávidos” de trigêmeos e estão enfrentando complicações com o parto.

Em seguida, temos Randall, um rapaz bem sucedido, casado e pai de duas meninas, que descobre o paradeiro de seu pai biológico, e buscando respostas sobre seu passado, decide levá-lo para casa e apresenta-lo a sua família.

Conheceremos Kate, uma garota com distúrbios alimentares que sempre teve problemas com a balança, tendo que desde muito jovem lidar com isso, enquanto seu irmão gêmeo, Kevin, encontra-se insatisfeito com o atual emprego. Ator em uma série de sucesso, Kevin acredita que esse trabalho não é compatível com o seu perfil e que merece alçar vôos maiores em sua carreira.

A série questiona temas importantes e cheios de significado, e a delicadeza como os aborda é simplesmente encantadora. As histórias apresentadas nos ensinam a ser mais humanos e a lidar melhor com as diferenças, exibindo aspectos diversos de cada situação.

Dessa maneira, a trama nos mostra como cada pessoa enxerga o mundo a sua volta, como somos desiguais e como essa desigualdade, seja física ou social, nos afeta.

Eu gostei bastante e recomendo muito, This Is Us é uma série linda e promissora que em poucos capítulos nos ensina valores tão importantes para a vida, que é praticamente impossível não se apaixonar por esses personagens.

Assista, e tenho certeza que assim como eu, você será arrebatado por três diferentes histórias de vida, três diferentes maneiras de lidar com o inexorável destino, três diferentes histórias de amor.



14
mar 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV


Título Original: Reign

Título no Brasil: Reinado

Criadores: Laurie McCarthy e Stephanie SenGupta

Gênero: Drama/Histórico

Ano de Lançamento: 2013

 

Sinopse: Perigos e intrigas espreitam cada canto desse castelo sombrio nesta história da jovem, Mary, Rainha da Escócia. Depois de passar a infância escondida e segura em um monastério, a adolescente Mary Stuart (Adelaide Kane) chega na França, onde ela foi enviada para garantir a aliança estratégica da Escócia, formalizando seu noivado arranjado com o filho do rei francês, o príncipe Francis (Toby Regbo). Complicando ainda mais as coisas tem Bash (Torrance Coombs), bonito, malandro, meio-irmão de Francis e a mãe, a rainha Catherine (Megan Follows). Quando é obstinada, a rainha descobre uma profecia de que o casamento de Mary e Francis vai custar a vida dele, ela está determinada a salvar o filho, não importa quantas pessoas tenham que pagar com suas vidas.

A série irá narrar à história da ascensão de Mary Stuart, rainha da Escócia.

Prometida em casamento para o príncipe Francis, Mary inicialmente terá que lutar por essa união, uma vez que a mãe do noivo, a rainha Catherine de Médice, é contra, já que seu fiel escudeiro Nostradamus previu que esse matrimônio culminaria na morte de seu amado filho.

Mas, a trama começa mesmo na França, no ano de 1557, quando Mary, descendente legítima de Jaime V, foi criada em um convento para sua segurança desde os 9 anos de idade, sendo constantemente vigiada.

Quando sua provedora come algo envenenado, uma sopa destinada à Mary, certamente enviada por alguém ligado à corte da Inglaterra numa tentativa clara de exterminar a Rainha da Escócia, Mary se vê obrigada a embarcar imediatamente rumo à corte Francesa, uma vez que sua segurança ultrapassou os muros do convento.

Entretanto, não será fácil para ela lidar com os conflitos sociais e políticos que envolvem as duas cortes, ainda mais quando encontra uma rival tão poderosa em seu caminho como Catherine de Médice, que visando proteger o filho da morte iminente, não medirá esforços para impedir essa união.

Baseada na vida da rainha da Escócia, Reign é rica em detalhes históricos, e mesmo não sendo totalmente fiel aos fatos, a série é primorosa  e consegue prender a atenção do telespectador até o fim.

Reign é transmitida originalmente pelo canal The CW desde 17 de outubro de 2013. No Brasil, a série é exibida exclusivamente por streaming com direitos reservados à Netflix desde Novembro de 2015 e esta no ar em sua 4° e última temporada desde fevereiro de 2017.

