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7
ago 2014

ARQUIVADO EM: Literatura

Silo #1
Autor: Hugh Howey        

Editora: Intrínseca 
Número de páginas: 500
Avaliação: 5/5

O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido por uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim de toda a humanidade? Essa é a história de Juliette. Esse é o mundo do Silo. Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.

Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo.
Um crime cuja punição é simples e mortal.
Elas são levadas para o lado de fora.
Juliette é uma dessas pessoas.
E talvez seja a última |Skoob|
Silo é uma imensa estrutura, de 144 andares subterrâneos. As pessoas vivem ali pois a terra se tornou inabitável, quem sai do silo morre em poucos minutos, o ar é totalmente nocivo. Toda a estrutura é bem dividida, em diversos setores como TI, Suprimentos e Mecânica.
A trama começa mostrando o xerife Holston, que três anos após a morte de sua esposa, decide sair do Silo, ele então é enviado para a limpeza. Essa limpeza é a forma como os comandantes do Silo resolveram punir os infratores, as pessoas são enviadas para o lado de fora da estrutura e precisam fazer a limpeza das câmeras externas, que são a única forma de visualizar a terra, ou o que sobrou dela.
Com a morte do xerife Holston, o cargo fica em aberto. Sendo assim, a prefeita Jahns e o delegado Marnes partem em busca de um novo xerife, e eles escolhem Juliette, que mora nas profundezas, e faz parte da mecânica. Quando Jules aceita o cargo, e se muda para o topo do Silo, muitas coisas começam a acontecer, e ela se vê cercada de segredos e mentiras, que podem colocar sua vida, e a de todos que ama, em perigo.

(…) – Eu sempre tive dúvidas, desconfianças, de que as coisas não eram tão ruins lá fora como pareciam. Você já sentiu isso, não? Que podíamos estar em qualquer lugar, vivendo uma mentira?

Silo foi uma leitura incrível, pelo menos para mim. A trama é inteligente, bem trabalhada e intrincada. A forma como as situações foram acontecendo me agradou muito, consegui entender cada detalhe e ao final de cada capitulo eu mal podia esperar para inciar o próximo. As reviravoltas são constantes, e o que relatei acima não é nem um 1/3 do que a história realmente é.
O livro é narrado em terceira pessoa e dividido em 5 partes, sendo que cada capitulo vai intercalando personagens e situações diferentes. E por falar em narrativa, preciso dizer que Hugh Howey realmente sabe o que está fazendo, eu não conseguia desgrudar do livro. As 100 primeiras páginas foram de certa forma paradas, mas depois foi uma loucura só.
O governo de Silo é extremamente totalitário, as pessoas praticamente são proibidas de falar o que pensam, ter ideias. O crime que mais envia pessoas para a limpeza é pensar. Aquele que começa a pensar muito, questionar e buscar repostas é imediatamente eliminado. Sem contar que TUDO é controlado, a comida, as roupas etc, e você paga até mesmo para enviar uma simples mensagem, o que torna a comunicação ainda mais difícil.
Você precisa oficializar qualquer tipo de relacionamento amoroso (ele precisa ser aprovado), e só tem permissão de ter filhos se for sorteada na loteria. Loteria essa que sempre acontece após uma limpeza. Controle de natalidade total.
Eu fiquei me perguntando, durante boa parte da leitura, o motivo de todas as pessoas realmente fazerem a limpeza. Veja bem, você foi enviado para a morte e sabe que a sua roupa especial só te reserva alguns minutos a mais de vida, sua função é limpar as câmeras externas. Mas, se você vai morrer, porque você se preocupa em limpar o que quer que seja? Como a pessoa poderia se preocupar com isso? O grande lance da trama está ai. E posso dizer que achei muito bem bolado.

Eu sei por que elas limpam, por que dizem que não vão limpar, mas limpam. E elas nunca voltam, esperam e esperam e esperam, mas eu não vou fazer isso. Vou voltar na mesma hora. Dessa vez vai ser diferente.

