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20 mar, 2018

Moon Lovers – Scarlet Heart Ryeo

Título Original: Moon Lovers – Scarlet Heart Ryeo

Título no Brasil:  Moon Lovers – Scarlet Heart Ryeo

Criador: Tong Hua

Gênero:  Drama/Fantasia/Histórico/Romance

Ano de Lançamento: 2016

Sinopse: Durante um eclipse solar, a jovem Go Ha-jin (IU) é transportada para a época em que a Dinastia Goryeo governava a Coréia. Na pele de Hae Soo, ela logo se encontra cercada por membros da realeza e acaba conhecendo o temido e corajoso 4º Príncipe Wang So (Lee Jong Ki). Enquanto os dois se aproximam cada vez mais, a jovem logo se vê imersa em um jogo de intrigas, amor e disputas por poder.

Sou muito fã de dramas asiáticos, especialmente os coreanos, mas nunca havia assistido a uma produção de época. Minha estreia foi com Moon Lovers e acredito que comecei com o pé direito, pois a história é sensacional!

A versão original criada por Tang Hua, deriva de um romance chinês de nome Bubu Jing Xin.

Numa mistura incrível de fantasia e realidade, Moon Lovers contará a história de uma jovem de 25 anos da era moderna, que durante um eclipse solar é transportada para a dinastia Goryeo.

Endividada, sem emprego e sem namorado, Ha Jin esta reclamando da má sorte em sua vida, quando observa um garotinho se afogando e pula na água para salvá-lo.

Neste exato momento, algo inesperado acontece, e durante um eclipse solar, ela é tragada pelas águas e transportada para a dinastia do imperador Taejo no ano de 918.

Lá, ela será Hae So, uma menina de dezesseis anos que emergirá das águas do palácio, onde vivem os lindos príncipes, filhos do rei.

Inicialmente, Hae So ficará confusa, sem entender direito o que esta acontecendo a sua volta. Mas, aos poucos ela vai descobrindo que faz parte daquele universo e tentará se adaptar a nova realidade da melhor maneira possível.

Ela desenvolverá uma forte amizade pela maioria dos príncipes e se apaixonará por dois deles. No começo da história, pelo 8° príncipe Wang Wook e com o passar do tempo, verá seu afeto transformado em amor por Wang So, o temido e corajoso 4° príncipe.

Seu envolvimento com ambos acontece de forma sutil e natural, até porque, não chega a se formar um triângulo amoroso, uma vez que cada romance acontece em períodos diferentes da história.

Baseada em fatos reais, essa série coreana de paisagens belíssimas, figurino impecável e trilha sonora perfeita. Retrata ainda toda a ganância pelo trono de Taejo e as articulações pelo poder.

Repleto de ação, cobiça e batalhas pelo reino, Moon Lovers vai te fazer sorrir, chorar, torcer e se emocionar por todos aqueles personagens maravilhosos.

Terminei de assistir com o coração apertado, triste mesmo pelo fim, e com uma saudade imensa desse enredo lindo, e que apesar de todos os conflitos envolvidos, será uma história que nunca esquecerei. Certamente, foi o melhor K-drama que assisti em 2018, não, ouso dizer que foi um dos melhores K-dramas que já assisti na vida!

02 jan, 2018

Being Erica

 


Título Original: Being Erica

Título no Brasil: A vida de Erica

Criador: Jana Sinyor

Gênero: Comédia/Drama

Ano de Lançamento: 2009

Sinopse: No colegial, Erica pensou que iria crescer, conhecer “O” cara, ter “a” carreira, ter um casal de filhos lindos. Mas, de alguma forma, isso nunca aconteceu. Agora ela tem a chance de uma vida. Após uma série de percalços, ela se encontra no hospital, onde conhece o misterioso Dr. Tom – um terapeuta que parece saber muito sobre ela.

Conheci essa série com o nome “A vida de Erica” durante uma madrugada insone zapeando os canais de TV. E que fofura de série, adorei! Achei uma graça a Érica tentando acertar as contas com seu passado e as consequências de tudo isso. Seus amigos, seus amores, sua luta para entrar no competitivo mercado de trabalho. Coisas aparentemente banais, que na vida de Erica não são tão simples assim.