Repleta de ação, intrigas políticas e perigos iminentes, Reign é uma ótima série para os fãs de romance de época. Recomendo demais!



17
jan 2017

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Switched at Birth

Título no Brasil: Switched at Birth

Criador: Lizzy Weiss

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2011

 

Sinopse: Bay Kennish (Vanessa Marano) e Daphne Vasquez (Katie Leclerc) são duas adolescentes que descobrem que foram trocadas acidentalmente no hospital ao nascerem. Bay cresceu em uma família rica, com seus pais e o irmão, enquanto Daphne, que perdeu a audição ainda criança devido a um caso de meningite, mora com a mãe em um bairro pobre.

Agora as duas famílias precisam aprender a conviver juntas para o bem das garotas.

A série narra a história de Bay e Daphne, duas garotas que foram trocadas na maternidade  e só descobrem anos depois, por puro acaso.

Bay, foi criada na abastada família Kennish, com todas as regalias e privilégios de filhos de classe média alta, criada por John e Kathryn, Bay tem um irmão e uma boa vida, mas sempre se sentiu uma “estranha no ninho”.

Daphne por sua vez, foi criada de forma mais humilde por Regina Vasquez e sua avó Adriana. Apesar de também achar estranho que sua aparência fosse tão diferente de seus parentes, ela estava feliz com a vida que levava.

Até que um dia, durante uma aula de ciências, Bay descobre que seu tipo sanguíneo não é compatível com o de seus pais e resolve fazer um teste de DNA, confirmando suas suspeitas.

A partir daí, as duas famílias são apresentadas e optam por viverem juntas, para que suas filhas possam se adaptar a essa nova realidade.

Achei a premissa da série bastante interessante, a história de duas crianças trocadas na maternidade que só descobrem o acontecido 16 anos depois, me tocou profundamente.

Outro tema muitíssimo interessante discutido na série, é a deficiência auditiva.

Daphne, filha biológica do casal Kennish, criada por Regina Vasquez, foi acometida por meningite na infância, tendo como sequela a perda total da audição.

“Essa é a desvantagem de ser surda. As pessoas irão caçoar de você. Irão te rotular. Terá que lutar bem mais para ser levada a sério.”

 

O curioso, é que o foco principal da série não é a surdez, mesmo que isso esteja latente em vários momentos, o ponto central aqui é a troca dos bebês, e a vida dessas adolescentes a partir daí; as mudanças de comportamento pertinentes à idade e tudo mais, o que deixa a série ainda melhor.

Lógico que é importante abordar o tema da deficiência auditiva, mas em Switched at Birth, parece que os criadores quiseram mostrar que os surdos podem sim ter uma vida absolutamente normal, apesar das adversidades, e é verdade, eles podem mesmo. Achei maravilhoso o questionamento do tema!

Switched at Birth teve seu término anunciado na 5° temporada em 2017, mas fica a saudade e a mensagem dessa linda e sensível história, que conta de forma magnífica, a vida e rotina dessas famílias que tiveram seus destinos cruzados de forma tão surpreendente. Assistam, vale muito a pena!

 



20
dez 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

nashville-1Título Original: Nashville

Título no Brasil: Nashville: No Ritmo da Fama

Criador: Callie Khouri

Gênero: Musical/Drama

Ano de Produção: 2012

Sinopse: Contrariando a vontade do pai Lamar Hampton (Powers Boothe, de Deadpool), um importante empresário do Tenesse, Rayna James (Connie Britton, de American Horror History) seguiu carreira de cantora, tornando-se uma estrela de música country. Casada com Teddy (Eric Close, de Without a Trace), com quem tem duas filhas (Lennon e Maisy Stella), Rayna começa a viver a inevitável queda de popularidade. Assim, é forçada por sua gravadora a fazer turnê com uma estrela que esta em ascensão, Juliette Barnes (Hayden Pattiere, de Heroes), que Rayna considera uma cantora sem talento. Esta, por sua vez, é ambiciosa e busca formas de subir rapidamente na carreira.

Assisti Nashville simplesmente por gostar de séries musicais e foi uma grata surpresa. Sinceramente, não esperava gostar tanto assim, virou uma verdadeira febre.