Os personagens são sensacionais, bem construídos e convincentes – e todos são adultos. Não, não tenho nada contra personagens adolescentes, visto que o que mais leio são livros YA, mas foi muito bom ler algo tão diferenciado. Aqui não temos mocinhas inseguras, triângulos amorosos e dilemas adolescentes, temos uma situação tão real, que pode muito bem acontecer daqui há algum tempo (e diversas situações eu já acho que acontecem mesmo). Hugh Howey criou personagens tão intensos, que até mesmo os vilões me agradaram, eu pude entender seus motivos, ainda que definitivamente não lutaria ao lado deles. Juliette é sem dúvidas a minha favorita, a personagem me ganhou logo nos primeiros capítulos onde aparece.
– Acho que o que eu quero dizer é que, se forem dar um trabalho pra Jules, tenham muito cuidado.
– Por quê? – perguntou Marnes.
Marck ergueu os olhos para a confusão de canos e fios no alto.
– Porque ela vai fazer o trabalho. Mesmo que vocês na verdade não esperem que faça.
O livro é classificado como distopia, mas se encaixa muito bem como ficção cientifica também. Estou maluca para ter o segundo livro da trilogia em mãos o quanto antes! A Editora Intrínseca criou um site, onde você pode conhecer um pouco mais da obra. Recomendo a leitura com TODA a certeza, já virou favorito. 
Para quem gosta, tem resenha em vídeo também. Lá eu contei bem menos sobre a trama, porque temi falar demais e soltar spoilers. 😀



8
jan 2014

ARQUIVADO EM: Literatura

Autor: Harlan Coben            
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 336
Avaliação: 5/5


Matt Hunter sempre foi um bom filho e um bom estudante, tinha tudo para se dar bem na vida. No entanto, ele acaba se envolvendo em um briga e acidentalmente mata um rapaz. Considerado culpado pelo júri ele acaba preso. Nove anos depois, Matt parece estar realmente se reerguendo. Está casado com uma mulher maravilhosa – Olivia, eles esperam o primeiro filho e mesmo ainda tendo que lidar com o preconceito por ser um ex-presidiário, Matt tem um bom emprego.
 
Quando Olivia parte em uma viagem de trabalho, a vida de Matt sofre uma grande guinada. Ele recebe uma foto e um vídeo pelo celular, e nele Olivia aparece com um outro homem., ao mesmo tempo, Matt passa a ser seguido por um homem misterioso. Cheio de dúvidas, Matt não sabe o que pensar, será que a esposa que ele tanto ama realmente tem uma vida dupla? 
 
As coisas pioram quando um assassinato acontece, e Matt se torna o primeiro suspeito da lista. Determinado a não voltar para a cadeia, Matt vai se empenhar ao máximo para descobrir qual a ligação desses crimes com o seu passado, e com o passado de Olivia também.
*******
 
Em vez de acreditar que o que acontece de ruim é um pesadelo do qual você vai acordar, você acha que as coisas boas é que são uma ilusão”.
 
Sou fã assumida do autor. Daquelas que quer fazer todos lerem os livros dele porque são simplesmente INCRÍVEIS. É bom deixar isso bem claro. 
 
Logo que li o primeiro livro do autor simplesmente me viciei no estilo da narrativa e no gênero literário, amo livros policias. O inocente foi escrito em 2005, e lançado no Brasil apenas em 2013, mas já deixa claro o quanto o autor é bom, desde sempre (sim, sou tiete, me deixem).
 
Matt Hunter é um personagem intenso, bem-construído e cheio de facetas. A cadeia o transformou bastante, de um garoto jovem e cheio de vida, ele se transformou em um homem de certa forma endurecido, que desconfia de tudo e de todos. Isso é extremamente crível, não consigo nem imaginar como seria passar anos preso, por um crime que você definitivamente não teve intenção de cometer. 
 
Coben não enrola, ele vai direto ao ponto. A sequência de eventos é empolgante e nos instiga a querer solucionar o caso junto com o personagem. Eu criei diversas teorias, e todas foram infundadas, o que me agrada muito, adoro ser surpreendida.
 
