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05 jun, 2018

The Good Wife

Título Original: The Good Wife

Título no Brasil: The Good Wife – Pelo Direito de Recomeçar

Criadores: Robert King e Michelle King

Gênero: Drama

Ano de Lançamento: 2010

Sinopse: A série narra a história de Alicia Florrick, uma dedicada esposa e mãe de família que após ser humilhada publicamente em decorrência de escândalos sexuais e de corrupção envolvendo seu marido, o procurador Peter Florrick. decide retomar a carreira de advogada.

Alicia Florrick, que era apenas uma dedicada esposa e mãe, vê seu mundo devastado por tablóides sensasionalistas, quando seu marido, o procurador Peter Florrick é preso em decorrência de escândalos sexuais e políticos.

Diante de todo o recente caos instaurado em sua vida, Alicia decide então, retomar sua carreira de advogada, estagnada há 13 anos.

Em seu retorno, ela descobre que um antigo colega de faculdade possui uma firma de advocacia e resolve se candidatar a um cargo.

No entanto, não será tão fácil para ela recomeçar, pois a preterida vaga também esta sendo disputada pelo novato Cary Argos, um advogado ambicioso que fará de tudo para conseguir o que quer.

 


A série tem personagens bem interessantes, como Eli Gold, chefe de gabinete da campanha de Peter. Eli vê em Alicia uma mulher com forte apelo político e muito carisma, e tenciona usar esses atributos a favor de Peter, almejando angariar votos para uma futura candidatura ao governo do Estado.

Temos ainda, Kalinda Sharma, detetive particular da firma de advocacia de Will Gardner, Kalinda desvenda com maestria os casos que lhe são atribuídos, ela é sensacional! Na minha opinião, a melhor personagem da série.

Alicia Florrick foi uma protagonista singular, e mesmo com seu temperamento instável ao longo das 7 temporadas, ela conquistou minha simpatia e até minha admiração em alguns momentos, poucos, mas devo admitir que a personagem tem o seu valor.

The Good Wife é a história genuína de uma esposa traída que tenta refazer a vida e criar os filhos da melhor maneira possível, sendo muito bem sucedida no que se propôs. Prova disso são os inúmeros prêmios recebidos pelas atrizes Julianna Margulies e Archie Panjabi, intérpretes de Alicia Florrick e Kalinda Sharma, dentre eles o Emmy Award e o Globo de Ouro de melhor atriz e atriz coadjuvante.

Sentirei falta da série e mesmo com toda a ambição e prepotência que envolvia a esfera jurídica em muitas cenas, The Good Wife me ensinou que devemos lutar apesar de tudo e por pior que esteja a nossa vida, não devemos nos acomodar.

Uma boa notícia para os fãs que ficaram órfãos com o término da série, é que já existe um spin-off, de nome The Good Fight, estrelado pela talentosíssima Cristine Baranski, intérprete de Diane Lockhart.

06 fev, 2018

Chesapeake Shores

Título Original: Chesapeake Shores

Título no Brasil: Chesapeake Shores

Criador: John Tinker

Gênero: Drama/Romance/Familia

Ano de Lançamento: 2016

Sinopse: Abby O’Brien (Meghan Ory) volta para sua cidade natal de Chesapeake Shores, em Maryland, para ajudar sua irmã Jess (Laci J. Mailey) com a pousada Eagle Point. No entanto, além dos negócios não irem bem, o retorno da jovem ao local é marcado por reencontros marcantes e fantasmas do passado.

Ambientado na fictícia cidade de Chesapeake Shores, a série produzida pelo Hallmark Channel, conta a história da família O’Brien.

A trama começa com a primogênita da família, Abby (Megan Ory), voltando para casa depois de um conturbado divórcio. Mas, Chesapeake Shores abriga muito mais histórias dessa grande família. Histórias essas, que vem a tona com o retorno de Abby.

Conheceremos Jess (Laci J.Mailey), a linda irmã caçula que gerencia uma pequena pousada na cidade visando transforma-la em um lugar mais aconchegante para seus futuros hóspedes.

Temos também a bela Bree O’Brien (Emilie Ullerup), uma escritora que passa por um bloqueio criativo e acredita que voltando para casa conseguirá a inspiração que precisa para concluir seu livro.