Ambientada no cenário country, a série narra as histórias de Rayna James e Juliette Barnes, a primeira, cantora country de sucesso que vê sua popularidade diminuir drasticamente com o passar dos anos.

Juliette por sua vez, é a nova musa da música country, esta no auge do sucesso, porém, com seus maus hábitos e temperamento difícil, também esta com a carreira em risco.

Por essa razão, a gravadora resolve juntar as cantoras em uma turnê, visando recuperar o sucesso de Rayna e a credibilidade de Juliette, mesmo a contragosto de ambas.

Rayna é bonita, popular e praticamente tem o mundo a seus pés. Casada e mãe de duas filhas, ela tenta conciliar a carreira artística e a família, mas isso nem sempre da certo.

Juliette é mimada, egoísta e egocêntrica. Mandona, acha que todos tem que se curvar às suas ordens e satisfazer os seus caprichos, e esse temperamento explosivo pode lhe custar caro.

Duas cantoras com temperamentos e estilos de vida diametralmente opostos, que precisam se unir para salvar suas carreiras.

A série conta também com personagens bastante especiais, como a belíssima Scarlett O’Connor e sua linda e delicada voz, Gunnar Scott e seu absurdo talento para compor, Avery Barkley, um rapaz ambicioso que almeja alcançar o estrelato no mundo da música a mais rápido possível. E por último, mas não menos importante, temos Deacon Clayborne, parceiro musical  e eternamente apaixonado por Rayna, Deacon é um músico talentoso que vê a chance de reconquistá-la se esvair, quando se deixa levar pelo alcoolismo.

Enfim, não posso falar mais para não correr o risco de dar spoiler, mas, vale muito a pena dar uma chance para essa série.

Para os fãs que ficaram tristes com a possibilidade de cancelamento após a 4° temporada, uma boa notícia, a série foi renovada para seu quinto ano de exibição contando com 22 novos episódios. Espero que o sucesso dos anos anteriores continue, estou louca para rever os personagens!

Portanto, se você gosta de séries cheias de histórias conflitantes, segredos e muita música, Nashville é pra você!

 nashville-3



12
dez 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Netflix

good_witch1

Em 2008 eu assisti ao filme The Good Witch (A bruxa do bem, no Brasil) e apesar de já não ser assim tão novinha, me apaixonei pela história de Cassandra Nightingale, uma mulher misteriosa que se muda para a cidadezinha de Middleton, nos EUA. A casa onde Cassandra se muda tem a fama de ser assombrada, e não demora muito para que os habitantes da cidade acreditem que Cassandra é uma bruxa, e queiram que ela saia da cidade o quanto antes. No entanto, o chefe de polícia Jake Russel e seus dois filhos, se encantam por Cassie, e fazem questão de que ela permaneça por lá.

O filme gerou seis continuações: The Good Witch’s Garden (2009) The Good Witch’s Gift (2010), The Good Witch’s Family (2011), The Good Witch’s Charm (2012), The Good Witch’s Destiny (2013) e The Good Witch’s Wonder (2014). Infelizmente não assisti a nenhuma delas, porque não encontrei legendado em lugar nenhum. Se alguém souber onde tem, me avisa!

good_witch2

Além de todos esses filmes, ainda foi criada uma série, que agora está disponibilizada no Netflix, e é sobre ela que quero conversar com vocês. A série, chamada Good Witch, segue a ordem dos filmes (mas quem assistiu somente ao primeiro filme, como eu, vai entender certinho) e continua mostrando a vida de Cassie Nightingale e sua filha Grace, em Middleton. A trama tem início com a mudança de novos vizinhos, o Dr. Sam Radford e seu filho, Nick.

good_witch4

Cassie é amada por toda a cidade, e conhecida pelo seu dom em curar com remédios manipulados, feitos por ela mesma e vendidos em sua loja Bell, Book & Candle. De início, o Dr. Radford não gosta muito de Cassie, já que ele não acredita nesse tipo de tratamento, mas em seguida eles se tornam bons amigos.