Existem diversos personagens, e o mais interessante nisso é que eles não são apenas jogados na história, cada um tem uma função e no final todos são importantes. Sem contar que por ser um livro único, o final é bem esclarecido e muito coerente.
 
“Matt observou-a se afastar e permaneceu parado à porta por algum tempo. Sentia o coração leve. Estava feliz de verdade, o que para ele era assustador. Tudo o que é bom dura pouco. Quando você mata uma pessoa e cumpre uma pena de quatro anos num presídio de segurança máxima, logo aprende isso. As coisas boas eram tão frágeis e tênues que podiam ser destruídas por um sopro. Ou pelo toque de um telefone”
 
Há quem diga que Harlan Coben se repete muito, eu não concordo. A fórmula pode até ser a mesma, personagens que estão vivendo sua vida de boa, quando uma tragédia acontece e eles precisam proteger àqueles que amam, ou a si mesmos. Mas, a forma como os personagens são criados e o pano de fundo é sempre MUITO diferente e original. Já li todos os 14 livros do autor, lançados pela Arqueiro, e nenhum me desapontou ou me deixou com a sensação de já ter lido aquilo
 
Harlan Coben é mestre, e eu sou fã assumida. Se você ainda não leu nada do autor, não perca mais tempo. LEIA!
 
E para os que gostam, tem resenha em vídeo. Se você assistir e gostar, não deixe de clicar em gostei. 🙂

 



29
out 2013

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos
Editora: Intrínseca 
Autor: John Green
Número de páginas: 366

Avaliação: 3.5/5
 
Quentin Jacobsen está no último ano do colégio, e passar nas provas finais tem sido sua meta de vida. Ele é completamente apaixonado por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman, desde sempre. Quando eles eram crianças, vivam brincando e se divertindo juntos. No entanto, após terem encontrado o cadáver de um homem, as coisas se tornaram diferentes e eles se distanciaram. Margo agora faz parte da turma dos populares, e Quentin (ou somente Q, como ele é chamado pelos amigos) pode ser considerado um nerd.
 
Sendo assim, quando Margo aparece na janela de Q, vestida como ninja, e o convida para uma aventura maluca, Q aceita de imediato. Eles passam a madrugada realizando um criativo plano de vingança de Margo e Q acredita que depois disso as coisas possam voltar a ser o que eram antes, que Margo passe a notá-lo novamente. No entanto, a garota não aparece no colégio no dia seguinte, e nem nos outros dias
 
Decidido a encontrá-la, Q conta com a ajuda de seus dois amigos, Radar e Ben, para seguir as pistas deixadas por Margo. Tudo o que ele mais quer é encontrá-la com vida.
************
 
Assim que li a sinopse de Cidades de Papel fiquei muito curiosa. Li apenas um outro livro do autor – A Culpa é das Estrelas -, e esse se tornou um dos meus livros favoritos. Ter gostado tanto de ACEDE fez com que eu tivesse altas expectativas para Cidades de Papel, talvez seja esse o motivo de eu não ter amado a história, como pensei que amaria.
John Green escreve de uma forma deliciosa, fiquei totalmente entretida e queria terminar o quanto antes para ver como ele finalizaria a aventura. Sua pesquisa para esse livro fica evidente e gostei muito de ver como o título do livro se encaixa perfeitamente na história, como ele é bem explicado. A narrativa em primeira pessoa é leve, fluída e divertida. Quentin é um adolescente normal, sua descrição é bem crível com a realidade, sempre fico feliz quando vejo adolescentes que se comportam como adolescentes. Margo, mesmo aparecendo efetivamente poucas vezes é a dona do livro. Tudo gira em torno dela, tudo é feito por ela e para ela. Ela é aquela personagem doida e egoísta, mas que consegue nos ensinar alguma coisa mesmo assim.
“E talvez fosse isso que eu precisasse fazer, acima de qualquer coisa. Eu precisava descobrir com Margo era quando não estava sendo Margo.”
Apesar de Q e Margo serem os protagonistas, Ben e Radar roubaram a história. Eles são os personagens secundários mais “protagonistas” que eu já vi. Amei cada particularidade (e são várias), cada detalhe da personalidade de cada um que tornou a história única. Sem eles Cidades de Papel seria um livro bem sem graça.
A obsessão de Q em encontrar Margo foi o que me fez desgostar um pouco da trama, a forma como ele deixa sua vida de lado para partir numa busca maluca me incomodou muito, achei um pouco forçado. Eu entendo que adolescentes são impulsivos, mas achei um pouco demais. Entretanto, tirando o meu estresse com Q, essa aventura foi muito bacana. Eu me diverti muito acompanhando Q e seus amigos.
“(…) Não sei com o que me pareço, mas sei como me sinto: Jovem. Estúpido. Infinito.”
Como não poderia deixar de ser, John Green escreve uma história que entretém, mas que vai um pouco além disso. Com sua pegada filosófica, o autor nos faz refletir sobre alguns aspectos da nossa vida. Às vezes queremos que as pessoas sejam aquilo que imaginamos, idealizamos alguém que nem sempre existe. John Green faz questão de deixar claro que pessoas são apenas pessoas. Cidades de Papel não é meu livro preferido, e nem a leitura mais memorável que já fiz, mas sim, eu recomendo.
Confira também a resenha em vídeo:



10
maio 2013

ARQUIVADO EM: Sem categoria

Autor: Isaac Marion

Editora: Leya
Número de páginas: 

Avaliação:
(Skoob)

Sinopse: R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.
A resenha não ficou tão boa quanto eu gostaria, mas eu adorei o livro! Espero que vocês gostem também! Agora estou ansiosa para assistir ao filme e ver o que foi feito! 😉



1
maio 2013

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos

Autor: Sarah Dessen
Editora: Farol
Número de páginas: 307

Avaliação:  5/5

Sinopse: Depois de uma noite que merece ser esquecida, Annabel Green começa o ano letivo sozinha e sendo ignorada pelo resto da escola. Mas o que realmente aconteceu naquela noite ainda é segredo, que ela não se arrisca a contar para ninguém. Os problemas de Annabel são explicitados pela recusa da família em admitir os próprios problemas, a fissura da mãe para que as filhas virem modelos famosas e Whitney, a irmã do meio, que sofre de anorexia. Uma amizade com Owen, o DJ da rádio comunitária, que tenta constantemente ampliar os gostos musicais de Annabel, fará a tímida jovem aprender a falar a verdade, doa em quem doer.


Leitura mais do que recomendada! Sarah Dessen ganhou meu coração e me brindou com um dos melhores mocinhos da literatura Jovem-Adulto que conheci até agora!



18
jan 2013

ARQUIVADO EM: Sem categoria
Oi gente! Hoje temos a resenha em duas versões, em vídeo e por escrito. Escolham a preferida de vocês e não esqueçam de comentar!

Divergente #1
Editora: Rocco
Autor: Veronica Roth
Numero de páginas: 502
Avaliação:  

No futuro, após um evento chamado A Grande Paz, a sociedade foi dividida em cinco facções: Amizade, Abnegação, Audácia, Franqueza e Erudição. Cada facção tem uma característica marcante, que os torna únicos. 

Aos dezesseis anos todos os jovens – após um teste – devem decidir em qual facção vão viver, se permanecerão na facção onde nasceram ou se escolherão uma nova vida. Beatrice acaba de completar dezesseis anos e precisa tomar uma decisão. Ela foi criada na Abnegação, mas não tem certeza se é ali que deve permanecer.

Após sua decisão, Beatrice passa a se chamar Tris e precisa passar por um processo de iniciação, onde todos os iniciados competem entre si para realmente se tornar membro da facção que escolheram. Não ter sucesso na iniciação pode transformá-los em um “sem-facção”, algo que ninguém deseja ser.

Enquanto tenta sobreviver aos diversos testes impostos pela facção, Tris precisa evitar a todo custo que descubram o segredo que ela guarda. 