Tudo começa quando Erica, uma jovem de trinta e poucos anos,  encontra o enigmático Dr. Tom, que a propõe uma sessão de terapia nada convencional: voltar no tempo para consertar os erros do passado.

“Uma vida não questionada não merece ser vivida.” (Platão) 

Em princípio, parece um método maluco, mas com o passar dos episódios, nós descobrimos que o que acontece na verdade são mudanças na atitude de Erica com relação a passos mal dados na vida, tipo, uma segunda chance para os arrependimentos, sabe?

“Aprender é descobrir o que você já sabe.” (Richard Bach)

Com frases de efeito de grandes pensadores, Dr. Tom sempre tem a receita certa para resolver os problemas de sua paciente.

É muito divertido acompanhar Erica tentando mudar algo que deu errado em sua vida ou apenas reafirmando atitudes tomadas na juventude.

Entretanto, suas viagens ao passado, ás vezes afetam seu futuro, e Erica precisará encontrar uma maneira de lidar com essa nova situação.

Being Erica é uma serie sobre arrependimentos, amizade, família e amor que nos mostra como as atitudes que tomamos, refletem diretamente em nosso futuro. Pois, seja de forma positiva ou negativa, cabe a cada um de nós escolher que rumo seguir.

“Aquele que controla o presente, controla o passado. Aquele que controla o passado, controla o futuro.” (George Orwell)

Se você pudesse voltar e fazer tudo diferente, você continuaria sendo você?

 

 

08 abr, 2014

Infinity Ring: Um Motim no Tempo – James Dashner

Infinity Ring #1
Autor: James Dashner
Editora: Seguinte
Número de páginas: 239

Avaliação: 
Skoob

Dak Smyth e Sera Froste são melhores amigos, apesar de serem completamente diferentes. Dak é fascinado por história, praticamente uma enciclopédia ambulante, e Sera é expert em física quântica. Em uma tarde de bobeira, os dois aproveitam que estão sozinhos e decidem vasculhar o laboratório secreto dos pais de Dak. Lá eles descobrem um projeto chamado Anel do Infinito – que caso seja realmente finalizado -, vai proporcionar a oportunidade de viajar no tempo. Sera acaba conseguindo finalizar o projeto. 
No primeiro teste de uso do Anel do Infinito, eles têm resultados incríveis, o problema é que os pais de Dak simplesmente somem no tempo e eles vão precisar de muita ajuda para encontrá-los. É ai que os Guardiões da História aparecem, uma sociedade secreta criada há muitos séculos, que luta para consertar as enormes fraturas no tempo, causadas pela SQ, a organização responsável por controlar o planeta, mas que há tempos vem alteração o passado para conseguir benefícios no presente. 
Agora, Dak e Sera precisam voltar ao ano 1942 e impedir que Cristovão Colombo seja jogado ao mar, antes de sua chegada na América. 
**********
Infinity Ring é um livro muito rápido, são 239 páginas que passam voando. Logo que vi a sinopse eu fiquei bastante curiosa, e saber que o 1º livro da série tinha sido escrito por James Dashner é também autor do aclamado Maze Runner, me deixou ainda mais ansiosa. Sem contar que sou apaixonada por histórias de viagem no tempo. 
Dak e Sera são personagens bem construídos e com características bem definidas, o meu problema com a trama foi que Dak me pareceu um tanto quanto indiferente ao sumiço dos seus pais. Eu entendo sua fascinação pela história, e viajar para o passado para alguém com essa fascinação deve realmente ser algo sensacional, mas eu esperava um pouco mais de tristeza no garoto, ou que pelo menos ele demonstrasse que estava disposto a enfrentar toda essa aventura para ajudar seus pais, e não apenas pelo seu amor à história. Acho que o autor não se aprofundou nessa questão, me senti distante dos personagens.
Falando em aventura, esse primeiro volume é repleto dela. Gostei muito da ambientação, consegui realmente me imaginar no ano 1492, à bordo do navio de Colombo. O ritmo dos acontecimentos é ágil, mas sempre mantendo o sentido de todas as ações. A carga histórica do livro é bem intensa, ainda que tudo seja narrado de maneira simples, muitos fatos, datas e acontecimentos marcantes da história do mundo são explorados, e tenho certeza que nos próximos volumes teremos muito mais. 
O final é muito bacana (mesmo que as coisas tenham sido resolvidas facilmente), fica difícil não desejar ler o próximo volume o quanto antes. O segundo volume – Dividir e Conquistar -, escrito por Carrie Ryan já foi lançado, bem como o terceiro volume, O Alçapão, escrito por Lisa MacMann.
Infinity Ring: Um Motim no Tempo é claramente um livro juvenil (pelo menos esse primeiro volume), mas nada impede que seja apreciado por todas as idades. Se você gosta de leituras leves e curte o gênero, é uma boa pedida. 😉
22 abr, 2013