good_witch_tv_series_1

A série é fofa, ao estilo sessão da tarde. Tem um clima de comédia e romance, além de mostrar muito o valor da família e dos relacionamentos entre amigos, a mensagem de cada episódios sempre me deixa com o coração aquecido. Já existem duas temporadas disponíveis na Netflix, e a terceira já foi confirmada. Assisti tudo em um final de semana e quando acabou me senti órfã, é o tipo de série que me deixa leve e feliz. Recomendo muito para vocês, e espero que se encantem por ela tanto quanto eu!

good_witch3



29
nov 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Gilmore Girls – A Year in The Life

Título no Brasil: Gilmore Girls – Um Ano para Recordar

Criador: Amy Sherman-Palladino

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2016

 

Sinopse: Bem-vindo de volta a Stars Hollow. Lorelai (Lauren Graham) e Rory (Alexis Bledel) Gilmore, junto com todos os seus divertidos amigos, estão de volta 10 anos depois.

E eu assisti Gilmore Girls – Um Ano Para Recordar, e gente, que maravilhosos foram esses quatro episódios, quantas lembranças, que nostalgia boa, e que final foi aquele?

Calma, eu não vou dar spoiler para quem não assistiu. Quero apenas deixar registrado aqui, o quanto essa série foi importante pra mim, quanta coisa linda ela me ensinou, quantas referências musicais e bibliográficas eu levei para a minha vida.

Parece que cada episódio foi cuidadosamente pensado para nos fazer relembrar, nos emocionar e ficar na expectativa de um verdadeiro desfecho para essa série tão especial.

Porque, convenhamos amigos, quem assistiu as sete temporadas originais não ficou nada satisfeito com o rumo dos acontecimentos em seus capítulos finais. Bom, ao menos a maioria das pessoas que acompanhava a série demonstrou um certo descontentamento quanto a isso.

Nesse especial, Amy Sherman-Palladino toma novamente as rédeas de sua produção, apresentando aos fãs toda a magia e delícia de habitar em Stars Hollow.

Amei rever todos aqueles personagens, alguns ao longo dos quatro episódios, outros com aparições rápidas, mas todos, absolutamente todos os personagens estão de volta nesse revival incrível!

A série começa com trechos de falas de todas as sete temporadas originais, o que foi perfeito, relembrar todos aqueles diálogos ou trechos importantes, foi uma sacada genial para essa estreia.

Confesso que as lágrimas foram inevitáveis. A cada episódio, algo me remetia a primeira vez que vi aqueles personagens, suas cenas e suas histórias, e isso foi acalentador. Esse revival foi um verdadeiro presente para os fãs da série, e aquele final, uau! Que final, minha gente!

Mas, sabe que eu gostei?! Achei o máximo, e quando as famigeradas quatro últimas palavras foram ditas, ao mesmo tempo em que nos surpreende, e desnorteia, foi uma ótima maneira de colocar um ponto final nessa história, deixando os fãs com uma enorme questão para refletir.

De qualquer modo, eu gostei, foi ótimo, foi maravilhoso rever tudo aquilo e acredito mesmo que não teria outra maneira de terminar essa série tão emblemática.

Enfim, se você ainda não conhece ou nunca assistiu Gilmore Girls, assista! Se já assistiu, mate a saudade desses personagens tão queridos e veja os quatro episódios do revival da Netflix.

Divirta-se com as excentricidades dos moradores de Stars Hollow (A melhor cidade cenográfica, ever!), e apaixone-se pelas Garotas Gilmore!



25
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

outlander-1

Título Original: Outlander

Título no Brasil: Outlander

Criador: Ronald D. Moore

Gênero: Fantasia/Histórico/Romance

Ano de Lançamento: 2014

 

Sinopse: Claire Randall (Caitriona Balfe) é uma enfermeira em combate em 1945. Ela é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743, e sua vida passa a correr riscos que ela desconhece. Forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), um cortês e nobre guerreiro escocês. Um relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que não podem ser conciliadas.

E finalmente eu assisti Outlander, mesmo com a existência do vilão mais perverso que já conheci e a temática fantasiosa no que diz respeito à viagem no tempo, resolvi dar uma chance para a série de Ronald D. Moore.