Divergente me surpreendeu muito, eu estava animada e ansiosa, mas não imaginava que fosse gostar tanto. A narrativa de Veronica Roth – em primeira pessoa – é extremamente fluída e ágil, os acontecimentos não param e não há espaço para monotonia. Tris é uma personagem forte que sabe o que quer e não tem medo de se defender quando necessário. Apesar de ter nascido na Abnegação, uma facção altruísta que prioriza o bem-estar do próximo, Tris sempre se coloca em primeiro lugar e vai fazer de tudo para ter sucesso nas provas que virão.

Todo o conceito de facções, a maneira como elas foram criadas a fim de proporcionar a paz é bem interessante. As principais facções foram bem fundamentadas, dá para ter uma boa noção da maneira que eles pensam e agem. 

Tris passa por diversos testes e eu ficava doida tentando descobrir se seus novos amigos eram ou não dignos de confiança. Afinal de contas, eles antes de qualquer coisa eram adversários na iniciação. O romance é muito bonito, porque não tira o foco dos demais acontecimentos, não desvia a atenção do que Tris precisa conquistar. Encantei-me pelo par romântico de Tris, e torci muito por eles.
Divergente é uma leitura incrível, que me deixou sem fôlego e se tornou uma das minhas distopias preferidas. O final é bombástico, e me deixou doida pela continuação, mal posso esperar para ter o segundo livro – Insurgente – em mãos. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2013. 

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PS: Os direitos do livro já foram comprados. Divergente vai virar filme em breve, já estão escolhendo o elenco! o/



11
jan 2013

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos
Editora: Novo Conceito
Autor: Stephanie Perkins
Numero de páginas: 285
Avaliação: 5/5
Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado. (Skoob)

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17
out 2012

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos

Ta ai um autor que consegue balançar meu coração, me deixando totalmente imersa em seus livros. Sem Deixar Rastros é o 3º livro da série Myron Bolitar, mas a resenha de hoje não tem spoilers. Pode conferir o vídeo sem medo. 😉

Myron Bolitar #3
Autor: Harlan Coben            
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 270

Avaliação: 5/5

 Livros com o personagem Myron Bolitar:
1) Quebra de Confiança (Deal breaker)
2) Jogada mortal (Drop shot) 
3) Sem deixar rastros (Fade away)
4) O preço da vitória (Back spin)
5) One false move
6) The final detail
7) Darkest fear
8) A promessa (Promise me) lançando pela ARX (Se alguém tiver esse livro e quiser vender ME AVISE!)
9) Quando ela se foi (Long lost)
10) Alta tensão (Live wire)



19
set 2012

ARQUIVADO EM: Sem categoria
Editora: Novo Conceito
Autor: Julia Crouch
Numero de páginas: 461
Avaliação:  

Mais uma vídeo resenha! Bora assistir seus lindos. *-*
Por causa do calor, eu gravei com o ventilador ligado, então ficou um barulhinho chato no fundo. Só percebi mesmo na hora que estava editando, me desculpem. =/
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Beijos 🙂 



12
set 2012

ARQUIVADO EM: Literatura Vídeos
Oi seus lindos! Hoje a resenha vai ser um pouco diferente. Vocês terão duas opções: em vídeo e por escrito, tudo no mesmo post, para que vocês escolham a forma que mais os agradar. Vamos ver como funciona. Comentem me dizendo o que acharam disso.

A Seleção #1

Autor: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Número de páginas: 357