Amor contra o tempo – Myra McEntire

Hourglass #1
Autor: Myra McEntire
Editora: Galera
Número de páginas: 361
Avaliação: 
(Skoob)

Emerson Cole já passou por situações complicadas em sua vida. Desde que seus pais morreram ela começou a ver pessoas que não estavam de fato ali, fantasmas de outra época. Bastava um toque de Emerson para que a pessoa desaparecesse em uma explosão de luz. Essa situação lhe rendeu diversas visitas a médicos diferentes, antidepressivos e até mesmo uma internação em um sanatório.
Agora, Emerson está de volta a casa do irmão, onde viverá com ele e com sua esposa Dru. O problema é que os “fantasmas” que Emerson via continuam a assombrando, e ao que tudo indica tem muito mais por trás de tudo isso. Ela vai contar com a ajuda de Michael Weaver um charmoso representante da organização Hourglass (“ampulheta”, em inglês), que parece ter as respostas para as perguntas de Emerson.
***
Eu estava bem empolgada para ler este livro, algumas meninas tinham me deixado animada dizendo que a história era o máximo e o romance lindo. Pois bem, a história pode sim ser considerada o máximo, adorei a forma como Myra McEntire trabalhou com um dos meus temas favoritos: viagem no tempo, mas o romance, para mim, deixou a desejar. 
Para começar, Emerson é muito confusa, eu até entendo que não deve ser nada legal ver projeções do passado por aí, com suas roupas de época e tudo o mais, mas ainda assim, eu esperava uma protagonista mais forte e decidida. Outro ponto que me deixou irritada foi o quanto a garota “baba” por Michael, as descrições da beleza e dos músculos do rapaz são extremamente exageradas, depois que ela o conhece parece que a garota fica obcecada. Eu hein.
Aquela coisa de “não posso te contar isso agora, é complicado” “Se eu te explicar isso, você pode não entender”, “Não te contei porque queria te proteger”, me dá nos nervos! Conta logo o que a garota realmente é, o que ela pode fazer e deixe que ela decida o que fazer com a informação! Michael enrola Emerson em boa parte do livro, e com isso nós também ficamos com algumas dúvidas, já que a narrativa é em primeira pessoa.
Mas, tirando esses detalhes, eu adorei a história! Achei muito interessante a maneira como a viagem no tempo foi utilizada, e tudo fez bastante sentido, foi bem explicado. Não posso dizer muita coisa para não estragar a leitura de vocês, mas posso dizer que gostei da “missão” de Emerson e Michael, foi bem bolado. Os personagens secundários me agradaram bastante Lily, Kaleb e Cat têm grandes participações e fica claro o quanto eles serão importantes no próximo livro.  
Não vou dizer que detestei o romance, porque em determinado momento eu acabei simpatizando com os dois, depois da metade do livro Emerson ficou menos boboca. Além disso, os dois trabalham bem juntos. O final é bem empolgante e me pegou desprevenida, acabei me surpreendendo. Tudo isso me leva a crer que o segundo livro será muito melhor que o primeiro! Então, apesar de Amor contra o Tempo levar três estrelas, foi uma leitura fluída e agradável, e estou ansiosa pelo livro seguinte: Timepiece.
A revisão e diagramação estão caprichadas, só lamento que a Galera não tenha utilizado a capa original, que é linda e muito mais impactante. 😉