“Pessoas desaparecem o tempo todo. Garotas jovens fogem de casa. Crianças se perdem dos pais e nunca mais são vistas.

Donas de casa pegam o dinheiro das compras e um táxi para a estação de trem.

Muitos desaparecidos são encontrados com o tempo.

 Desaparecimentos, afinal, têm explicações…geralmente.”

A série narra a fascinante história da inglesa Claire Randall, uma enfermeira combatente da Segunda Guerra Mundial, casada com o historiador Frank Randall.

Claire esta de passagem pela Escócia com o marido para uma “segunda lua de mel”, com o intuito de celebrar o fim da guerra após longos anos afastados.

Durante a viagem, Claire e Frank visitam os monumentos históricos da Escócia, até que assistem a um curioso ritual, em um lugar chamado Craigh na Dun.

De volta ao lugar no dia seguinte, buscando encontrar um tipo específico de planta, Claire posiciona as mãos sobre uma das pedras e algo impressionante acontece.

De repente, Claire é tragada pela pedra e estranhamente transportada 200 anos no tempo, ela esta no ano de 1743, em meio à rebelião entre Ingleses e Escoceses.

“Eu queria que fosse um sonho, mas sabia que não era. Eu não estava mais no século XX.”

Capturada pelos escoceses e ainda sem entender o que se passa a sua volta, Claire decide usar seu sobrenome de solteira, Beauchamp, temendo que algo de grave aconteça, caso os soldados encontrem seu marido Frank.

Nessa “outra vida”, Claire conhecerá o soldado escocês Jamie Fraser, de quem por força das circunstâncias, será obrigada a se casar.

Porém, a convivência diária dos noivos, fará aflorar em ambos uma irresistível paixão até então desconhecida para Claire, que se verá perdida e irremediavelmente apaixonada por seu novo marido.

Nesse turbilhão de emoções, Claire ficará dividida entre duas épocas e dois homens diametralmente opostos.

Com paisagens belíssimas, excelente fotografia e figurinos impecáveis, Outlander me conquistou em todos os sentidos. A história é incrível, a escolha do elenco muito bem feita e a química entre os atores Caitriona Balfe e Sam Heughan é inquestionavelmente perfeita.  

Ainda não li os livros, mas quem já leu afirma que a trama não deixa nada a desejar, quando comparada a obra escrita por Diana Gabaldon.

Ronald D. Moore definitivamente esta de parabéns por retratar essa história de forma tão especial.

Em suma, Outlander é uma série esplêndida que esta em sua segunda temporada, mas já teve seu contrato renovado para a transmissão de mais duas.

Me faltam predicados para denominar o quanto eu gostei dessa série, Outlander é certamente a melhor obra televisiva já criada nos últimos tempos. Recomendo muito!



17
out 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV Netflix

gilmore-girls-2016-2

Eu demorei para começar a assistir Gilmore Girls, lembro que de inicio não me interessava muito pela série. Minha irmã mais velha insistiu bastante para que eu conferisse alguns episódios,  foi então que comecei, e não parei mais.

A trama gira em torno de Lorelai e Rory, mãe e filha respectivamente. Duas personagens sensacionais que ganharam o meu coração, e que me fizeram rir e chorar por diversas vezes. O relacionamento intimo e recheado de companheirismo é o ponto forte da série.

gilmore-girls-2016-1

Sinopse oficial: Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.

Gilmore Girls teve inicio em outubro de 2000 e foi finalizada em maio de 2007, completando sete temporadas. E para a alegria dos fãs, a Netflix produziu uma nova temporada, que será lançada no dia 25 de novembro! A oitava temporada de Gilmore Girls terá quatro episódios e vai contar com todo o elenco original: Melissa McCarthy (Sookie), Lauren Graham (Lorelai Gilmore), Alexis Bledel (Rory Gilmore), Jared Padalecki (Dean), Emily Kuroda (Kim), Liza Weil (Paris), Danny Strong (Doyle), Yanic Truesdale (Michael), Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), Matt Czuchry(Logan), Milo Ventimiglia (Jess) e até mesmo o cãozinho Paul Anka.

gilmoregirls

Saber que finalmente vamos poder rever todos esses personagens incríveis, me deixa bastante animada. Minhas expectativas estão lá no alto, e espero que eu seja correspondida. Acho um pouco difícil que uma história envolvendo Lorelai e Rory não seja legal.