Avaliação: 4,5/5

(Skoob
No futuro, após diversos acontecimentos – entre eles a 3ª Guerra Mundial -, os Estados Unidos não é mais o país que conhecemos, ele se chama agora Illéa. Uma nação governada por uma família real, e dividida em castas, numeradas do 1 ao 8. Onde quanto maior o número da sua casta pior é a sua condição de vida.
America Singer é uma 5, a casta dos artistas. Ela e sua família vivem uma situação financeira difícil, todos precisam trabalhar para ajudar no sustento da casa. America costuma cantar e tocar em festas.
Apesar das condições limitadas, America não se queixa de nada. Ela está apaixonada por Aspen, um garoto da casta 6, e mantém um relacionamento secreto com ele há dois anos. Esse relacionamento não é permitido, pois Aspen é de uma casta abaixo de America, sua família jamais permitiria isso.
Em Illéa, quando o príncipe atinge a idade para se casar um evento televisionado, chamado “A Seleção” é realizado para que ele escolha sua esposa, a nova rainha. Nele, trinta e cinco garotas (de 16 a 20 anos), de todas as castas, são selecionadas para passar um tempo no palácio, vivendo como princesas.
A Seleção é uma chance única na vida dessas garotas, o simples fato de ser uma das trinta e cinco já muda tudo. As famílias recebem um bom dinheiro e passam a ser vistas de uma melhor forma.
America está decidida a não participar de nada disso – ainda que tenha recebido a carta com o convite -, mesmo que a situação de sua família possa melhorar.
As coisas mudam quando Aspen acaba terminando o relacionamento com a garota. Magoada, America aceita participar do reality show, ainda que ache tudo um grande absurdo.
 
“E a ideia de entrar em um concurso em que o país inteiro acompanharia só para ver um riquinho esnobe escolher a moça mais linda e sonsa do grupo para ser o rosto calado e bonito que apareceria ao lado dele na TV… era o bastante para me fazer gritar. Haveria humilhação maior?”
 
No palácio America percebe que nem tudo é o que parece, e que o Príncipe Maxon não é o rapaz arrogante que ela idealizava e nem a vida no palácio é tão simples quanto ela imaginava.
A Seleção me ganhou primeiramente pela capa, eu fiquei apaixonada pelas cores (do vestido e dos cabelos da modelo), a fonte usada e essa coroa logo acima do titulo completaram. Assim que o livro chegou (a prova) eu logo comecei a lê-lo. E então percebi que a história era tão boa quanto à capa. O livro é uma distopia, existem as castas, os rebeldes (que atacam o castelo), e algumas outras características do gênero, mas não achei que esse primeiro volume se focou na distopia. Para mim, o livro mostrou mais como America está lidando com essa situação, seus sentimentos e ações.
America é uma protagonista convincente, o livro é narrado em primeira pessoa, e a leitura fluiu muito bem. A protagonista tem boas ideias, que podem mudar algumas situações, foi isso o que mais gostei nela. Ela é simpática e doce ao mesmo tempo em que é corajosa e forte. O único ponto negativo, para mim é o triângulo amoroso. Eu estou tão cansada deles. Ainda bem que ele só aparece mesmo bem no final do livro (mas, isso quer dizer que no segundo volume ele será mais abordado, infelizmente).
Maxon é um verdadeiro príncipe, a fofura em pessoa. Apesar de ter gostado de Aspen, Maxon se tornou o meu favorito, mas claro que nesse primeiro livro é ele quem mais aparece. O príncipe é doce e cavalheiro, e para ele ter que escolher entre essas garotas, que ele nunca viu na vida, não é nada fácil. Além disso, ele tem um reino para governar, já que agora suas decisões são muito importantes. Gostei bastante do senso de humor do personagem.
Eu esperava mais conflitos no castelo, já que são trinta e cinco garotas disputando uma coroa. No entanto, as coisas seguem quase em paz, com uma briguinha aqui e outra ali. Existem algumas comparações com Jogos Vorazes, mas eu não me importei com elas. Acho que são histórias bem diferentes, apenas com pequenos detalhes em comum. O que é absolutamente normal hoje em dia.
Kiera Cass conseguiu me prender na leitura, sua narrativa ágil e fácil, fez com que A Seleção fosse uma leitura de apenas uma madrugada. Não é o melhor livro do mundo, e nem o mais original, mas eu amei. E agora – graças ao final que não acaba – estou MUITO ansiosa pelo segundo livro.
A Seleção é um livro delicioso, esse clima de castelos e princesas muito me agrada. O livro é um dos primeiros publicado pelo novo selo jovem da Cia. das Letras, chamado Seguinte.
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PS: Esse livro está sendo sorteado na promoção #2anosdeLivroseblablabla, participem!






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