Os membros masculinos da família também contam suas histórias, como o belíssimo Kevin (Brendan Penny), filho mais velho dos O’Brien, é médico do exército dos Estados Unidos e voltou para casa durante as festas de fim de ano.

O último dos filhos que irei citar é Connor, o caçula dos homens da família é estudante de Direito e esta tentando aprovação no exame da ordem.

Essa maravilhosa prole, tem um pai, Mick O’Brien (Trate Williams), que precisou trabalhar duro para cria-los sozinho, depois que sua esposa Megan (Barbara Niven), o deixou.

Por fim, essa linda família tem a melhor avó que poderia existir, Nell O’Brien, mãe de Mick, ficou responsável pelas crianças depois do sumiço de Megan e cuidava de todos com o maior zelo enquanto o filho trabalhava.

Com belíssima fotografia e histórias cotidianas encantadoras, o clã O’Brien nos mostra diferentes modos de ver e viver a vida, pelo olhar peculiar de cada um de seus membros.

Sou apaixonada por romances ambientados em cidades pequenas e aconchegantes, acredito que esse tipo de história nos aproxima dos personagens de alguma forma.

A série esta disponível no atual catálogo da Netflix e conta até o momento com duas temporadas de dez episódios cada. Se você gostou da resenha e assim como eu, também é fã de histórias com enredos familiares em lugares pitorescos, não perca tempo, assista agora Chesapeake Shores!

 

02 jan, 2018

Being Erica

 


Título Original: Being Erica

Título no Brasil: A vida de Erica

Criador: Jana Sinyor

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2009

Sinopse: No colegial, Erica pensou que iria crescer, conhecer “O” cara, ter “a” carreira, ter um casal de filhos lindos. Mas, de alguma forma, isso nunca aconteceu. Agora ela tem a chance de uma vida. Após uma série de percalços, ela se encontra no hospital, onde conhece o misterioso Dr. Tom – um terapeuta que parece saber muito sobre ela.

Conheci essa série com o nome “A vida de Erica” durante uma madrugada insone zapeando os canais de TV. E que fofura de série, adorei! Achei uma graça a Érica tentando acertar as contas com seu passado e as consequências de tudo isso. Seus amigos, seus amores, sua luta para entrar no competitivo mercado de trabalho. Coisas aparentemente banais, que na vida de Erica não são tão simples assim.

Tudo começa quando Erica, uma jovem de trinta e poucos anos,  encontra o enigmático Dr. Tom, que a propõe uma sessão de terapia nada convencional: voltar no tempo para consertar os erros do passado.

“Uma vida não questionada não merece ser vivida.” (Platão) 

Em princípio, parece um método maluco, mas com o passar dos episódios, nós descobrimos que o que acontece na verdade são mudanças na atitude de Erica com relação a passos mal dados na vida, tipo, uma segunda chance para os arrependimentos, sabe?

“Aprender é descobrir o que você já sabe.” (Richard Bach)

Com frases de efeito de grandes pensadores, Dr. Tom sempre tem a receita certa para resolver os problemas de sua paciente.

É muito divertido acompanhar Erica tentando mudar algo que deu errado em sua vida ou apenas reafirmando atitudes tomadas na juventude.

Entretanto, suas viagens ao passado, ás vezes afetam seu futuro, e Erica precisará encontrar uma maneira de lidar com essa nova situação.

Being Erica é uma serie sobre arrependimentos, amizade, família e amor que nos mostra como as atitudes que tomamos, refletem diretamente em nosso futuro. Pois, seja de forma positiva ou negativa, cabe a cada um de nós escolher que rumo seguir.

“Aquele que controla o presente, controla o passado. Aquele que controla o passado, controla o futuro.” (George Orwell)

Se você pudesse voltar e fazer tudo diferente, você continuaria sendo você?

 

 

26 dez, 2017

The White Queen

 Título Original: The White Queen

Título no Brasil: A Rainha Branca

Criador: Emma Frost

Gênero: Drama/Histórico

Ano de Lançamento: 2013

Sinopse: Na inglaterra de 1464, antes da Dinastia Tudor assumir o poder, a luta pelo trono era travada entre dois lados da mesma família: os York e os Lancaster. Dos York, o jovem e belo Eduardo IV é coroado rei, com a ajuda do manipulador Lord Warwick (James Frain). Mas quando ele se apaixona por Elizabeth Woodville (Rebecca Ferguson). do clã Lancaster, todo o plano de Warwick pode ir por água abaixo. Uma história de amor, sedução, assassinato e traição de uma das eras mais turbulentas da Inglaterra, contada pela visão de três mulheres tão belas quanto fortes: Elizabeth, Margareth Beaufort (Amanda Hale) e Anne Neville (Faye Marsay).