Neste vídeo o elenco de Gilmore Girls relembra as sete temporadas da série e fala sobre a emoção de estar de volta em “Gilmore Girls: Um ano para recordar”.

Se você ainda não conhece a série, corre para conferir! A Netflix liberou todas as sete temporadas no canal de streaming. Vale a pena maratonar antes do lançamento da nova temporada. 🙂



27
set 2016

ARQUIVADO EM: Cinema & TV

Título Original: Red Band Society

Título no Brasil: Red Band Society

Criador: Margareth Nagle

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2014 (2015 no Brasil)

 

 

Sinopse: Red Band Society traz uma pitada de humor negro ao focar no dia a dia de adolescentes de um hospital que formam um grupo de inusitados amigos. A profundidade das amizades inesperadas permite que eles sobrevivam aos desafios de crescer nessas circunstâncias tão intensas.

Esse é o tipo de série absolutamente viciante, e por incrível que pareça, mesmo com todo o contexto hospitalar, é praticamente impossível não se apaixonar! Foram necessários apenas três capítulos para eu morrer de amores pelos pacientes do Dr. McAndrews, além, é claro do próprio Dr. McAndrew, uau!

Baseado na série espanhola Polseres Vermelles, Red Band é especial por diversos motivos, o maior deles é a luta pela vida desses jovens e a forma magnífica com que temas tão pesados são abordados.

Todos os personagens são importantes para a trama, médicos, enfermeiros, pacientes e eventuais personagens secundários tornam a história ainda mais interessante e comovente.

É lindo acompanhar o desenvolvimento dos pacientes, seus dramas, conflitos e questionamentos. Bem como todo o procedimento médico aplicado a cada um deles.

A enfermeira Dena Jackson denominada “Scary Bitch”, ou vaca assustada, é incrível, super engraçada e faz com que a gente caia na gargalhada mesmo nos momentos tensos. Mas, ela não é só a enfermeira durona com jeito engraçado, ela também tem momentos de extrema doçura e compaixão.

O Dr. Jack McAndrews é o médico da trama, é ele que acompanha os pacientes, passa os diagnósticos e os auxilia no que for preciso, além de ser um gato, né?

Temos ainda a alegre e aparentemente ingênua enfermeira Brittany Doble que procura desesperadamente mostrar competência em seu trabalho, especialmente para a experiente enfermeira Jackson.

Quero começar a apresentação dos pacientes pelo fofo Charlie que também é o narrador perspicaz dessa história. Charlie esta em coma depois de sofrer um acidente de carro com seu pai.

Kara Souders é uma cheerleader que chegou ao hospital depois de um abrupto desmaio durante um ensaio e logo no começo descobrimos que ela sofre de um alargamento no coração em decorrência do uso de drogas, o que a levou para o fim da fila de transplantes, pois se ela se droga, supõe-se que não quer viver, certo?

Leo Roth é aparentemente o rebelde da turma, teve a perna amputada devido a um osteosarcoma e agora ele vive entre a quimioterapia e sucessivas cirurgias. Leo é amigo de Dash Hosney que por sua vez foi diagnosticado com fibrose sística.

Temos ainda, a doce Emma, uma menina extremamente inteligente que se deixou levar pela “ditadura da beleza” e adquiriu anorexia. Por fim, mas não menos importante, temos Jordi Palacios, um garoto que chega ao hospital sozinho para uma consulta com o Dr. McAndrews alegando ser órfão e ter sido diagnosticado com osteosarcoma, porém, a situação de Jordi parece ser bem mais complicada do que ele imagina.

Red Band Society é uma série linda que conta apenas com 13 episódios de sua primeira e única temporada, mas vale muito a pena dar uma chance para as incríveis e comoventes histórias desse grupo inseparável de amigos.

“Quando se está em um hospital buscando melhorar, a parte mais importante do que precisa para sobreviver…é você.” (Charlie, 1° episódio)






ilustrações design e desenvolvimento