Baseado na obra homônima da escritora Philippa Gregory, a série narra a história de Elizabeth Woodville, uma viúva mãe de dois meninos pequenos, que é pega de surpresa quando o Rei Eduardo IV declara estar apaixonado por ela com pretensão de casar-se.

A partir daí, a então plebeia Elizabeth, seguirá seu caminho como rainha da Inglaterra, provocando a ira dos súditos do belo rei, sobretudo de seu fiel escudeiro Lorde Warwick, que será seu maior opositor. Com sua sede de poder e artifícios maléficos, o ardiloso Lorde tentará a todo custo afastar aquela a quem ele denomina de impostora do trono real.

Bolando planos mirabolantes e em detrimento da própria família, o ganancioso Lorde, fará de tudo para destronar o Rei Eduardo e se apossar da coroa.

Com um elenco deslumbrante e cenografia perfeita, The White Queen é uma série histórica que mostrará a verdadeira face das pessoas em meio a cobiça e a ambição pelo poder. Super recomendada, com certeza!

 

07 nov, 2017

The Handmaid’s Tale

Título Original: The Handmaid’s Tale

Título no Brasil: The Handmaid’s Tale

Criador: Bruce Miller

Gênero: Drama/Ficção Científica

Ano de Lançamento: 2017

Sinopse: Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

Baseado no livro homônimo da autora canadense Margaret Atwood, que no Brasil ganhou o título de O Conto da Aia. The Handmaid’s Tale narra a história de um mundo devastado, sem leis ou direitos, onde as pessoas são separadas por castas: as Martas, que são mulheres designadas para cuidar da casa, as Esposas, cujo papel é unicamente seguir e acatar as ordens dos maridos denominados Comandantes, as Tias, que são uma espécie de recrutadoras de mulheres e finalmente as Aias, moças em idade reprodutiva que são levadas para as casas dos comandantes no intuito único e exclusivo de procriar.

Porém, as mulheres não se voluntariam para ser Aias, na verdade elas são levadas contra a vontade, afastadas de seus entes queridos, perdendo qualquer tipo de contato com seus maridos e filhos, passando a viver sob um regime de escravidão.

Nessa trama surreal, o diretor Bruce Miller retrata com riqueza de detalhes, a vida das Aias, todo o sofrimento e solidão a que elas são submetidas. É angustiante, revoltante e estarrecedor acompanhar o que acontece em Gilead.

“Meu nome é Offred. Eu tinha outro nome, mas agora é proibido. Tantas coisas são proibidas agora.”

 

A atriz Elizabeth Moss esta simplesmente perfeita no papel de Offred e o comandante vivido por Joseph Fiennes, me fez esquecer completamente o jovem astro do teatro londrino de Shakespeare Apaixonado, tamanha a autenticidade de sua interpretação!

Mas, essa história não é propriamente uma novidade, uma vez que já existem diversos filmes e peças teatrais inspirados na distopia. Porém, com o sucesso da nova série, o livro de Margareth Atwood, originalmente lançado em 1986, ganhou nova capa, o que consequentemente chamou a atenção para novos leitores.

Não é para menos, com um elenco afiado, fotografia belíssima, figurino impecável e trilha sonora certeira, foi praticamente impossível não acompanhar.

The Handmaid’s Tale ainda não foi transmitida no Brasil, mas, ao que tudo indica, o Paramount Channel arrematou os direitos de transmissão e muito em breve teremos a produção por aqui também.

Lançada pela plataforma de streaming Hulu, a série narra o enredo distópico mais aterrorizante que já vi! Com um final interessante e um bom mote para uma próxima temporada, essa continuação promete ser ainda mais assustadora.

A segunda temporada que já esta sendo gravada, contará com 13 episódios e deve ser lançada em abril de 2018. Só nos resta aguardar o desenrolar dos fatos! Assistam a série, leiam o livro, vale muito a pena conhecer a escrita maravilhosa de Margareth Atwood aliada a genial direção de Bruce Miller.